Repassando artigo publicado no Hotmail: O excelente artigo é sério aviso para os incautos,corruptos e ou oportunistas que navegam nas águas turvas e poluídas da política brasileira, aguçando o imperialismo amarelo...
VETA Presidente: risco p/o BRASIL de apropriação terras, áreas de potencial turístico, riquezas minerais, metais raros, griladas etc.Vários Deputados de esquerda acertaram e foram contra esse PL perigoso Vejam no site do Senado:
https://t.co/QYhQJmweqN
O perigo vem da China (III)
(Osmar José de Barros Ribeiro, em 29 Jan 2021)
Os últimos dias de 2020 foram marcados por dois fatos que chamam a atenção: o primeiro, um Projeto de Lei (PL 2963/19) aprovado pelo Senado no dia 15 de dezembro, permitindo a compra de áreas rurais por estrangeiros, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, residentes/instaladas ou não no território nacional. Embora com limitações, o projeto permite a aquisição de até 25% de áreas municipais. O outro fato, digno de nota, foi a proposta chinesa de construir um polo pesqueiro no porto de Rio Grande/RS.
Convém lembrar que o Projeto de Lei referido anteriormente, foi apresentado em 2019 e teve rápida tramitação pelas Comissões, num momento em que a China desenvolve, ao custo de R$ 2 bilhões, a construção de um porto para o escoamento de grãos, em São Luís/MA, formando duas rotas de escoamento da produção agrícola brasileira: ao sul, o Terminal de Contêineres de Paranaguá; ao norte, o de São Luís.
Quando se fala em abrir à venda áreas de dimensões enormes a estrangeiros com muito dinheiro para investir, é válido que se pergunte qual país, num mundo em crise, possui recursos para tal. A resposta se consubstancia em um único nome: China. Convém não esquecer que na Jamaica, onde construíram um excelente porto, os amarelos estão comprando as melhores e bem localizadas áreas turísticas e ali construindo resorts e hotéis de luxo e que, na África, a chegada de empresas chinesas, estatais ou não, trazendo engenheiros e mão de obra, é um fato consumado e em contínua expansão.
A empresa chinesa Ample Develop Brazil Ltda, representa um conglomerado estatal da China e, ao apresentar-se, assinala que “A Ample China, participa da Ample Brasil, e fornece alimentos (grãos e proteína animal), para 5 províncias, mais parte do Exército Chinês (Exército Popular de Libertação)”. Às autoridades locais, apresentou um “Projeto de Pesca Integrada” a ser desenvolvido na cidade portuária de Rio Grande/RS, sendo recebida como um investidor que procura e oferece oportunidade de investimento e cooperação comercial. O projeto contempla a construção de uma frota de pesca de arrasto marinho da ordem de 400 barcos; a construção de instalações de congelamento, com capacidade para 500 toneladas diárias e um porto para atender às necessidades essenciais da logística de pesca.
O Projeto vem agravar uma situação internacional tensa, haja vista que a ação das frotas pesqueiras da China é considerada predatória. Em novembro de 2020, Equador, Chile, Peru e Colômbia emitiram declaração conjunta sobre a frota pesqueira chinesa que estava operando no Pacífico, especialmente frente à costa do Chile. Em dezembro daquele mesmo ano, na LVII Cúpula de Presidentes do MERCOSUL, o Comunicado Conjunto traz o seguinte texto: “DESTACARAM que a adoção de medidas unilaterais, incluindo a exploração de recursos naturais renováveis e não renováveis da área em controvérsia, não é compatível com o acordado nas Nações Unidas, e reconheceram o direito que assiste à República Argentina de promover ações legais, com pleno respeito ao Direito Internacional, contra as atividades não autorizadas na referida área...” No Brasil, a voz mais incisiva sobre a ação de pesca ilegal tem sido a do Comandante da Marinha do Brasil que, no Seminário de Defesa Nacional realizado em novembro de 2020, mencionou a “pesca ilegal, não declarada e não regulamentada” e a “Pirataria”, como lesivas à soberania nacional.
O Projeto de Lei aprovado pelo Senado e a proposta de construir um porto de pesca no sul do País, não repercutiram nos meios de comunicação como seria de desejar. De olho em eventuais vantagens financeiras, ninguém parece ter pensado na possibilidade do surgimento de quistos raciais numa área de população esparsa nem quanto à construção de um polo de pesca, dominado por estrangeiros, em território nacional. Os próprios defensores manutenção da Amazônia “intocada” não se manifestaram, mesmo conhecedores da condição chinesa de campeã mundial da poluição.
APELO AO PRESIDENTE:VETAR ESSE PROJETO LESA-PATRIA!
Creio que nenhuma Nação civilizada expõe dessa forma a integridade de seu território a um País estrangeiro. Os deputados que propuseram esse PL - Projeto de Lei - foram movidos por motivos interesseiros, maléficos e anti-Brasil. Rodrigo Maia que negou colocar em pauta Projetos fundamentais para os brasileiros, voltou seu calcanhar contra o BRASIL, seguido por Deputados e senadores que agem como TRAIDORES. Devemos repassar e nos movimentar para impedir essa conspiração contra nossa Soberania, como Nação independe, honrando a República e os 220 milhões de Brasileiros que horam o Brasil.
PERGUNTAS
1. As terras públicas griladas poderão ser vendidas - são áreas imensas e muitas com subsolos ricos de minérios?
2. Terras com minas de ouro, minérios, pedras preciosas serão vendidas: há um mapeamento adequado para discernimento dessas áreas?
3. Vender 25% das terras do Brasil não compromete nossa soberania / por quê esse exagero?
4. As terras indígenas poderão ser comercializadas a estrangeiros? Não é temerario e os índios poderiam ser ludibriados!?
5. Qual as verdadeiras intenções por parte desses políticos em querer alienar terras para estrangeiros?
6. Que critérios serão impostos para o Brasil não enfrentar problemas com imigrações massivas para essas regiões - especialmente a Amazônia!?
(O Editor).
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