Davos
2024
O OCIDENTE ESTÁ EM PERIGO
Transcrevemos baixo a íntegra do discurso pronunciado pelo Presidente da República Argentina, Javier Milei - eleito no final de 2023 pelos eleitores daquela Nação vizinha. Com certeza seu conteúdo balançou o coreto de globalistas dominados pela ideia fixa de burocratas da ONU - Organização das Nações Unidas - que perdeu o espírito com que foi criada, para se tornar um ente obscuro a serviço de uma suposta conspiração global, de um governo único - capaz de planejar uma burocracia sem limites, ditando sua politica - inspirada por mega capitalistas e subalternos ambientalistas - tendo por modelo ditaduras "socialistas" - cuja motivação principal é suportar uma burocracia e dominar as populações - como atualmente ocorre em regimes de ditadura de partido único. A Argentina, sob a influencia de governos de esquerda, historia, deixou de ser uma das maiores economias do planeta para o atraso que a coloca como a 140ª economia, com cerca de 44% da população na miséria - e uma casta politica corrupta com seus aliados nadando em dólares - e oferecendo a população uma moeda que vale menos do que o custo de seu papel e impressão. O desafio de Milei é superlativo: superar a crise humanitária através da valorização dos que produzem e dos que trabalham, combatendo a burocracia cleptocrata que dominou-a e impõe o autoritarismo, como ocorre a década em Cuba e em novas ditaduras de esquerda no continente, como Venezuela e Nicarágua, onde a Liberdade e a Cidadania foram as primeiras vitimas da esquerdopatia - que esta na moda de muitos intelectuais interesseiros (JJA)
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| Javier Milei: Empreendedorismo e liberdade social e econômica. |
COM A PALAVRA O LÍDER ARGENTINO
JAVIER MILEI, PRESIDENTE LIBERAL
Se considerarmos a história do progresso econômico,
podemos ver como o ano zero até 1800 aproximadamente o PIB – Produto Interno
Bruto - do mundo praticamente se manteve constante durante todo o período de
referência. Se alguém ver o gráfico da evolução do crescimento econômico ao
longo da história da humanidade estaria alguém vendo um gráfico com a forma de
um taco de hóquei. Uma função exponencial que se manteve constante durante 90%
do tempo que e dispara exponencialmente
a partir do Século XIX. A única exceção nessa história de estancamento se deu
no final do século XV, com o descobrimento da América, mas tirando isso, ao
largo de todo o período, do ano zero ao 1800 o PIB per capita se manteve
estancado. Agora bem, não só o capitalismo gerou uma expansão da riqueza desde
o momento que se adotou o sistema econômico. Se alguém analisa os dados o que
se observa é que o crescimento se vinha acelerando ao longo de todo o período.
Durante todo o período do ano zero a 1800 se manteve estável em torno de 0,02%
anual. É como dizer, sem crescimento. A partir do Século XIX , com a Revolução
Industrial a taxa de crescimento passa a ser de 0,66%. A esse ritmo, para
duplicar o crescimento per capita, seria preciso crescer durante 107 anos.
Agora bem... Se observarmos o período de 1900 a 1950 a taxa de crescimento se acelera em 1,66%
anual. Já não mais necessitamos 107 anos para duplicar o PIB per capita, mas
apenas 66 anos. E se tomamos o período de 1950 ao ano 2000 , vemos que a taxa
de crescimento foi de 2,1%, o que indicaria que só em 33 anos poderíamos
duplicar o PIB do mundo. Essa tendência, longe de ser detida, se mantem viva
hoje. Se tomamos o período de 2000 a 2023 a taxa de crescimento votou a crescer
3% anual – o que implica que poderíamos duplicar o PIB do mundo em 23 anos.
Agora, bem... quando se estuda o PIB per
capita do ano desde 1800 ao dia de hoje
se observa é que com a revolução industrial o PIB mundial se multiplicou
mais de 15 vezes, gerando uma explosão da riqueza que tirou da pobreza a 90% da
população mundial.
Não devemos esquecer nunca que no ano de 1800 cerca de 95% da população mundial vivia na pobreza mais extrema. Enquanto esse número baixou para 5% no ano de 2020, antes da pandemia. A conclusão é óbvia: Deixando de ser a causa de nossos problemas o capitalismo de livre iniciativa é a única ferramenta que temos para acabar com a fome, a pobreza e a indigência, ao redor de todo o planeta. A evidência empírica é inquestionável! Por isso, como não cabe dúvida que o capitalismo de livre mercado é superior em termos produtivos, a esquerda tem atacado o capitalismo por suas questões de moralidade, por ser, segundo eles, por ser dizem seus detratores, que é injusto. Dizem que o capitalismo é mal por que é individualista e o coletivismo é bom porque é altruísta, com os outros. Em consequência pregam por justiça social. Mas esse conceito que o primeiro mundo se colocou de lado nos últimos anos, em meu país, é uma constante esse discurso político há mais de 80 anos. O problema é que a justiça social não é justa e nem gera bem estar social geral. Muito pelo contrário, é uma ideia intrinsicamente injusta, porque violenta. É injusta porque o Estado se financia através de impostos, e os impostos se cobram de maneira coercitiva. Ou por acaso alguém de nós paga os impostos de maneira voluntária? Isso significa que o Estado se financia por meio a coerção , e que quanto maior a carga, maior é a coerção e menor a liberdade. Os que promovem a “justiça social” partem da ideia de que o conjunto da economia é um bolo que se pode repartir de maneira distinta. Porém esse bolo não está dado. E riqueza que vai sendo gerada e que, por exemplo, Israel Kirsh chama de um processo de descobrimento de mercado. Se o bem ou serviço que uma empresa preste não é desejado, a empresa quebra a menos que se adeque ao que o mercado está demandando. Se gera um produto de qualidade a um bom preço e atrativo irá bem e vai produzir mais, de modo que o mercado é um processo de descobrimento no qual o capitalista encontra já em marcha um rumo correto. Porém se o Estado castiga o capitalista por ter êxito, e bloqueia esse processo de descobrimento, destrói seu incentivo e a consequência disso é vai produzir menos e o bolo será menor, gerando prejuízos para o conjunto da sociedade. O coletivismo, ao inibir esse processo de descobrimento, e ao dificultar a apropriação do descoberto, amarra as mãos do empreendedor e o impossibilita de produzir melhores bens e serviços a um menor preço.
Caramba: caraca, cacilda, uau, etc).



Este, é mais um forte alerta que precisa ser ouvido, com urgência.
ResponderExcluirGRATO PELO SEU COMENTÁRIO !
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