sexta-feira, 27 de maio de 2016

A RIVER WITHOUT END





A RIVER WITHOUT END

                                                        Poem of José Julio de Azevedo
                                                        English version of Wesley Emmerick Werner


 A river without end flows throughout the world

always coming from where it left.

Plodding or surfing along its bed

the fresh waters of a turbulent journey

that never ends either falling from a cliff

or drowning in the depths of the sea.



A river without end flows throughout the world.

Its words are murmurs on the rocks

washed on foam and clad with glow

as the fisherman rows his paddle fast

over the shining mirror of the waters.



A river without end flows throughout the world

of dark forests and gentle valleys,

under the bridges, along the slums,

in the wheat fields, through the big cities,

always flowing, always glowing.

Balancing between the pull of the earth

and the gravity of the moonlit night.



 A river without end flows throughout the world

quenching the thirst of children and birds,

machines, lakes with hydroelectric plants,

cornfields, orchards and bathhouses,

wild beasts of the jungles,

aimless wanderers and desert Bedouins.



A river without end flows throughout the world,

sometimes silent and sometimes falling

thunderously as the joy of a million men.



A river without end flows throughout the world,

a river that slumbers on the layers of groundwater,

frozen in the polar caps and in the timeless ice

of the Alps, the Andes and the Himalayas,

made a prisoner on the summit of Everest

and married to the ancient snow of Kilimanjaro.



A river without end that weeps at Fukushima.

Amazon immeasurable! This river drenches

the largest forest in the whole world

and then follows in its endless journey.



 Its drops form the oceans,

shining in all teardrops

crying under the clouds

trying to stay alive

even if it’s only a hope



A river without end flows throughout the world,

as it floats up to heaven to give itself up entirely

coming down on all alike without prejudice.

Thunderstorms, lightning, gentle rains.

Its dwelling is in the cisterns and in the wells,

in the belly of the giant whales,

in the springs that flow from the mountain sides

and in the streams where the little Indians play.



 Its home is in the mothers’ milk and

in the cup of cold water offered at the door.

It flows throughout the world,

This endless river, created for everyone out there,

groves, swarms, animals and tribes.



Celebrated in all languages,

It flows in everlasting grace

to make life blossom

from the wet Andes slopes

to the dryness of the Atacama.

A gift for all seasons of life.

Generous fountainhead to a sweet,

ferocious and heroic Human race!

 (In March 2014)

Extinction of the Seven Falls National Park - Parana / Brazil - Disappeared in 1982 to make way for the lake of the hydroelectric plant of Itaipu, between Brazil and Paraguay.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Amazônia/Tapajós: SOS!



A mentalidade geopolítica brasileira, com seus estrategistas tecnocratas – a exemplo do período de Golbery do Couto e Silva, entre outros – ainda articulam e conspiram com um discurso utilitarista e megalomaníaco [como Itaipu, imposto- que destruiu o Parque Nacional das Sete Quedas – o maior do mundo em volume d’água, além de inundar terras férteis equivalentes a três baias da Guanabara, desalojando cerca de 10 mil pessoas!].
O nominado “Complexo Hidrelétrico do Tapajós” é um megaprojeto criado em bastidores, à revelia de ambientalistas, ministério do meio ambiente, cientistas, SPBC – Sociedade Brasileira do Progresso da Ciência – entre outros. Prevê a construção de 5 a 7 grandes represas no rio Tapajós e no maior de seus afluentes, o rio Jamanxim.  O objetivo seria gerar cerca de 15mil MW de potência, compondo o terceiro maior complexo hidroelétrico do mundo. Essa soberba tecnocrata, de viés autoritário – foi gerada em um ambiente de trevas e em paralelo a maior rede de corruptos e corruptores – hoje sob processo do MP conhecido como “Lava-Jato”, e que levou dezenas de empresários e políticos sem “foro privilegiado” a cadeia.   O tal projeto inundaria cerca de 2 mil km2 de florestas, atingindo dezenas de tribos e habitantes da floresta amazônica – em um investimento fantástico de 21 bilhões de dólares! 

Fantástica Bacia do Tapajós e sua rede de afluentes.ameaçados.

 MANANCIAIS DA BIODIVERSIDADE AMEAÇADOS



 Por incrível que pareça os projetistas de tal infâmia não respeitaram a lei, nem a Constituição Federal, que garante a proteção de grandes áreas de parques nacionais, protegidos por lei – transformando toda a região num canteiro de obras- gerando desequilíbrio ambiental, invasão de territórios indígenas e poluindo um dos mais belos e majestosos rios brasileiros. O impacto social e ambiental seria devastador para toda a região amazônica – com o avanço de grileiros, máfias de madeireiros, etc.
Com certeza há interesses internacionais envolvidos, em um possível consórcio predador com a China “socialista” e a Venezuela, pseudodemocrática.
O governo federal para impor seus projetos, mutilam através de expedientes extra-legais, grandes áreas da Amazônia, tendo em vista a sanha capitalista internacional,inclusive de viés "socialista", tipo ditadura chineza. O Brasil dessa forma, vira uma terra de ninguém, onde a esperteza associada a uma cobiça megalomaníaca na contramão da história e da mentalidade preservacionista dos tratados internacionais – onde cinicamente os representantes brasileiros agem como se fossem defensores da urgente sustentabilidade do Planeta – ameaçado de colapso pelo abuso perverso – como o desequilíbrio climático, denunciado pela ciência.
Não basta a imposição autoritária da Hidrelétrica de Belo Monte – sob cuja égide ocorreram graves desastres ambientais, desestruturação de sociedades tribais, avanço da sociedade perdulária – com seu séquito de devastadores, grileiros, fabricantes de agrotóxicos, poluidores, etc.
A Amazônia é patrimônio da Humanidade e deve ser preservada. Organismos internacionais, mídia responsável, ONGs, ONU – Organização das Nações Unidas, não podem ficar indiferentes – ou em cumplicidade, devido à mega-interesses, diante de mais essa ameaça, que diz respeito ao futuro das novas gerações.
Conforme notícia da revista Carta Capital, em reportagem de Felipe Milanez, desde 2013 toda a população da região manifesta repúdio ao megaprojeto hidrelétrico:  Após audiência pública em 30 de agosto, comunidades do rio Tapajós divulgam carta em que afirmam que não concordam com a construção de usinas hidrelétricas no rio. Segundo os movimentos sociais, "os argumentos dos representantes do governo revelaram que as hidrelétricas seriam construídas em sacrifício dos povos e comunidades tradicionais e em beneficio de uma pequena elite de grandes empreiteiras e mineradoras. As comunidades criticam o uso de força militar contra os indígenas Munduruku, sob o argumento de proteção aos pesquisadores que adentram os territórios indígenas contra a vontade dos Munduruku. As ações do governo estariam criando, dentro dos territórios indígenas, um "clima de terror".
Na Carta de Santarém, transcrevem trechos de falas onde a população local manifesta indignação contra os projetos e dizem estar sendo agredida. Dizem, também, que irão resistir e denunciam o descumprimento da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no que toca a consulta das populações afetadas pelos projetos.
Lembra Milanez que: “a chegada dessa massiva indústria extrativista, de mineração e energia, tem provocado transformações profundas na região. As usinas são vistas, pela população local, como uma ameaça a sua sobrevivência, e exigem participarem do debate sobre o seu futuro e o da região. O rio Tapajós é hoje um dos maiores palcos de conflitos ecológicos no Brasil. O governo federal pretende instalar mais de uma dúzia de usinas no Tapajós e afluentes, provocando um impacto cuja real dimensão sobre as populações e a floresta é impossível de medir. As usinas iriam produzir energia para o rico polo mineral do Tapajós e de Carajás. Há diversas mineradoras de bauxita operando no delta do rio, como a Alcoa, em Juruti, e a Mineração Rio do Norte, na margem esquerda do Amazonas. Há novos projetos para mineração de ouro, bauxita e níquel na região, além de também produzir energia para alimentar a Vale, em Carajás”.

Há anos os indios Mundukurus, entre outros, protestam contra a ameça a sua terra.


 MUNDURUKUS: Funai, enfim, reconhece terra ancestral

Conforme noticia do Greenpeace, “Nos últimos anos, por pressão do setor energético, uma hidrelétrica foi colocada no caminho da demarcação de Sawré Muybu. Desde maio de 2011, São Luiz do Tapajós passou a figurar como obra prioritária do governo. Se construída, ela poderia alagar parte do território indígena, comprometendo a sobrevivência física e cultural do povo Munduruku, devido aos impactos sobre a flora, a fauna e sobre os locais sagrados do povo, e forçando a remoção da população que habita o território de Sawré Muybu. De acordo com o Artigo 231 da Constituição Federal, é vedada a remoção de grupos indígenas de suas terras, salvo em caso de catástrofe ou epidemia que ponha em risco sua população, e garantindo o retorno imediato logo que cesse o risco. A publicação do relatório é realmente um passo importante para que a demarcação prossiga rumo aos momentos finais, sendo considerada uma importante vitória que honra a tradição de luta do povo Munduruku e premia o esforço de articulação realizado pelo povo no sentido garantir seus direitos constitucionais e contra a construção de hidrelétricas no rio Tapajós”, afirma Danicley de Aguiar, da Campanha da Amazônia do Greenpeace”.
Conforme o analista de políticas públicas do WWF-Brasil, Kenzo Jucá, afirmou que a redefinição [redução] das Unidades de Conservação, efetuada por meio de medida provisória, é fruto de uma "concepção desenvolvimentista de País, que não leva em consideração os cuidados ambientais" . "É um gesto que não atende aos interesses do meio ambiente nem da população. Por meio dessa redefinição de limites, são atacados os recursos hídricos, a biodiversidade e as florestas brasileiras. Existe uma grande possibilidade de estarmos promovendo o desequilíbrio ecológico" , disse o especialista.

S.O.S TAPAJÓS!

Manifestos unânimes das poplações indígenas contra ameaça de devastação ambientalna região do Tapajós.

CONHEÇA MAIS:

- http://revistaviaamazonia.blogspot.com.br/2012/12/tapajos-ameacado.html

(Pesquisa: José Julio de Azevedo / Fotos: Internet) 

  

País poderia produzir uma “Tapajós” de 

energia renovável, diz Greenpeace

 
O Greenpeace lança hoje um relatório internacional com três cenários energéticos que indicam que o Brasil poderia produzir energia a partir de fontes renováveis na mesma quantidade que a prevista, em média, pela usina de São Luiz do Tapajós. Os ganhos seriam ambientais e sociais, evitando desmatamento, o deslocamento de povos indígenas e comunidades tradicionais, além de perdas de biodiversidade na maior floresta tropical do mundo. Ainda, poderiam impulsionar o país a investir em fontes de energia contemporâneas e de menor impacto.
“As centrais hidrelétricas da Amazônia representam uma escolha desatualizada em relação ao patrimônio ambiental da região e às populações indígenas”, diz o relatório “Hidrelétricas na Amazônia: um mau negócio para o Brasil e para o mundo”, obtido com exclusividade pelo Valor. Há mais de 10 mil índios mundurukus espalhados pela calha do rio Tapajós e que se sentem ameaçados pelos planos de construção de usinas na região onde vivem há séculos [milênios].
A combinação entre a energia produzida por usinas solares, eólicas e de biomassa seria mais cara que a previsão de investimentos em São Luiz do Tapajós, estimada em R$ 28 bilhões. Mas, se os investimentos em São Luiz aumentarem, acompanhando a trajetória das hidrelétricas de Belo Monte, Santo Antônio e Jirau, o valor de São Luiz do Tapajós poderia saltar para R$ 52 bilhões, calculam os ambientalistas. Neste caso, a opção pelas outras fontes se torna atraente.
O relatório do Greenpeace lembra que a usina de São Luiz do Tapajós teria capacidade instalada de 8.040 MW, com uma média de energia firme esperada de 4.012 MW. Seriam cinco anos de construção, mas com a última turbina entrando em operação no 7º ano, prazo equivalente ao dos cenários sugeridos pelo Greenpeace.
O estudo explora três cenários energéticos. O primeiro combina fontes solares com eólicas que poderiam resultar em 4.425 MW em oito anos (considerando o prazo do contrato e instalação), com investimentos de R$ 50 bilhões. O segundo explora a combinação de usinas solares, eólicas e energia de biomassa a um custo de R$ 45 bilhões. A proposta mais econômica conjuga geração eólica com biomassa e significaria R$ 35 bilhões.
“A estratégia atual de construir a matriz energética do futuro é a de não se basear em uma única fonte”, diz Ricardo Baitelo, coordenador de clima e energia do Greenpeace no Brasil. “Ao complementar com a energia produzida por outras fontes, se consegue ter maior segurança energética. Quando uma fonte está fora de sua temporada de geração, a outra pode complementar a lacuna energética”, explica. “Eólica e biomassa são perfeitas para a época de estiagem, quando as hidrelétricas têm problemas”, ilustra, referindo­-se ao que costuma ocorrer entre maio e novembro. O Brasil, na época da estiagem, tem usado fontes térmicas, mais caras e emissoras de gases­-estufa.
Na investida do Greenpeace há também um caminho político. “Buscamos fazer uma discussão com as empresas e questioná-­las”, diz Danicley de Aguiar, da Campanha da Amazônia do Greenpeace, referindo­-se aos agentes financiadores e empresas que poderiam se interessar pelo projeto das usinas do Tapajós, tanto na construção como no fornecimento de equipamentos. Os ativistas têm entrado em contato com empresas procurando convencê­-las do contrário. Há ações previstas também no exterior. “Nossa tese é que elas não deveriam participar dos leilões do Tapajós e de nenhuma outra hidrelétrica na Amazônia”, diz Aguiar.
No relatório, o Greenpeace pede que o governo brasileiro cancele seus planos de construir hidrelétricas na Amazônia e estimule empresas e financiadores a desenvolver um futuro de energia “verdadeiramente limpa para o Brasil”.
São Luiz do Tapajós pode vir a ser a maior usina na Amazônia depois de Belo Monte. Se construída, irá alagar 376 km²de florestas em região de biodiversidade excepcional. “A aposta em novas hidrelétricas na Amazônia tem causado enorme destruição e se mostrado um erro desastroso para o país e para o mundo”, diz Aguiar.



terça-feira, 24 de maio de 2016



NORTH BRAZILIAN

Forests, floodplains, trials.
People formed with those who
They survived the slaveholder, land grabbers
and gunmen, animalistic, wild beasts.
People formed by plucked souls,
contempt of the conquerors.
Mystical legends, the backlands of never.
Cries of freedom on the water of rivers,
from all sources,
Amazonas endless.
A people formed by the confluence 
of History, meeting in clashes
under the protection of heaven that protects us.
Is black, is Indian, forehead cabocla,
cafuza skin, old copper.
Strong, stubborn as nature
stubborn, irrepressible the rough.

The caboclo triumphs raising wreaths palms
Celebrating Life in twine and the songs,
forgotten stories, the flowering of race,
sagas in wastelands
by greed, pride decadent.
Blaze the noble character,
skin color of dark gold,
looks from Africa and the West Indies.
strong features, hair in the wind. Honor.

José Julio de Azevedo
Tocantins, 24/05/2016

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Old heart / navigates these waters/lead and silver/with the gold stepped/its banks. Travels and drinks landscapes / to burn eyes the obstinate rhythm / her navigate. Navigating this river / to its golden beaches before nightfall.


terça-feira, 17 de maio de 2016

BRASIL URGENTE, ESCARNIO E DESAFIOS DA ATUALIDADE



Um festival de hipocrisia doentia se espalhou pelo Brasil, da extrema esquerda a direita extrema, passando pelos moderados, empresários, religiosos, agro negociantes, etc., do sul a norte.
Quando se fala em economizar, equilibrar as contas públicas, reduzir o déficit orçamentário, etc., a primeira coisa que fazem é ameaçar a previdência. Ora bolas a previdência social é um seguro pago por dezenas de milhões de contribuintes. Não estamos pedindo esmolas pra ninguém – cada contribuinte está depositando mensalmente aquilo que vai receber no futuro, nos anos de sua velhice.  Por falar em Previdência Social, porque é que a Constituição garante que todos são “iguais perante a Lei”? É letra morta? Não é inconstitucional que políticos, além do “foro privilegiado” – que tem sido usado, abusivamente, para favorecer a delinquência e a impunidade – ainda tenham aposentadorias precoces, por um ou dois mandatos – sejam governadores, deputados ou senadores? Ou uma casta está à cima da Lei? Com a palavra o STF!

Coordenadores do projeto 10 Medidas Contra a Corrupção, iniciativa do Ministério Público Federal, entregaram no Congresso Federal, nesta terça-feira (29.03.2016), um abaixo-assinado com mais de dois milhões de assinaturas colhidas em todas as regiões do Brasil. A campanha, lançada em julho do ano passado, é coordenada pela Câmara de Combate à Corrupção da Procuradoria, e tem como objetivo a elaboração de um projeto de lei de iniciativa popular com o intuito de coibir esse tipo de crime. Apoiadora da ideia, a senadora Ana Amélia (PP-RS) ressaltou a importância do apoio tanto na Câmara quanto no Senado a essas iniciativas. — Este é um fato histórico. São dois milhões de brasileiros e brasileiras que não suportam mais essa chaga que corrói o dinheiro público, fazendo falta em diversos serviços essenciais — defendeu.
As 10 medidas apresentadas são: prevenção à corrupção; transparência e proteção à fonte de informação; criminalização do enriquecimento ilícito de agentes públicos; aumento das penas e crime hediondo para corrupção de altos valores; aumento da eficiência e da justiça dos recursos no processo penal; reforma no sistema de prescrição penal; ajustes nas nulidades penais; responsabilização dos partidos políticos e criminalização de caixa dois, prisão preventiva para evitar a dissipação do dinheiro desviado e recuperação do lucro derivado do crime.

O governo fala em “cortar na carne”. Pois bem, se é isso mesmo e não discurso demagógico comece pelos salários e mordomias. Após a demissão de desocupados que vivem tomando cafezinhos em repartições públicas, ou planejando programas em benefício próprio – com certeza dezenas de milhares – cortem pela metade o salário de deputados e senadores! Reúna-os e coloque a situação: É preferível perder anéis do que os dedos!  Se um brasileiro e sua família conseguem sobreviver com dificuldades com um salário mínimo + bolsa (vergonha) família, porque um deputado não conseguiria viver com R$ 16.000,00 por mês. Cortam-se também os “jetons” [herança do regime militar] ora bolas, já não ganham bem para algumas sessões mensais de algumas horas? Alguns dias na semana? Porque uma verba de gabinete de R$ 92.000,00, moradias oficiais, aviões à disposição até para quem esta sobgraves denúncias e investigações, como são o caso do ex-presidente da Câmara dos Deputados, com regalos e mordomias, - além de viagens em aviões da FAB, etc.
Se o governo, representado pelos poderes executivo e legislativo, quiser um mínimo de respeitabilidade, credibilidade junto à opinião pública, trate de se colocar com hombridade diante da cidadania – antes que o povo volte para as ruas, sinalizando descontentamento e rejeição.
Essa não é uma critica destrutiva, o que os cidadãos exigem é mudança de mentalidade, tomada de decisões que realmente colaborem para o Brasil sair dessa crise causada pela desfaçatez de entes provisoriamente no governo.
O Brasil precisa de estadistas e não de apenas administradores precários de uma crise que se aprofunda, através de governos que optaram pelo poder e não pelo respeito e consideração pela cidadania, a humanidade e responsabilidade. 

A conta da Copa em território tupiniquim já chega aos US$ 12 bilhões. Na metade do ano passado, o Ministério dos Esportes divulgou que a organização do Mundial já estava em R$ 28 bilhões. E a previsão do Ministério era que os gastos chegariam a R$ 33 bilhões. Essa estimativa está ultrapassada e há cálculos que apontam R$ 40 bilhões até o final da competição.(Gazeta do Povo, 24.01.14)

 Outra coisa são as prioridades! Os brasileiros não querem luxo ostensivo para impressionar turistas e vender cartões postais. Centenas de milhões foram gastos em obras superfaturadas – das arenas aos parques olímpicos. Enquanto isso muitos morreram por falta de medicamentos, emergências – inclusive crianças, brasileirinhos!  Governadores constroem verdadeiras e suntuosas mansões, com requintes de luxo, como “residências oficiais” – verdadeiros palácios afrontando palafitas! Que os mecanismos legais de defesa, o MP, continue investigando, aprofundando e processando os delinquentes que usurparam de suas funções para virar dilapidadores do patrimônio público.  Países como a Suécia e a Noruega rejeitaram sediar copos do mundo e jogos olímpicos apesar do alto padrão de serviços públicos já destinados à população. Se não houver uma mudança quanto as VERDADEIRAS PRIORIDADES o Brasil será ridicularizado no mundo pelo alto grau de analfabetismo, doenças infectocontagiosas, devastação ambiental, avanço predatório sobre terras públicas, parques nacionais e terras indígenas – cuja politica envergonha o Brasil pela falta centenária de garantia legal dos territórios das nações indígenas.
Outro vício que atesta o subdesenvimento de um país é a promiscuidade politica entre os poderes executivo e legislativo. Nesse caso em vez da meritocracia – isto é, a escolha de especialistas para respectivos ministérios e cargos – e não em função de conchavos de interesses. O poder executivo, dessa forma, perpetua a incompetência administrativa, tornando-se refém de interesses eleitoreiros, etc.
O Governo Federal deve contratar uma auditoria internacional de ilibada conduta, para averiguar gastos e expedientes imorais para engordar salários já com excessiva gordura e colesterol prejudicial a economia dos cidadãos pagadores de impostos, seja no STJ e outros – pois escândalos envolvendo somas de R$ 100.000 a 400.000,00 vem sendo denunciada. Chega desse tipo de parasitismo que suga recursos do governo que poderiam ser destinados a construção de creches e combate de Aedes Aegypti, por exemplo! 
Novamente aumentaram a alíquota do IR – Imposto de Renda. A conta dos escárnios seria paga pelos trabalhadores, mais uma vez! Porque não instituir a CPMF – que é um imposto mais justo por arrecada mais de quem tem mais. Chega de artifícios e incentivos a industriais – inclusive estrangeiros; chega de beneplácitos a banqueiros que sugam a população através de cartões de crédito, impostos, etc. Que o império da justiça avance sobre as benesses a quem fatura, imobiliza a nação com lucros extorsivos e injustos.
Enquanto a injustiça for uma moeda forte a causando malefícios a grande parcela da população o Brasil – penalizando a educação de qualidade, o atendimento digno à saúde dos brasileiros, o País será mesmo uma republica “cucaracha”, um país sem seriedade e atrasado, moralmente subdesenvolvido, revelando deprimente IDH-Índice de Desenvolvimento Humano - frente às nações da própria América Latina (José Julio de Azevedo, Ctba 17.5.2016). 
Foram identificados 1,5 milhão de casos de dengue no país de janeiro até 14 de novembro, um aumento de 176% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 555,4 mil casos. Nesse período, a região Sudeste apresentou 63,6% do total de casos (975.505), seguida das regiões Nordeste (278.945 casos), Centro-Oeste (198.555 casos), Sul (51.784 casos) e Norte (30.143 casos). Segundo o Ministério da Saúde, 199 municípios brasileiros estão em situação de risco de surto de dengue, chikungunya e zika. Outros 665 municípios estão em situação de alerta (quando 1% a 3,9% dos imóveis têm focos do mosquito) e 928 em situação satisfatória (menos de 1% dos imóveis com focos). A dengue, chikungunya e o zika vírus têm em comum o transmissor: o mosquito Aedes aegypti.Já são 739 casos suspeitos de bebês com microcefalia até 21 de novembro de 2015. Os casos foram identificados em 160 municípios de nove Estados, a maioria no nordeste e um no Estado de Goiás, que podem estar ligados a infecção por zika. O Estado de Pernambuco mantém-se com o maior número de casos suspeitos de microcefalia, 487. Em seguida, estão os Estados da Paraíba (96), Sergipe (54), Rio Grande do Norte (47), Piauí (27), Alagoas (10), Ceará (9), Bahia (8) e Goiás (1). Entre todos esses casos, foi notificado um óbito suspeito no Rio Grande do Norte. Este caso está em investigação.