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| HUMANIDADE - Pintura de Tarsila Amaral. |
Estamos todos em busca de culpados para a crise que vivemos,
no Brasil: Endividamento com juros abusivos praticados por banqueiros – que por
sua vez, em conluio com a elite governamental, deste e de outros governos,
rapinam a economia do País com crescente dívida e gerando pressão sobre a
economia popular, já que sem a circulação monetária sadia há empobrecimento
gerado pelo desemprego, fábricas fechando, classe média deixando de consumir em
função da exorbitância de impostos – cuja contrapartida é medíocre e
deficitária.
Na geopolítica atual o Brasil é visto como a cereja do Bolo
– especialmente na Amazônia legal – a maior área tropical do planeta – seus minérios
e potencial agrícola fantástico – se utilizado com sabedoria, sem a depredação
causada pela mecanização/venenos agrícolas e devastação florestal – como ocorre
hoje no meio oeste, causando desequilíbrio ambiental que poderá ser agravado superlativamente se não houver reflorestamento ciliar e respeito as reservas
legais.
Vivemos, pois, em mudanças de paradigmas. Precisamos mudar
para sobreviver e dar melhores condições de vida a grande faixa da população
(água potável, saneamento básico, trabalho e renda dignos, moradia, combate a
violência, etc.). Para isso é necessário mudar os quadros políticos de
mentalidade profana e hereditária – com o voto e pressão social, pacífica mas
obstinada, programática.
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| JUVENTUDE - A corrupção sangra a economia, gerando desigualdade. |
Falamos sobre a cobiça internacional sobre o Brasil e a
questão ideológica é fundamental para analisar o divisor de águas que tenta
dividir a nação, gerando instabilidade institucional e perigos ainda maiores.
Há pressões internas e externas. O combate a corrupção ainda é limitado a alguns
heróis e centrado nos conchavos corruptores entre políticos e empresários – que
buscam soluções nada ortodoxas para sua permanência, ou retorno ao poder. A
corrupção é ainda muito maior se desnudarmos além da ponta do iceberg,
aprofundando e desbaratando essa doença, desde câmaras municipais, prefeituras,
estatais, ministérios e até em setores das presidências, nos últimos 30 anos –
e além passado já que a corrupção tem matizes que adentram a história do
Brasil, desde a chegada das caravelas portuguesas.
O Parlamento vem sendo eleito através do engessamento legal
– as leis são feitas para a permanência dos mesmos, em grande parte. Há o
fenômeno da nordestinização do País, com programas sociais que não passam de
currais eleitorais de milhões de cabeças – já que não há complementariedade,
profissionalização e geração de emprego. Se de um lado há esbanjamento
irresponsável de recursos, como na construção superfaturada de estádios
ociosos, escandalosas mordomias no staff governamental – com gastos astronômicos
para manter os paquidermes dos poderes – legislativo, executivo e judiciário - há crescente abandono em setores vitais, como
saúde, educação, vias públicas, portos e estradas sucateadas por falta de
manutenção.
Há uma estratégia de emburrecimento e alienação da Nação,
seja através de redes de TV de baixo nível cultural – impondo a desconstrução
familiar – a base da sociedade – seja na veiculação do noticiário, distorcido
em função de parcerias bilionárias de governos e corporações da mídia – o que
vem abrindo espaço para as redes sociais, nem sempre bem informadas, ou
navegando em contraditórios. Porém, melhor do que nada, como acontece em
republiquetas como Venezuela, onde o governo acha que a censura e a
restrição da informação seja um bom caminho para a permanência obsessiva no
poder – como acontece sempre em ditaduras, sejam de direita como de esquerda.
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| ESCOLAS-PARTIDO - Ideias globalistas e rejeição a Nação. |
Porém as mazelas estão também no setor privado,
especialmente quando associadas a governos impositores, que sobrevivem como
sanguessugas da população. Grandes corporações são menos piores do que governos
totalitários, porém quando há a associação das duas temos fenômenos como o da China: Oprime os cidadãos dentro de seu
território, com pesadas cargas de trabalho – semelhantes ao período da
industrialização na Europa – e capitalismo agressivo avançando sobre economias
debilitadas por governos corruptos atrelados a esquemas nada republicanos; o
triunfo da mediocridade sovina e materialista de quem perde a alma e não
encontra mais o que preencha seu vazio espiritual.
O resultado dessa concentração de riquezas de políticos
burocratas consorciados a corporações transnacionais – sob o manto da corrupção
– seria a junção de interesses e ereção de governos autoritários e o descarte
dos princípios democráticos.
O que resta a população nesse beco aparentemente sem saída?
Há os profetas do caos, que anelam a volta do regime
militar, de viés nacionalista. Cresce no Brasil aqueles que perderam a
esperança no atual sistema, mal disfarçado de “Democracia”. A violência
encorajada pelo armamento de quadrilhas e desarmamento da população – que não
pode reagir para se defender, em função do medo e de restrições legais infladas
por ONGs de defesa de direitos humanos; a subversão chega a ponto de um presidiário
ganhar mais do que um operário. Em vinte anos cerca de 1,5 milhões de cidadãos
foram assassinados. Que orquestração maligna é essa que tira o direito de
defesa – até mesmo de policiais que protegem a população? Há crescente
alienação, o famoso “pão e circo” do Império Romano – fazendo coincidir a Copa
do Mundo com as eleições gerais – para distrair e embrutecer a população.
Há orquestrações internacionais, promovidas por terroristas
da manipulação do Mercado, para desestabilizar países, vender armas de guerra,
gerar o caos social e ter lucro com a desgraça alheia – promovida por
insufladores do caos. Essa estratégia luciferiana não pode, não deve dividir o
Brasil. Temos um inimigo comum a ser derrotado, independente de nossas
convicções pessoais: a traição arquitetada nas trevas. Devemos permanecer
amigos uns dos outros, participar de manifestações não-violentas, baseadas na
ética e na moralidade inquebrantável. Esse inimigo invisível e atuante só
poderá ser derrotado com muita prudência, solidariedade mútua.
Essa guerra, antes de tudo, é espiritual. Ofensas
irracionais, apelações para a discórdia e mútua acusações entre a população não
podem prosperar ou levar a um bom termo. Grandes conquistas da humanidade foram
vencidas sem armas e sem um tiro sequer, como na revolução promovida por Maratma
Gandhi, na Índia, Confúcio e Lao-Tse, na China, Rev. Martin Luther King nos
EUA, Nelson Mandela, na África do Sul – e, especialmente no Ocidente, por Jesus
Cristo – cujos seguidores no Brasil são centenas de milhões, mais de 90% dos
brasileiros. Não há potestade que não caia se seguimos o Caminho da Paz e
rejeição pública e notória de toda a injustiça e corrupção, sistêmicas.
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| CORRUPÇÃO SISTEMICA - Ameaça à liberdade e Estado de Direito. |
Que cidadãos de todas as classes, inclusive no Parlamento, ministérios, forças armadas e judiciário, tenham grandeza de coração por amor do nosso lindo e abençoado País e seu povo em grande parte magnânimo. A vida é sagrada por isso todo atentado a ela, seja antes ou depois do nascimento é crime lesa-humanidade – e suas consequências são nefastas para uma Nação – por isso a cultura pró-vida deve suplantar os discursos da autonomia e supremacia do eu – tão cultuada pela cultura hedonista de nossos dias. Dessa forma, cada cidadão deve ser porta-voz da conscientização dos direitos e deveres de cada cidadão – fechando brechas. A amizade e a solidariedade entre os brasileiros deve substituir o jeitinho, a milícia desonesta, as fraudes.
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| IGREJAS CRISTÃS AUTENTICAS FORJAM NAÇÕES DEMOCRATICAS |





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