sábado, 25 de agosto de 2018

A REVOLUÇÃO DAS BARATAS & A DESCONSTRUÇÃO DO BRASIL


Era uma vez um País na América do Sul.  Vasto, com imensas fronteiras com países andinos, de outro idioma, mas semelhante ao falado ali. Milhares de quilômetros de litoral, fantásticas paisagens em clima tropical. Vastidões de terras férteis, agriculturáveis, florestas e biomas de mais alta complexidade e diversidade biológica. Sob seu solo o petróleo, ouro, minérios – alguns como o Nióbio tendo a maior reserva do planeta.
O País saiu da mentalidade escravocrata pelos anos 30, com a Revolução liderada por um gaúcho, que avançou sobre São Paulo e sua capital, fazendo-se um líder com visão estratégica. Implantou indústrias de base, siderúrgicas, nacionalizou todas as jazidas de petróleo e outras riquezas nacionais – com o fim de protege-las da cobiça internacional.  Ampliou relações comerciais e fez tratados de amizade com vários países. Isso tudo gerou inveja por parte de determinados personagens cujo trabalho era denegrir a imagem desse grande homem. Houve tentativas de golpe que foram vencidas nos ninhos.
DEUSA DA JUSTIÇA JÁ NÃO É CEGA, MAS VESGA!
Não era um homem perfeito, pois eles não existem. Mas amava sua terra e era amado por sua gente. Tal foi a opressão de inimigos que, em vez de sufocar os adversários, apelando as armas – desejando um clima de paz ao País – que preferiu tirar a própria vida, em função de grandes pressões internacionais manifestas através de parte da imprensa e das artimanhas de grupos minoritários, mas barulhentos. Seu suicídio foi fruto de crimes lesa humanidade, cometidos através de vendilhões da pátria e homens de imprensa equivocados, ou mal intencionados.
Com sua morte brotaram outros líderes, civis, obstinados na luta pelo poder. Enfim, outro gaúcho, após a renúncia do presidente eleito, cujo motivo por ele justificado foram “forças ocultas” que, possivelmente tramavam contra sua vida. Seu vice foi empossado, depois de uma luta nos bastidores. O País crescia, mas havia um déficit social gigantesco, que precisava ser equacionado. A terra, após a morte do revolucionário, foi sendo ocupada por grupos ligados a grileiros de terras – formando fortunas e gerando nova casta de políticos eleitos, que passaram a guerrear contra essa tentativa de abrir espaços de oportunidade para milhões de cidadãos sem cidadania, através de reformas que poderiam gerar uma economia mais forte e competitiva, gerando riquezas.
MUITOS IRONIZAM O CONGRESSO: NINHO DE INSETOS
Porém dentro desse governo havia ninhadas de conspiradores que queriam, mesmo, dominar o governo e criar um novo regime, a exemplo de leitores das cartilhas de Marx e Engels – que promoveram revoluções ditas socialistas, com a derrubada de monarquias, vítimas de seus próprios erros –conquistando a simpatia de milhões de pessoas que viviam entre a miséria e a pobreza semiescrava. Porém o que era sonho virou pesadelo. A velha carniça da cobiça do poder sem limites fez dezenas de milhões de vítimas, daquele país e das chamadas repúblicas, de tribos diversas. Com isso toda a tradição cultural e religiosa que podia questionar o novo regime foi impiedosamente exterminada, com requintes de tortura e imensos campos de prisioneiros – grande parte morrendo de frio e subnutrição.
Pois no País grupos influenciados, ou contaminados por esses ideais – justificados como o único meio de levantar e trazer dignidade aos “proletários” nacionais, tendo assessoria de enviados daquelas repúblicas, bem como treinamentos, reuniões, etc., levaram esse grupo a assessorar o governo legitimo, de forma a sublevar a conquistar o País para o novo regime, baseado em ideias do materialismo dialético, com  grossas porções do caldeirão de Darwin, que criou a hipótese da geração espontânea e a seleção das espécies. Dentro desse raciocínio pseudo científico Deus passou a ser um inimigo, e seus aliados adversários perigosos, que precisariam ser contidos. Nesse embate ideológico grupos majoritários religiosos passaram a marchar sob o signo da trilogia: Deus, Pátria, Família – uns mais outros menos radicais. Na época uma grupo de empresários da mídia televisiva passou a incentivar e dar publicidade aos manifestantes, que engrossavam as marchas, nas capitais e até em cidades do interior. Esses movimentos foram capitaneados por temerosos latifundiários, que tinham diploma de Senadores e Deputados Federais. Um deles, após uma viagem internacional do Presidente, garantiu as Forças Armadas daquele País que o presidente havia fugido do País – e havia um perigoso vácuo de poder. Dessa forma os militares foram convocados a tomar o poder. Nascia chamada Revolução de Março a assim, no dia 31.03.1964. Para os inimigos ideológicos o que ocorreu foi um Golpe no dia da Mentira, 01.04.

 BRASILIA IDEALIZOU OS  BRASILEIROS: SEM CÉREBRO 

Pois bem, sob a égide do Positivismo, os governos militares sinalizaram a Nação a construção de uma Grande Pátria, nacionalista. Trataram de formatar grandes projetos desenvolvimentistas e avanços estratégicos para regiões mais ou menos desabitadas: Transamazônica, Mega-Hidrelétricas, Mecanização da Agricultura, Insumos químicos para produção em grande escala, reforço de empresas estatais, como a Petrobrás, Siderúrgicas, etc.
Na área da Educação os alunos passaram a ter aulas de “Moral e Cívica” – que grupos de oposição abominavam. Outra forma de reforçar o nacionalismo era a cantoria do Hino Nacional antes do início das aulas, quando os alunos, em formação no pátio dos colégios, cantavam em uníssono o Hino e saudavam a bandeira do País.  Havia, assim, um clima de respeitabilidade entre alunos e professores. Ao entrar na sala de aula todos os alunos, em sinal de respeito, levantavam de suas carteiras para receber o professor.
Foi nessa época dos anos sessenta que surgiam grupos musicais juvenis, como os Beatles, que passaram a movimentar a juventude com práticas e posturas não convencionais: Deixavam o cabelo crescer, e na medida de seu sucesso, foram deixando de usar seus terninhos e gravatas e músicas românticas – que, sob seus acordes e letras, as meninas deliraram. Apareceram gurus turbinando a banda com novas ideias, com pitadas de contestação, questionamentos, e “poder jovem”. Essa agitação foi contaminando a geração da mocidade de países do Ocidente com novas ideias, formatando o conflito entre jovens e idosos, pais e filhos.  Talvez isso tudo tenha sido intencionalmente planejado e a coisa explodiu em maio de 1968, nas ruas de París – que em nosso País até ganhou uma publicação chamada “1968, o ano que não acabou”.
Jovens de cabeça feita aderiram a revoltas da juventude, nas ruas da capital francesa, seguravam grandes retratos de líderes comunistas como Che Guevara, Mao, Lenin, etc., e protestavam com o slogan, “É proibido Proibir” – nascia, assim, a geração de inocentes úteis ao lado da geração dos inocentes inutilizados logo mais, com a chamada “revolução psicodélica” – que nascia através de professores que achavam que podiam dar um salto espiritual através dos transes provocados pelo uso de alucinógenos. Hoje o balanço é trágico e sinistro, com milhões de jovens drogados, meninos pobres de morros e favelas usados como "aviõezinhos" ou guardiões de traficantes; corrupção policial, guerra entre traficantes disputando pontos de venda – tornando as grandes cidades, especialmente no ocidente, um fantástico mercado de uma das maiores indústrias de nosso tempo. Sob esse panorama figuram personagens como Gramsci – revolucionário italiano – que dizia que o cristianismo teria que ser arrancado desde as raízes para a tal revolução prevalecer e trazer ao mundo um socialismo sem fronteiras, dirigidos por "iluminados" formatando um paraíso de fraternidade, igualdade, sem classes, etc. Aquela milonga que todos conhecem, hoje – e que apenas os tais iniciados e o povão desinformado, mantido estrategicamente na pobreza – da mesma forma que os coronéis nordestinos minam seus eleitores e cabos eleitorais. Assim, casaram-se o coronelismo com o marxismo tupiniquim – agora flertando seriamente com a dama da moda intelectual, a “Nova Ordem Mundial” – na verdade, um comunismo de viés internacional com coronéis cibernéticos lidando e submetendo o povo como massa de manobra e para a glória do Partido Único e os Deuses regionais!
Se os militares queriam uma Grande Pátria, os iniciados do Foro de São Paulo querem uma Pátria Grande. E o processo já começou com a aprovação da nova Lei de Imigrantes, o bolivarianismo Venezuelano, a destruição intencional da economia daquele País – e a introdução de novos eleitores da esquerda para turbinar os votos de um PT combalido, juntamente com o esquema liderado pelos empresários e banqueiros mais ricos do País – aliás, internacionais. Porém a conspiração medra nos bastidores dos 3 Poderes – até no STF com militantes travestidos de ministros, em pleno ativismo.
Assim, com o fim do Regime Militar, que pecou de várias formas, mas entregou o poder aos chamados “Democratas”, baluartes das “Diretas Já”. Assim, começava a desconstrução do Brasil, unindo interesses mesquinhos de gente sem alma que só pensa em tirar vantagem – já que a “Lei de Gerson” é a mais respeitável instituição – acima de qualquer outra. Dessa forma uniram-se os corruptos com os socialistas, tendo em vista   motivações diversas, porém semelhantes, de apropriação do País e subjugar a Nação.  Segundo seus caprichos, pecuniários ou ideológicos. Nasceu, assim, a República das Baratas.
Vamos estar atentos aos novos capítulos desse telenovela, como se fosse um filme de Glauber Rocha, “Deus e o diabo na terra do Sol”. Com certeza Deus já venceu, mas da mesma forma que permitiu que Jó fosse atribulado com a perda de todos seus bens, ficando com o corpo coberto de chagas, poderá também permitir que o diabo faça o mesmo com a Grande Pátria, que querem formatar em Pátria Grande.
Hoje há como um silencio medroso. Enquanto as baratas agem nos esgotos, conquistando adeptos em organizações religiosas, entre jovens doutrinados em universidades, tentando fazer a cabecinha de crianças – como disse uma pégrandepedagoga, que "a criança não é da família, mas do Estado"! Haja arrogância baratina! Tenta-se dividir a Nação em negros contra brancos, mulheres contra-homens, jovens contra os pais, etc. Necessário, pois, manter a boa índole e ser corajosos na defesa da Democracia Real e fim de um sistema corrupto-ideológico que quer o fim do Brasil.
Se a mentalidade das baratas prevalecer, ai de nós! Que o Vencedor dos vencedores tenha misericórdia de nós! Precisamos mesmo é de uma Intervenção Divina! (o Editor)

SONHO DE CONSUMO DA BARATARIA NACIONAL


ANEXOS
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barata

https://super.abril.com.br/ciencia/tudo-que-voce-nunca-quis-saber-sobre-as-baratas/

https://esquadraodoconhecimento.wordpress.com/2012/11/18/como-vivem-as-baratas/


- http://www.ver-o-fato.com.br/2016/07/bizus-verdades-e-mentiras-na-politica.html





(José J. de Azevedo)

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