A PALESTRA DO GAL.
MOURÃO, EM CAXIAS DO SUL, DEU PANO PRA MANGA, EM FUNÇÃO DE UM DETALHE REFERENTE
A CULTURA BRASILEIRA. A IMPRENSA EM GERAL, OAB-SP, CIMI, ETC., MANIFESTARAM-SE
COMO QUEM “COA O MOSQUITO E ENGOLE O CAMELO”. RESOLVI OUVIR NA ÍNTEGRA.
FIQUEI
SURPRESO COM O VALIOSO CONTEÚDO DA MESMA, DE FORMA QUE RESOLVI AQUI TRANSCREVE-LA.
“Fora da Democracia e da Liberdade não há
vida para nós brasileiros! Ao qual o militarismo e a ditadura não vão resolver
problema nenhum pra gente. Por mais que muitas vezes nós achamos que são uma
varinha de condão, e não é. Eu quero que todos aqui tenham muito firme em suas
mentes que nem o Deputado Bolsonaro, nem eu, somos defensores de soluções
autoritárias, mas defensores de que o Executivo exerça sua autoridade!
Aristóteles dizia que o homem é um animal político por natureza e quando
aperfeiçoado é o melhor de todos. Entretanto, separado do Direito e da Justiça,
que são primordiais numa democracia de massa, porque é o que nos faz conviver
bem uns com os outros. Separado do Direito e da Justiça o homem se torna o pior
de todos. Esse alerta é dirigido para o homem civilizado, pois é no homem
civilizado nos encontramos aqueles que, desprezando a virtude, usarão todos os
artifícios e vantagens da política do poder político para a consumação dos
vícios mais decadentes e, infelizmente nós estamos vendo isso em nosso País.
Está na hora de nós iniciarmos a transformação no Brasil” – Gal Antônio
Hamilton Mourão.
MOURÃO, A
CULTURA E A RAÇA BRASILEIRA
Parte
da mídia elevou algumas frases do General Mourão, candidato a vice-presidente
na chapa de Jair Bolsonaro, ao nível de um verdadeiro golpe de estado; com
repetecos até em organizações internacionais, aliadas a mentalidades
semelhantes – por figuras que foram sendo alçadas por velhos mestres do
materialismo dialético a cargos importantes, seja na ONU, OEA, etc. Em palestra
proferida em Caxias do Sul, o candidato a vice na chapa de Bolsonaro, o Gal.
Mourão, em entrevista à jornalista Fernanda Salles, postada no youtube,
respondeu a seus críticos da grande imprensa avessa a fardas: “Nessas
palestras que faça por todo o Brasil eu sempre apresento as nossas heranças
culturais. Temos heranças culturais dos 3 grupos que formaram aquilo que chamo
raça brasileira: O ibérico, o indígena que já habitava as américas e o negro
africano que foi trazido como escravo. Dessas três nós herdamos coisas
maravilhosas e coisas não tão boas assim. Mas isto constitui a raça brasileira.
Esse foi o meu ponto focal, até porque eu sou filho de amazonense e quem olhar
pra mim vê que tenho grande parte de sangue indígena correndo no meu corpo,
assim como sangue de origem africana. Também não quero ofender a ninguém,
jamais fiz isso. E o ponto principal é que a raça brasileira é a junção de três
grupos”[i]
Imaginem o ódio de patriarcas “socialistas” ao dramaturgo
Nelson Rodrigues entrevistado por um jornalista da Veja – em 04.06.1969 – que
perguntou a ele se ele era ou não um “reacionário”. Ele respondeu: “Se na
Rússia - onde não existe o direito de greve, onde de uma vez, de uma só
cajadada, matou 12 milhões de fome, onde toda a experiência socialista tem 100
milhões de mortos a pauladas -, se a Rússia se considera libertária, se acha
que está trabalhando para o futuro, que é o futuro, então, nesse caso, eu sou
reacionário, sou o passado, sou a Idade Média. E prefiro ser a Idade Média,
pois a Rússia é a pré-idade média”.
Mais adiante ele detonou o então chamado “poder jovem” e as
manifestações de maio de 1968, em Paris: “É o que aconteceu na França, quando o jovem
idiota, durante um mês, humilhou e ofendeu sua pátria. E o que fizeram na
França? Arrancaram paralelepípedos, viraram carros e incendiaram lixo. Uma
juventude tão inepta que escrevia nas paredes “é proibido proibir” e carregava
cartazes de Lenin, Mao, Guevara e Fidel, autores das proibições mais brutais.
Era a imaturidade erigida em virtude formidabilíssima era o poder jovem que é o
próprio culto à imaturidade”. Ficaram, possivelmente, bufando pelas
narinas quando leram o que ele disse: “Os Estados Unidos são um grande país, o país
mais livre do mundo. Imagine só que lá a televisão já andou passando um filme
intitulado “As atrocidades americanas no Vietnã”.[ii]
Sua fama de “reacionário” advinha dele ter uma visão realista dos fatos da História
não vedada pelo vesgo fanatismo ideológico – cada vez mais comum no Brasil.
Vemos como parte da
chamada “grande imprensa” – cada vez mais apequenada em função de partidarismo
e proselitismo ideológico – trata a questão da manifestação da opinião. Quando
um sujeito metido a artista berra do palco, no recente showmício extraoficial do PT, que
“Jesus
é gay”, nenhum deles ficou indignado, e a mídia internacional também
não se manifestou condenando a cristãofobia ou bibliofobia, explicitas – cada
vez mais acentuadas. Nada contra pessoalmente contra homossexuais, a maioria
com certeza tem respeito pela fé cristã e amam o Brasil. Porém quando o General
Mourão resvala no politicamente correto, ao se referir a índole das raças que
contribuíram para nossa formação sociocultural, o pau quebra e o rancor afetado
se propaga como fogo em mato seco nos comentários televisivos, em redes sociais
e na imprensa impressa. Todo o conteúdo
valioso de sua palestra ficou jogado às traças – e se prenderam apenas num deslize
que não foi maldoso. Fato semelhante foi
em função de um comentário do jornalista Willian Waack – feito há quase dois
anos, não-público. Alguns desafetos – quem sabe invejosos de seu sucesso como
profissional – gravaram o comentário infeliz – e jogaram na mídia e o resultado
foi sua demissão. Mas o tiro saiu pela culatra: a imprensa livre ganhou com sua
competência e responsabilidade com seu “Painel”, que vem suprindo a deficiência
do jornalismo televisivo das redes quanto a análise de assuntos atuais, política,
economia, análises, etc.
A rejeição de muitos jornalistas
e “intelectuais” ao candidato Messias Bolsanaro é um fato, haja visto o paredão
de fuzilamento verbal do Roda Viva, que o entrevistou – sempre tentando
incriminá-lo com relação ao período militar que, como em todo regime de
governo, teve seus erros e acertos – erros nada comparáveis aos de regimes fascistas,
como na Itália, Espanha, etc., e comunistas como na ex-URSS, Romênia, Coréia do
Norte, etc.
Sobre isso a professora de
Jornalismo, Regina Villela, autora do livro, “Quem tem medo da imprensa?”
comenta em vídeo do YouTube: “Bolsonaro fala com o coração e com isso
consegue desconstruir a imprensa. Todo jornalista quer tirar alguma coisa a
mais do entrevistado, mas no caso do Bolsonaro eles querem tirar algo que o
desconstrua. Eles criaram uma imagem dele e querem tirar algo que o
desconstrua... Eles não o admitem como Presidente da República. Eles têm uma antipatia
por Bolsonaro que não é nem pela figura dele, mas simplesmente porque ele
vestiu farda um dia na vida dele. E esses esquerdistas que dominam a imprensa
detestam militares, mesmo que fosse general de 4 estrelas. Eles preferem alguém
semianalfabeto, como Lula, ou um médico assim rodizio de chuchu... com isso
você vai comprar a imprensa com dinheiro de publicidade. Ele vai reduzir as
verbas que a Rede Globo ganha, e isso também está apavorando esse pessoal”.[iii]
CASA GRANDE & SENZALA
Pensando sobre a formação cultural do Brasil e associando-a
ao nosso tempo e, especificamente, à política, vemos florescer - talvez das
entranhas do psiquismo herdado do Brasil Colônia – o complexo da dicotomia
entre a “Casa Grande e a Senzala” -
onde viviam os senhores da terra e seus escravos. Não obstante o pais
ter sido governado por cerca de duas décadas por “socialistas” o complexo “Casa
Grande e Senzala” permaneceu atuante. Podemos figurar essa realidade com
Brasília, os 3 Poderes, e o resto do País.
Aos senhores da casa grande brasiliana todas as mordomias, maiores remunerações, negociações sempre sob suspeição dos escravos da Senzala – figurados nos trabalhadores, braçais, pequenos comerciantes, profissionais manuais, vendedores, feirantes, industriais de fundo de quintal, etc. A mentalidade bandeirante e a mentalidade colonial da Casa Grande perdura - mesmo que os pretensos ideais de igualdade e liberdade são esbanjados da boca para fora. Nos dois últimos anos vemos o desmonte dessas hipocrisias pelas operações do MP e Policia Federal – vasculhando as novas Casas Grandes em busca de indícios e provas da roubalheira institucionalidade – algo talvez raro nas antigas Casas Grandes, que se contentavam em explorar seus domésticos. No cenário mundial ocorreu o mesmo. Os pretensos revolucionários libertadores após a encenação dos discursos, tornaram-se senhores da população, dominadores cruéis como se os mesmos fossem escravos do Estado vassalos do Partido.
Aos senhores da casa grande brasiliana todas as mordomias, maiores remunerações, negociações sempre sob suspeição dos escravos da Senzala – figurados nos trabalhadores, braçais, pequenos comerciantes, profissionais manuais, vendedores, feirantes, industriais de fundo de quintal, etc. A mentalidade bandeirante e a mentalidade colonial da Casa Grande perdura - mesmo que os pretensos ideais de igualdade e liberdade são esbanjados da boca para fora. Nos dois últimos anos vemos o desmonte dessas hipocrisias pelas operações do MP e Policia Federal – vasculhando as novas Casas Grandes em busca de indícios e provas da roubalheira institucionalidade – algo talvez raro nas antigas Casas Grandes, que se contentavam em explorar seus domésticos. No cenário mundial ocorreu o mesmo. Os pretensos revolucionários libertadores após a encenação dos discursos, tornaram-se senhores da população, dominadores cruéis como se os mesmos fossem escravos do Estado vassalos do Partido.
O General Mourão, em seu brilhante discurso, referiu-se a
indolência dos índios – o que foi interpretado de forma negativa e tendenciosa.
Ora, o que significa índole? “Conjunto de traços e qualidades inerentes ao
indivíduo desde o seu nascimento; caráter, inclinação, temperamento”.
Falou sobre a malandragem do negro. No dicionário, o que significa? “esperteza,
astúcia, manha”. No linguajar do futebol: “habilidade, sutileza no confronto
com o adversário”. Se o ouvinte quiser poderá optar por outra interpretação:
“qualidade,
estilo de vida ou ação própria de malandro; malandrice”.
Depois de séculos de escravidão os africanos, com certeza,
passaram a simular malandramente seus sentimentos – e muitas vezes o rancor –
pelos senhores, nos engenhos, nas residências dos senhores, nos relacionamentos
entre o dono e o degredado, cujos direitos eram os de apenas sobreviver para
trabalhar. Eles eram submetidos aos capatazes, muitas vezes impiedosos, por isso
tinham que se utilizar de sutilezas gestuais e verbais para não serem atados
aos postes onde eram amarrados, ou em outros instrumentos de tortura. Acusar, dizendo que o general utilizou o
vocábulo de forma depreciativa é uma temeridade!
GAFES FAMOSAS DE PRESIDENTES
Luiz Inácio, quando esteve em Pelotas, não se conteve e
disse, pejorativamente: “Pelotas é cidade polo, exportadora de viado”,
seguido de uma risadinha irônica. Nem por isso o mundo caiu de pau sobre sua
imagem como então Presidente da República. Não foi ameaçado de ser processado
por seus cidadãos[iv]
Em 1979 o Presidente João Batista Figueiredo sancionou a “Lei
da Anistia, 6683”. Dessa forma muitos brasileiros, exilados, voltaram
ao Brasil e foram libertos todos os presos políticos, envolvidos em terrorismo,
assalto a bancos, guerrilha rural e urbana, etc. Figueiredo cumpria assim a
promete da redemocratização. Na época vários intelectuais o apoiaram nessa
empreitada, inclusive o mundialmente celebre cineasta Glauber Rocha - Em 1985, numa entrevista a Leila Cordeiro, da
Globo, se considera de missão cumprida após o término de seu mandato. Na
entrevista ele desabafa: “Fiquei meio frustrado porque não quiseram
que eu passasse a faixa para o meu sucessor. O Congresso decidiu que não
haveria passagem de faixa. Eu queria passar”[v].
Durante seu governo de transição era duramente criticado por uma parte da
imprensa. Foi quando ele, chateado em seu temperamento nem sempre, sereno,
desabafou dizendo que preferia “o cheiro de cavalo ao cheiro de gente”.
Esse desabafo deu pano pra manga e a mídia não perdoou.
Essas gafes fazem parte do ser humano. Se enumerarmos as
gafes de Dilma, Lula, Fernando Henrique Cardoso – do qual fui aluno de
Sociologia, na PUC-SP – entre outros, daria um interesse livro. Em determinado
momento de seu mandato, Fernando Henrique disse: “Esqueçam tudo que escrevi”.
Pois é, nem sempre a teoria casa com a prática.
Querem, agora, demonizar o General Mourão em função de uma interpretação
parcializada de suas palavras.
Por falar em gafes, eis uma da ex-presidente Dilma: “Eu
vi. Você, veja... Eu já vi, parei de ver. Voltei a ver. E acho que o Neymar e o
Ganso têm essa capacidade capacidade de fazer a gente olhar”. Outra que
poderia gerar processo por parte dos ambientalistas: “O meio ambiente é, sem dúvida
nenhuma, uma ameaça ao desenvolvimento sustentável. E isso ignifica que é uma
ameaça pro futuro do nosso planeta e do futuro dos nossos”. Também
especialista em relações humanas, ela afirmou: “Se hoje é o dia das crianças,
ontem eu disse que a criança, que o dia da criança é dia da mãe, do pai e das
professoras, mas também é o dia dos animais. Sempre que você olha uma criança
há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás. O que é algo muito
importante”.[vi]
PRONUNCIAMENTO DO GENERAL MOURÃO
SOBRE A REALIDADE BRASILEIRA ATUAL
O candidato a vice-presidente, na
chapa de Messias Bolsonaro, palestrando na Câmara da Industria e Comércio de Caxias
do Sul-RS, transmitindo algumas de suas ideias sobre o Brasil e seus desafios,
na atualidade:
“... Quero transmitir algumas das ideias que tenho de como
podemos superar essa crise e levar o nosso País avante. E quando me dirijo a
pessoas que estão na livre empresa, e são aquelas que tem realmente a
capacidade de levar o nosso País avante, pessoas que no dia a dia enfrentam
todos os tipos de desafios... Podem ter certeza de que eu entendo cada um dos
problemas que afligem vocês. Nosso País tem uma importância significativa.
Temos 7.500 km de costa e 15.700 km de fronteira terrestre com 9 países
diferentes. Eu chamo a atenção a essa questão das fronteiras porque volta e
meia ela surge no noticiário, muito ligado a questão da criminalidade que nos
assola, de contrabando de armas, do narcotráfico. É uma fronteira difícil. Eu
lembro que os EUA fazem fronteira apenas com 2 países, o Canadá, ao norte – não
é problema; o outro é o México, que são em torno de 3 mil km de fronteira – 1/5
da nossa fronteira terrestre – e os Estados Unidos, com todo seu aparato
tecnológico, com todo seu poder militar, tem estrema dificuldade em controlar
aquela fronteira. Nossas fronteiras são de selva, complicadas. Eu fui
comandante de brigada lá no noroeste do Amazonas. Eu tinha 1.500 km de
fronteiras, com Venezuela e Colômbia! Não é fácil.
Eu gosto de dizer que não existem
mais mares tranquilos e os senhores sabem disso. O mundo de hoje, com a
velocidade de comunicação que existe ele faz com que aquilo que é uma verdade
hoje não o é amanhã. O aparelhinho que cada um carrega no bolso permite
conectar com qualquer lugar do planeta é algo que mudou as nossas vidas. Eu
lembro que há 40 anos atrás, quando cheguei como aspirante a Cruz Alta, não
tinha DDD. Minha família morava no Rio de Janeiro. Pra falar com o Rio eu tinha
que ir a uma telefônica pedir uma linha; rede nacional de TV, TV a cabo, nada
disso! Esse é o mundo que estamos vivendo. Os senhores observam que ao norte da
linha do Equador não temos grandes potências e ao sul dos trópicos ainda está
uma potência por surgir e eu tenho certeza que será o nosso Brasil.
Lembro que a população humana se
originou do leste da África, o Homo Sapiens, nossa espécie. Setenta mil anos
atrás saiu da África e começou sua peregrinação pelo mundo. Encontrou outros
tipos de humanos e os absorveu. Levou 30 mil anos pra começar algum tipo de
conversação pra fazer alguma função cognitiva. Levou 60 mil anos pra descobrir
a agricultura – e de lá pra cá é que começamos a ter conhecimento daquilo que
somos. Portanto, é uma história muito longa que não se resume em poucas
palavras.
Esta foto, tirada no última
reunião do G7 mostra bem como vive este mundo. Nós temos ai o poderoso
presidente dos EUA sentado de braços cruzados encarando o restante de seus
ditos parceiros. O representante japonês, olhando com uma cara de zombaria olha
o para o papo entre o Trumph e Ângela Merck. É o mundo onde existe a hegemonia
militar dos Estados Unidos, hegemonia tecnológica e econômica, e está decidido
a prosseguir com sua própria renda. A despesa militar dos EUA é de 610 bilhões
de dólares/ano – é 33% do gasto mundial! É dias vezes e meia o que a China
gasta com suas forças armadas. Ou seja, o que regula a vida dos Estados Unidos
é o complexo industrial e militar. Os outros blocos econômicos e militares com
dívidas. Existe uma dívida mundial de 1,7 trilhão de dólares, que abrange
China, Coréia, Índia, e grandes empresas mundiais.
Está circulando na Internet um
vídeo com várias empresas que são multinacionais e tendem a desaparecer, pela
natureza do trabalho que faz. A ordem pós segunda guerra mundial ainda não
terminou, mas as coisas vem mudando. E temos conflitos disseminados no mundo
inteiro. Eu destaco ali – projeção – olha a cor que está nosso País, o Brasil,
um azul um pouco mais escuro, porque de acordo com as agências que estudam conflitos
a guerra do narcotráfico que nós travamos aqui já é não uma guerra como
costumamos dizer, já é um conflito. Não chega a ser um dos piores como ocorre
no México, que é uma guerra com o narcotráfico. Conflitos existentes na África,
no Oriente Médio, etc. Mas essa guerra, que chegou aqui a Caxias do Sul, conforme
vimos no Bom Dia Brasil, é uma guerra que temos que enfrentar.
Três corporações desafiam os
estados nacionais. Grandes acontecimentos que a gente vê da noite para o dia;
muitas ONGs atuando em áreas que antes eram do governo; interesse público e
privado abraçado, gerando corrupção, grandes ameaças e os megaeventos. São ameaças
que atacam todos os países, hoje: Terrorismo, crime organizado, colapso do
sistema financeiro – pode ocorrer! O que tem de dinheiro em papel, que não é
papel moeda, voando por ai, fora as chamadas moedas como o Bitecoin. Poderemos
ter uma nova quebra e precisamos estar atentos pra isso. O fluxo de capitais
ilícitos, que vimos aqui no Brasil com a corrupção, as migrações ilegais que
chegaram aqui, doenças que voltaram, o esgotamento das fontes de energia, a
espionagem, instabilidade dos regimes, sistema de informação entrando em
colapso junto ao acumulo de dados, assimetrias ampliadas, diferenças
tecnológicas, guerras cibernéticas, todos os dias nós temos ataques; tragédias ambientais e climáticas ocorrendo ...
não ocorriam em nosso País, mas agora temos furacões, enchentes.
Os políticos são essa coisa que
nós temos acompanhado neste século 21. Escravos das pesquisas de opinião;
conceitos de esquerda e direita – eu sou contra esses conceitos - conceitos do século XVIII, da Revolução
Francesa, mas estão todos abraçados, onde? Na corrupção! Tivemos ai governos
recentes do Partido dos Trabalhadores com o que há de pior na nossa política e
estamos vendo algumas coligações, agora, pra essas eleições, andando no mesmo
rumo – e todos os políticos querendo se salvar. Queriam formar uma CPI das
delações pra ver se cortavam esse instituto!
Político fala o que a gente quer ouvir, essa é a verdade.
As guerras de hoje: Drogas, o flagelo
da humanidade e o que ataca nossa juventude; o dinheiro ilícito, tráfico de
armas, leves ou de destruição em massa; o terror, tráfico de pessoas,
catástrofes ambientais, as guerras climáticas – que é por isso que as pessoas
estão saindo da África, a militarização do espaço.
E a nossa América do Sul? Vemos
que praticamente nenhum deles tem muita importância no concerto das nações. E o
gigantismo do nosso Brasil, que falamos Português, e todos os demais países
falam o Espanhol. Ainda existe um ideário obsoleto e sentimentos que vem da
época colonial – de que tudo o que acontece de ruim vem dos portugueses ou
espanhóis. Já passou o tempo de virarmos essa página. Vivemos uma defazagem
tecnológica ainda sofremos o efeito do caos da Venezuela.
Tive a oportunidade de assistir o início da destruição desse País. Passei lá
dois anos, em 2002-2004, como adido de defesa e do Exército – vendo o início do
período Chaves e como se destrói a economia de um País. Mas, se os senhores
olharem, todas as teorias de dominação comunista passam pela derrubada da
economia do País e se transpuserem para o nosso País... é exatamente o que estava sendo feito aqui!
Isso pelo grande teórico da União Soviética chamado Boris, no chamado “fator
tempo”. É o que ocorreu na Venezuela. Infelizmente as Forças Armadas
venezuelanas foram cooptadas nesse processo, seja pela corrupção, seja pelo
medo e nós estamos vivenciando essa crise, essa tragédia e que vai explodir, a
qualquer momento. As cenas filmadas e que apareceram hoje com uma tropa
demandando de medo (com o dorme explodindo sobre a comitiva de Maduro). O estampido
de boiada é algo preocupante. E uma união de esforços. Aqui foi criada aquela
UNASUL que está morrendo de fome.
Falta de líderes bem como de
estratégias de desenvolvimento. Nas palavras de um velho comandante militar a
UNASUL nada mais era do que o Pacto de Varsóvia de sandália havaiana. Países
que dependem de produtos primários e de pouco valor agregado. Nossas grandes
exportações de petróleo, couro, ferro e o nosso agronegócio; fragilidade dos
regimes políticos, insegurança institucional e temos conflitos aqui,
adormecidos. A Venezuela tem fronteira com a Guiana, tem conflito com a
Colômbia, lá na Península Guaíra, o Peru e o Equador foram a guerra há pouco
mais de 20 anos atrás; Chile, Bolívia e Peru, no século XIX, que resultou na
perda da saída do mar a Bolívia; Argentina e Uruguai andaram se estranhando com
a questão das fábricas de celulose no Rio Uruguai e o Paraguai tem problemas
sérios com todos os seus vizinhos. Então, a qualquer momento senhoras e
senhores, algo pode ocorrer nessa nossa América do Sul.
E a diplomacia paralela? É a diplomacia do Foro de São Paulo, criado
após a queda do Muro de Berlim, em 1989. Secou o ouro de Moscou Fidel Castro
tinha que dar um jeito de ver seu regime sobrevivendo. Eu li toda essa
mulambada da América do Sul, desses partidos, ligados a esquerda mais radical e
mais organizações terroristas e de sequestradores, e fizeram essa primeira
reunião em São Paulo, em 1990, daí o nome ser o Foro de São Paulo. ´E a mais
vasta organização política que já existiu na América Latina e uma das maiores
do mundo. Participam todos os governos esquerdistas do Continente, reúne mais
de 100 partidos legais e várias organizações criminosas, ligadas ao narcotráfico
e indústria do sequestro – As Farc e o Movimento de Esquerda Revolucionário
Chileno. Há pouco fizeram sua reunião
20ª lá em Havana. Está ai a foto: Figuras conhecidas, Maduro, e lá no centro
uma figura que nos custou muito caro, aquela que queria estocar o vento
(Dilma).
CONDIÇÕES FAVORÁVEIS A ATUAÇÃO
DA CRIMINALIDADE TRANSNACIONAL
Ações de inteligência diversas,
de ONGs, empresas transnacionais, e ações de decisões multilaterais, etc. A
Bolívia sob Evo Morales quadruplicou a sua produção de folhas de coca, que vai
ser transformada na pasta básica e vai chegar às ruas a cocaína que a juventude
e alguns outros mais velhos consomem e que destrói todo mundo. Colômbia, Peru e
o Paraguai com a maconha. Estamos cercados por eles e somos um grande mercado!
O segundo maior consumidor de drogas do mundo é o nosso País!
E o nosso Brasil? Ninguém tem dúvidas de nosso porte
estratégico. Mas temos dificuldades em
transformar isso em poder. Ainda existe o famoso complexo de vira-latas em
nosso País, infelizmente. Nós temos que superar isso! Temos uma herança cultural. Uma herança que
tem muita gente que gosta do privilégio. Temos aí servidores que estão aí para
servir, não têm uma visão de País, convicção de valor ou espírito público. A
elite apoia governos desde que esses governos forneça as benesses que ela acha
que tem que receber. Infelizmente é isso que funciona.
EMPOBRECIMENTO CULTURAL
Nossa elite aceita placidamente
que a nossa Cultura seja formada por Anitta, Pablo Vitar e Jojo Todinho.
Descaso com os rumos do País. Aplaudiam de pé o Lula e a Dilma porque estavam
ganhando algum dinheiro ali. Não se posicionaram ante a crise. Com isso levam a
falência deles mesmos e as estruturas ficam petrificadas. E temos uma
tempestade econômica que começa na Constituição de 1988, que cedeu tudo e não
procurou cobrar nada da população. Naquela época o grande filosofo
contemporâneo, José Sarney declarou que a conta ia chegar algum dia. Ela
chegou, está aí! Vivemos a hiperinflação. Os mais novos aqui não lembram dela
mas todos nós lembramos. O Plano Real em 16 anos de ajuste fiscal, que foi uma
obra iniciada no governo Itamar Franco, com Fernando Henrique Cardoso. Quando
falam aí que presidente tem que entender de economia... Itamar não entendia
bulhufas de economia e o seu Ministro da Fazenda era um sociólogo, mas
escolheram homens competentes com visão e capacidade de fazer o que tinha que
ser feito.
PRIVATIZAÇÕES E EQUÍLIBRIO NAS CONTAS
O Estado [deve] se tornar menor e
dar mais espaço para a iniciativa privada, e ocupar [outras] atividades. Quem
gasta mais do que ganha vai para o cheque especial, depois estoura o cartão de
crédito e depois vai para o agiota. Nosso País é isso aí! O equilíbrio das
contas – isso é conta de padeiro – é a casa da gente. Abrir uma matriz econômica
com meta de inflação, câmbio flutuante, e a taxa de juros que manteve esse
equilíbrio. O que aconteceu? Segundo governo Lula, que venceu o Mensalão –
acharam que ele ia cair porque o Mensalão havia sido exposto – subsidiando
todos os tipos de atividades. Inicialmente era para subsidiar as estratégicas,
mas aí entra aquela visão da elite: Porque está subsidiando o calçado e não
está subsidiando a indústria têxtil, a metal mecânica, assim foi! Todo mundo deixando de pagar e os empréstimos
via BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Então o
governo captava dinheiro a 13% e emprestava a 6% para os empresários amigos,
obviamente. Com isso nos levou ao déficit fiscal e aumento da dívida pública,
que hoje está em 75% do nosso PIB – Produto Interno Bruto[H1]
– o que levou as famosas pedaladas. À
partir de 2014 fomos só descendo, ano passado 159 bilhões e esse ano devemos
também bater essa margem. O que fez o governo pra tentar vencer a questão do
déficit? Criou um novo regime fiscal, ou
seja, a despesa agora de 2019, o orçamento de 2019 é um orçamento de 2018 mais
inflação de julho de 2017 a junho de 2018. Com isso vão se limitar. No entanto,
o que acontece na vida real? Poe determinação constitucional as despesas com
Previdência, Pessoal e Benefícios crescem acima da inflação. É a pizza do
orçamento. Se alguma fatia aumenta as outras têm que diminuir. Se for gastar
mais com benefício e previdência eu tenho que gastar menos com investimentos e
com a vida vegetativa do País. É isso que está acontecendo e que irá acontecer
se medidas não forem tomadas. Vai faltar recursos para a saúde, educação,
defesa, etc. Se nada for feito em 2022 as despesas obrigatórias serão maiores
que o orçamento da União! Ou seja, o País quebra! Eu cito Roberto Campos: A diferença
entre a estupidez e a inteligência é que a inteligência é limitada!
OS EXCLUÍDOS, AMEAÇAS EXTERNAS E O
COMPORTAMENTO DOS AGENTES DO ESTADO
Temos os excluídos, os pobres,
que vivem nas chamadas comunidades. Eu chamo de excluídos porque o Estado não
chega neles! Essa questão da luta contra
o narcotráfico os senhores conhecem muito bem. Abandonamos as ferrovias, não
temos navegação de cabotagem e transportamos tudo no lombo de caminhões neste
País, o que não é bom.
![]() |
| RIO DE JANEIRO,FALIDO PELA CORRUPÇÃO E TRÁFICO DE DROGAS |
Nossas bases institucionais ainda
são frágeis. Nossas exportações são pequenas, dependemos ainda de muita
tecnologia externa, defesa e segurança são assuntos não são discutidos de forma
racional, são precárias. A atividade de
inteligência foi considerada amaldiçoada desde o fim do período de presidentes
militares. O Collor destruiu o SNI –
Serviço Nacional de Informações e Fernando Henrique, dez anos depois
reconstruiu ... Atores à margem da Lei temos dois grupos de criminosos, de
colarinho branco e a bandidagem que se mata na rua e que rouba celular, carro,
que nos ataca diariamente.
Infelizmente a nossa sociedade
carece de coesão. Temos um crescimento insuficiente e demanda demais e o Estado
particularizado, aparelhado e com isso com índices preocupantes de corrupção
[dos maiores do mundo]. O aparto de segurança pública é frágil, a nossa polícia
sofre porque se ela age como polícia vem a turma da Maria do Rosário e direitos
humanos dizer que o policial foi se a polícia cruza os braços ... Deve ser
melhor apoiada para a missão difícil que tem que cumprir.
Somos susceptíveis a tudo que é
tipo de ameaça. Nossa Marinha e Força Aérea com dificuldades para garantir
nossas vias de comércio. E o Estado vocês sabem, é caro, é burocratizado, é
corporativista nos seguimentos do funcionalismo (Exemplo, o ascensorista do
Congresso que ganha mais do que um piloto de caça da Força Aérea0 isso leva a
valorização assimétrica do servidores e ainda temos o carimbo, em plena era
digital. É a maior dificuldade a gente conseguir
fazer os nossos serviços com o Estado Brasileiro via Internet".
DESAFIOS
"Muito bem, então fiz o panorama.
Vamos ver então os nossos desafios:
1.
Não resta dúvida que existe um forte aumento das
demandas sociais. A nossa população, apesar de lhes faltarem saúde, educação
ela entende o que ela necessita e o Estado é pressionado. O estado tem sua
capacidade financeira reduzida pela crise fiscal. Quais são os nossos padrões
de referência? É os Estados Unidos ou outro pais com mais pobreza? É os Estados
Unidos. Isso é pressão, o cidadão quer ser bem atendido. Ninguém quer entrar
numa repartição pública e ser tratado com desprezo. A extensão dos direitos
sociais, abrangendo toda a população desestabiliza. O Estado tem que saber
trabalhar com isso, lidar com isso. Ninguém mais aguenta a cultura burocrática
e a má qualidade dos serviços públicos. O Estado está pressionado e tem que
buscar soluções!
2.
Fundamentos Econômicos Modernos – Disciplina
fiscal é conta de padeiro, receita e despesa tem que se igualar;
3.
Reforma Tributária – Vamos reduzir o número de
impostos. Vamos ter impostos que atendam a todos e saibam o que estão pagando.
4.
Regime Cambial e liberalização Financeira – Os
investimentos estrangeiros não são malditos, são benvindos desde que
devidamente controlados!
5.
Privatização – O Estado tem que ser reduzido.
6.
Desregulação – Para nos libertar da burocracia.
7.
Propriedade intelectual.
8.
Gestão Pública – Tem que ser profissional com
padrões explícitos de desempenho. O pessoal não gosta de ser cobrado. Agencias
regularizadora e ênfase na qualidade dos serviços do Estado e atendimento;
delegar autoridade, favorecer a competição;
9.
Disciplina e parcimônia no uso dos recursos e
vamos aumentar o uso de ações e comunicações, que já existe em nosso sistema
bancário; quase ninguém mais vai ao banco, tudo é feito no celular ou em casa,
no computador ou no terminal bancário – o sistema mais avançado do mundo é o
nosso.
PADRÕES DE GOVERNANÇA
1. O
Estado tem que ser entendido como um organismo plural. Tem que saber qual é a
missão, dar satisfação, usar as redes, por isso tem que ter eficiência e
transparência para confiança dos contratos. Se não há confiança nos contratos
nada funciona. Desde a Constituição de 1988, das 23 leis federais acrescidas, por
dia; 103 emendas constitucionais; 103 leis complementares.... Eu tenho uma
filha advogada, ela está satisfeita (rãs).
2. Qual
o significado disso tudo? Como superar
isso? Eu falei aqui na condição de candidato a vice-Presidente Junto com o
presidente Jair Bolsonaro. Como estamos pretendendo equacionar essas
questões? A Reforma Fiscal. Reduzindo o
custo do Estado e distribuindo os recursos para os entes da federação, os
Estados. Não faz sentido o Prefeito de Caxias do Sul sair pra ir mendigar
dinheiro em Brasília. Ele tem que ter o recurso na mão dele, aqui. Esse é um
novo Pacto Federativo. O nosso sistema [atual] é um federalismo às avessas,
porque fica todo o recurso na mão do governo federal.
3. REFORMA
POLÍTICA – Seria o parlamentarismo uma solução? Vamos pensar!
4. LIVRE
MERCADO – Nada pode fugir do livre mercado. Eu não posso regular o preço do
diesel – o mercado vai fazer seu trabalho.
5. IMPULSIONAR
AS EXPORTAÇÕES – Todo poder aos exportadores
6. EDUCAÇÃO
– Educar o brasileiros e dessa forma resgatar a cidadania.
7. CREDIBILIDADE
- Recuperar a credibilidade do Estado com eficiência na gestão; via um governo
austero com zero de corrupção e relacionamento republicano com os entes da
Federação e com os demais poderes e sempre brigar em defesa da Democracia como
bem falou aqui o candidato a Presidente, Bolsonaro. Fora da Democracia e da Liberdade não há vida
para nós brasileiros! Ao qual o militarismo e a ditadura não vão resolver
problema nenhum pra gente. Por mais que muitas vezes nós achamos que são uma
varinha de condão, e não é. Eu quero que todos aqui tenham muito firme em suas
mentes que nem o Deputado Bolsonaro, nem eu, somos defensores de soluções autoritárias,
mas defensores de que o Executivo exerça sua autoridade! Aristóteles dizia que
o homem é um animal político por natureza e quando aperfeiçoado é o melhor de
todos. Entretanto, separado do Direito e da Justiça, que são primordiais numa democracia
de massa, porque é o que nos faz conviver bem uns com os outros. Separado do
Direito e da Justiça o homem se torna o pior de todos. Esse alerta é dirigido
para o homem civilizado, pois é no homem civilizado nos encontramos aqueles que,
desprezando a virtude, usarão todos os artifícios e vantagens da política do
poder político para a consumação dos vícios mais decadentes e, infelizmente nós
estamos vendo isso em nosso País. Está na hora de nós iniciarmos a
transformação no Brasil. E, finalmente, soldado que sou, como guerreiro de
selva, vamos viver tempos difíceis porque não se conserta o que está errado da
noite pro dia. Queremos trocar o motor com o avião voando e para isso
precisamos aprender a suportar o desconforto e a fadiga, sem se queixar e
sermos empoeirados em nossas necessidades. Era o que queria transmitir a todos.
Muito obrigado!
REFERENCIAS
[i] SALLES, Fernanda – Entrevista com General
Mourão no programa Terça Livre - Youtube. SP, 07.08.2018
[ii] Editora Abril – “A História é Amarela” –
Entrevista de Nelson Rodrigues a Luiz Fernando Mercadante – pág. 9. SP, 2017.
[iii]
VILLELA, REGINA – Depoimento de Gal. Mourão - Youtube, 04.08.2018
[iv]
SILVA, Luiz Inácio Lula da Silva – “Lula fala que Pelotas é Exportadora de
Viados”. Canal de Renato Alves, Youtube, 05.03.2014.
[v]
FIGUEIREDO, João Batista – “Leila Cordeiro entrevista João Figueiredo,1985”. –
Leila Cordeiro, RJ, 1985.anal
[vi] CANAL
BRASIL LEAKS – “Quase todas as gafes de Dilma” – Canal Brasil Leaks. Youtube,
28.03.2016. [vi]
1. MOURÃO, General Hamilton – Palestra “Como Superar a
Crise” – Câmara de Industria e Comércio de Caxias do Sul-RS; 07.08.20018






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