Era uma vez um País na América do Sul. Vasto, com imensas fronteiras com países andinos,
de outro idioma, mas semelhante ao falado ali. Milhares de quilômetros de
litoral, fantásticas paisagens em clima tropical. Vastidões de terras férteis, agriculturáveis,
florestas e biomas de mais alta complexidade e diversidade biológica. Sob seu
solo o petróleo, ouro, minérios – alguns como o Nióbio tendo a maior reserva do
planeta.
O País saiu da mentalidade escravocrata pelos anos 30, com a
Revolução liderada por um gaúcho, que avançou sobre São Paulo e sua capital,
fazendo-se um líder com visão estratégica. Implantou indústrias de base, siderúrgicas,
nacionalizou todas as jazidas de petróleo e outras riquezas nacionais – com o
fim de protege-las da cobiça internacional. Ampliou relações comerciais e fez tratados de
amizade com vários países. Isso tudo gerou inveja por parte de determinados
personagens cujo trabalho era denegrir a imagem desse grande homem. Houve
tentativas de golpe que foram vencidas nos ninhos.
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| DEUSA DA JUSTIÇA JÁ NÃO É CEGA, MAS VESGA! |
Não era um homem perfeito, pois eles não existem. Mas amava
sua terra e era amado por sua gente. Tal foi a opressão de inimigos que, em vez
de sufocar os adversários, apelando as armas – desejando um clima de paz ao
País – que preferiu tirar a própria vida, em função de grandes pressões
internacionais manifestas através de parte da imprensa e das artimanhas de
grupos minoritários, mas barulhentos. Seu suicídio foi fruto de crimes lesa
humanidade, cometidos através de vendilhões da pátria e homens de imprensa
equivocados, ou mal intencionados.
Com sua morte brotaram outros líderes, civis, obstinados na
luta pelo poder. Enfim, outro gaúcho, após a renúncia do presidente eleito,
cujo motivo por ele justificado foram “forças ocultas” que, possivelmente
tramavam contra sua vida. Seu vice foi empossado, depois de uma luta nos
bastidores. O País crescia, mas havia um déficit social gigantesco, que
precisava ser equacionado. A terra, após a morte do revolucionário, foi sendo
ocupada por grupos ligados a grileiros de terras – formando fortunas e gerando
nova casta de políticos eleitos, que passaram a guerrear contra essa tentativa
de abrir espaços de oportunidade para milhões de cidadãos sem cidadania, através
de reformas que poderiam gerar uma economia mais forte e competitiva, gerando
riquezas.
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| MUITOS IRONIZAM O CONGRESSO: NINHO DE INSETOS |
Pois no País grupos influenciados, ou contaminados por esses
ideais – justificados como o único meio de levantar e trazer dignidade aos “proletários”
nacionais, tendo assessoria de enviados daquelas repúblicas, bem como
treinamentos, reuniões, etc., levaram esse grupo a assessorar o governo
legitimo, de forma a sublevar a conquistar o País para o novo regime, baseado
em ideias do materialismo dialético, com grossas porções do caldeirão de Darwin, que
criou a hipótese da geração espontânea e a seleção das espécies. Dentro desse
raciocínio pseudo científico Deus passou a ser um inimigo, e seus aliados
adversários perigosos, que precisariam ser contidos. Nesse embate ideológico
grupos majoritários religiosos passaram a marchar sob o signo da trilogia:
Deus, Pátria, Família – uns mais outros menos radicais. Na época uma grupo de
empresários da mídia televisiva passou a incentivar e dar publicidade aos
manifestantes, que engrossavam as marchas, nas capitais e até em cidades do
interior. Esses movimentos foram capitaneados por temerosos latifundiários, que
tinham diploma de Senadores e Deputados Federais. Um deles, após uma viagem
internacional do Presidente, garantiu as Forças Armadas daquele País que o
presidente havia fugido do País – e havia um perigoso vácuo de poder. Dessa
forma os militares foram convocados a tomar o poder. Nascia chamada Revolução
de Março a assim, no dia 31.03.1964. Para os inimigos ideológicos o que ocorreu
foi um Golpe no dia da Mentira, 01.04.
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| BRASILIA IDEALIZOU OS BRASILEIROS: SEM CÉREBRO |
Pois bem, sob a égide do Positivismo, os governos militares
sinalizaram a Nação a construção de uma Grande Pátria, nacionalista. Trataram
de formatar grandes projetos desenvolvimentistas e avanços estratégicos para
regiões mais ou menos desabitadas: Transamazônica, Mega-Hidrelétricas,
Mecanização da Agricultura, Insumos químicos para produção em grande escala,
reforço de empresas estatais, como a Petrobrás, Siderúrgicas, etc.
Na área da Educação os alunos passaram a ter aulas de “Moral
e Cívica” – que grupos de oposição abominavam. Outra forma de reforçar o
nacionalismo era a cantoria do Hino Nacional antes do início das aulas, quando
os alunos, em formação no pátio dos colégios, cantavam em uníssono o Hino e
saudavam a bandeira do País. Havia, assim,
um clima de respeitabilidade entre alunos e professores. Ao entrar na sala de aula
todos os alunos, em sinal de respeito, levantavam de suas carteiras para receber
o professor.
Foi nessa época dos anos sessenta que surgiam grupos
musicais juvenis, como os Beatles, que passaram a movimentar a juventude com
práticas e posturas não convencionais: Deixavam o cabelo crescer, e na medida
de seu sucesso, foram deixando de usar seus terninhos e gravatas e músicas românticas
– que, sob seus acordes e letras, as meninas deliraram. Apareceram gurus turbinando
a banda com novas ideias, com pitadas de contestação, questionamentos, e “poder
jovem”. Essa agitação foi contaminando a geração da mocidade de países do
Ocidente com novas ideias, formatando o conflito entre jovens e idosos, pais e
filhos. Talvez isso tudo tenha sido intencionalmente
planejado e a coisa explodiu em maio de 1968, nas ruas de París – que em nosso
País até ganhou uma publicação chamada “1968, o ano que não acabou”.
Jovens de cabeça feita aderiram a revoltas da juventude, nas
ruas da capital francesa, seguravam grandes retratos de líderes comunistas como
Che Guevara, Mao, Lenin, etc., e protestavam com o slogan, “É proibido Proibir”
– nascia, assim, a geração de inocentes úteis ao lado da geração dos inocentes
inutilizados logo mais, com a chamada “revolução psicodélica” – que nascia através
de professores que achavam que podiam dar um salto espiritual através dos
transes provocados pelo uso de alucinógenos. Hoje o balanço é trágico e
sinistro, com milhões de jovens drogados, meninos pobres de morros e favelas
usados como "aviõezinhos" ou guardiões de traficantes; corrupção policial, guerra entre
traficantes disputando pontos de venda – tornando as grandes cidades, especialmente
no ocidente, um fantástico mercado de uma das maiores indústrias de nosso
tempo. Sob esse panorama figuram personagens como Gramsci – revolucionário italiano
– que dizia que o cristianismo teria que ser arrancado desde as raízes para a
tal revolução prevalecer e trazer ao mundo um socialismo sem fronteiras,
dirigidos por "iluminados" formatando um paraíso de fraternidade, igualdade, sem
classes, etc. Aquela milonga que todos conhecem, hoje – e que apenas os tais
iniciados e o povão desinformado, mantido estrategicamente na pobreza – da mesma
forma que os coronéis nordestinos minam seus eleitores e cabos eleitorais.
Assim, casaram-se o coronelismo com o marxismo tupiniquim – agora flertando
seriamente com a dama da moda intelectual, a “Nova Ordem Mundial” – na verdade,
um comunismo de viés internacional com coronéis cibernéticos lidando e
submetendo o povo como massa de manobra e para a glória do Partido Único e os
Deuses regionais!
Se os militares queriam uma Grande Pátria, os iniciados do
Foro de São Paulo querem uma Pátria Grande. E o processo já começou com a
aprovação da nova Lei de Imigrantes, o bolivarianismo Venezuelano, a destruição
intencional da economia daquele País – e a introdução de novos eleitores da
esquerda para turbinar os votos de um PT combalido, juntamente com o esquema
liderado pelos empresários e banqueiros mais ricos do País – aliás,
internacionais. Porém a conspiração medra nos bastidores dos 3 Poderes – até no
STF com militantes travestidos de ministros, em pleno ativismo.
Assim, com o fim do Regime Militar, que pecou de várias
formas, mas entregou o poder aos chamados “Democratas”, baluartes das “Diretas
Já”. Assim, começava a desconstrução do Brasil, unindo interesses mesquinhos de
gente sem alma que só pensa em tirar vantagem – já que a “Lei de Gerson” é a
mais respeitável instituição – acima de qualquer outra. Dessa forma uniram-se
os corruptos com os socialistas, tendo em vista motivações
diversas, porém semelhantes, de apropriação do País e subjugar a Nação. Segundo seus caprichos, pecuniários ou
ideológicos. Nasceu, assim, a República das Baratas.
Vamos estar atentos aos novos capítulos desse telenovela,
como se fosse um filme de Glauber Rocha, “Deus e o diabo na terra do Sol”. Com
certeza Deus já venceu, mas da mesma forma que permitiu que Jó fosse atribulado
com a perda de todos seus bens, ficando com o corpo coberto de chagas, poderá
também permitir que o diabo faça o mesmo com a Grande Pátria, que querem
formatar em Pátria Grande.
Hoje há como um silencio medroso. Enquanto as baratas agem
nos esgotos, conquistando adeptos em organizações religiosas, entre jovens
doutrinados em universidades, tentando fazer a cabecinha de crianças – como disse
uma pégrandepedagoga, que "a criança não é da família, mas do Estado"! Haja arrogância baratina! Tenta-se
dividir a Nação em negros contra brancos, mulheres contra-homens, jovens contra
os pais, etc. Necessário, pois, manter a boa índole e ser corajosos na defesa
da Democracia Real e fim de um sistema corrupto-ideológico que quer o fim do
Brasil.
Se a mentalidade das baratas prevalecer, ai de nós! Que o Vencedor
dos vencedores tenha misericórdia de nós! Precisamos mesmo é de uma Intervenção
Divina! (o Editor)
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| SONHO DE CONSUMO DA BARATARIA NACIONAL |
ANEXOS
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Barata
- https://super.abril.com.br/ciencia/tudo-que-voce-nunca-quis-saber-sobre-as-baratas/
- https://esquadraodoconhecimento.wordpress.com/2012/11/18/como-vivem-as-baratas/
- http://www.ver-o-fato.com.br/2016/07/bizus-verdades-e-mentiras-na-politica.html
(José J. de Azevedo)




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