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| Senador Randofe Rodrigues, da REDE: Lista fechada é golpe! |
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| Senador Paulo Bauer do PSDB: Sem clima para lista fechada! |
O site da TV Senado mostra a astronômica cifra de
5.000.000.000,00 – Cinco bilhões de reais! referentes aos gastos da campanha
das eleições de Presidente da República, Senado e Câmara Federal, em 2014. De
onde saiu esses bilhões? Além do fundo partidário, que destina milhões anuais
para serem repartidos entre os partidos, doações de empresários e filiados?
Porém o grosso dessa grana toda é mal explicada. A Operação Lava-Jato
vem desvendando esse mistério e rastreando culpados e cúmplices. Membros e
líderes de partidos, como o PMDB e PT, bem como empresários da OAS, Odebrecht,
etc., assinam delações premiadas para se safar de dezenas de anos de cadeia. A chamada verba dos partidos é de R$
819.000.000,00 – pra conta fechar nos 5 bi (pode ser muito mais que isso) tem
muita história pra ser contada, além das que estão nos processos e nos
vazamentos democráticos.
Ontem, 26.03.17, dezenas de milhares de pessoas foram as ruas,
manifestando claro repúdio as artimanhas que vem sendo tramadas nos porões e
corredores do Senado e da Câmara Federal. Líderes como Romero Jucá - o “Caju”
do propino duto da Odebrecht defende a lista fechada com suor parlamentar, unhas
e dentes – da mesma forma que o atual presidente do Senado, Eunicio Oliveira
(PMDB). Em entrevista para a TV Senado ele conta: “Reunimos representantes dos
três poderes, TSE, Gilmar Mendes, o Presidente da República, Michael Temer e o
Presidente da Câmara”, para um acordão camarada – uma espécie de luz no fim do
túnel para o labirinto de trevas em que se encontra mais da metade dos
parlamentares do Senado e da Câmara Federal.
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| Senador Humberto Costa do PT: Pessoas votam em pessoas! |
Paulo Bauer, líder do PSDB declara-se contra essa Reforma
Política em função do “ambiente tumultuado” no País. O Senador Randolfe
Rodrigues (REDE) não tem dúvidas: “Lista fechada, nessa altura, é golpe. Isso
está ocorrendo por conta das investigações que estão deixando a maioria dos
políticos na berlinda”. Berlinda originalmente significa pequeno coche de
quatro rodas suspenso por dois varais, mas atualmente significa alguém que está
em evidencia por causa de algum malfeito, nu diante de evidências que o apontam
culpado de delitos passiveis de condenação. Até mesmo o Senador Humberto Costa, do PT/Pe é contra a tal
lista fechada: “As pessoas querem votar nas pessoas”.
Há os que defendem o voto distrital para um candidato e
outro para a lista fechada. O Senador Edson Lobão (PMDB), que está na famosa
lista de Janot, de indiciados das Lava Jato, acha que um sistema misto distrital/lista
fechada, seria a solução.
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| Senador Edson Lobão: Lista fechada, uma escapatória. |
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| Senador Romero Jucá, o "Caju" da Lava Jato: Lista fechada! |
UMA REFORMA DEMOCRÁTICA
Hoje no Brasil a classe política, especialmente o
parlamento, tem altíssimos índices de repulsa e rejeição entre a população
brasileira. Com certeza não aceitará a dança maquiavélica de uma cúpula
comprometida e indiciada – que tenta fugir do futuro sombrio que a aguarda.
Deve haver, sim uma reforma cidadã – não é à toa que cresce
o número de intervencionistas que querem o exército nas ruas e o fechamento do
Congresso.
Uma Reforma Política em sintonia com a República, o Cidadão e a realidade brasileira nas eleições de 2018:
- Voto distrital e direto ao candidato, sem
lista fechada.
- Direito de um cidadão sem partido disputar as eleições
para vereador, deputado e senador.
- Teto máximo, fiscalizado decentemente pelos TSE, nos
estados e no Distrito Federal, de R$ 20.000,00 + Horário gratuito igual para
todos os candidatos homologados.
- Vestibular aos pré-candidatos a Câmara Federal e Senado –
para avaliar se os mesmos tem capacidade para bem representar a população (Redação e conhecimentos gerais).
- Rejeição pelo TSE de qualquer cidadão – Como candidato - que
esteja indiciado em crimes de responsabilidade e/ou contra o patrimônio público.
- Fim das verbas de gabinete, que oneram a República que
ultrapasse o pagamento de mais de 3 assessores parlamentares.
- Permanente auditoria, por auditores independentes,
escolhidos em concorrências públicas, para avaliar custos e gastos na Câmara
Federal e Senado Federal.
- Fim do pagamento de beneficios previdenciários a deputados e senadores que não pagaram o
INSS e faliram o sistema previdenciário de parlamentares, onerando a República.
( Jorn.José Julio de Azevedo)






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