Mário Vargas Lhosa , escritor peruano, prêmio Nobel de Literatura em 2010 disse recentemente, sobre os perigos pelos quais a Democracia vem sendo ameaçada no mundo, e que seu "inimigo principal, a gangrena", é a corrupção. Essa séria afirmativa deve ser gravemente refletida por parte dos políticos, em geral, pelo Congresso e por ministros de Estado, principalmente do STF - Supremo Tribunal Federal.
Com certeza ninguém, a não ser um pequeno grupo ameaçado de psicopatia, quer esmurrar e virar a mesa, gerar um clima de instabilidade social e econômica no País, em função de alguma obsessiva vontade de poder.
Com certeza os primeiros vitimados pela desconstrução ardilosa da Democracia brasileira serão os primeiros a ser vitimados pela falta dela. A situação do Brasil exige cautela e bom senso, diálogo responsável e boa vontade - independentemente de partidos ou posição politica. O atual Ministro da Economia, um técnico, alerta para os riscos de uma "venezuelização" do País caso os atores do Parlamento não se unam para suprimir as necessidades urgentes do Brasil - vitimado pela corrupção, a obsessão pelo poder ad infinitum - característica de caudilhos que se rendem a tentações ditatoriais.
Mais do que nunca a população brasileira está mobilizada e, com certeza, utilizará de meios constitucionais rigorosos para evitar que a Nação seja prejudicada por aventureiros.
O Brasil se encontra em grande processo de mudança. Depois da Constituição de 1988, com seus acertos e deficiências, retrato de um tempo de transição, em que a cidadania atuante buscava firmar e reafirmar o regime Democrático como alternativa - deixando para trás os anos de autoritarismo civil-militar - o Pais passou por mudanças e novas crises. Com a morte de Tancredo Neves, eleito indiretamente por um Congresso que se fez surdo ao clamor popular por eleições diretas - talvez em função de uma alegada necessidade de transição - o seu vice, José Sarney, codinome de José Ribamar Ferreira de Araújo Costa - tomava posse em 15 de março de 1985, (des)governando até 1990. Uma de suas célebres frases, para justificar a falência de seus planos econômicos, Cruzado, em 1986 e Plano Verão, em 1990, foi dizer que "a inflação" seria um aspecto da cultura brasileira - e não resultado da falência politica eivada de vícios corruptivos. Na verdade ele tentava se justificar frente a uma inflação acumulada, que em 1990 passava de 4.850% - penalizando sempre os mais pobres.
Assim foi o desastrado primeiro mandato civil, depois de mais de duas décadas de estabilidade econômica do regime civil-militar, à despeito de seus excessos no combate a agentes que queriam a desestabilização - sem levantar aqui as motivações de cada lado. Essa desgraça brasileira deve ser, em grande parte, debitada ao Congresso (refiro-me as negociatas do velho e nada saudoso "Centrão".)
Hoje o Brasil, depois de 4 mandatos de governos ideologicamente à esquerda, democraticamente eleitos pela maioria dos eleitores, em eleições diretas - vive em um regime Democrático, cujas instituições devem ser fortalecidas. Após um grave atentado, em que um cidadão, agora definido judicialmente como "doente mental", sendo que a vitima, o ex-capitão do Exército Jair Messias Bolsonaro, foi eleito com grande margem de votos. Cremos que , pela ampla rejeição popular a governos do PT-PMDB, cuja herança maior foi os cerca de 13 milhões de desempregados e comprovadas denuncias de larga corrupção entre líderes de governo e empresários fominhas - unindo a fome com a vontade de comer! Palavras como "Mensalão" e "Lava-Jato" viraram sinônimo de corrupção sistêmica, na boca do povo. Essa doença desconstruiu a economia do País - gerando um fenômeno eleitoral sem precedentes no Brasil, e também uma grande oxigenação no Congresso.
Ao contrário de Sarney, que recebeu o Brasil fortalecido por boa infraestrutura e uma economia estável, apesar de crescente inflação provocada por conjuntura externa e endividamento, o atual governo herdou uma República falida, à beira do abismo, como afirma o atual Ministro da Economia, Paulo Guedes. A dívida de empresas, inclusive de políticos, banqueiros, etc., chega perto de um trilhão - uma afronta a centenas de milhões de brasileiros que pagam os maiores impostos do Planeta, recebendo migalhas em serviços públicos!
Grande parte, pois, dos trunfos que deram espetacular vitória eleitoral ao atual presidente, veio justamente das ações desastradas que levaram o País a atual situação. Não apenas em função da corrupção - seja no Mensalão como no Petrolão, cuja operação Lava-Jato já resgatou bilhões ao cofre da União - mas também a um obsessivo projeto de poder onde todas as cartas foram jogadas, com o aparelhamento politico do Estado e suas instituições, como o BNDES - usado como caixa para garantir enriquecimento ilícito e permanência no poder por parte do grupo, ora derrotado. Por outro lado devemos honrar aqueles que, enquanto governo, souberam honrar a confiança dos eleitores.
A IMPORTANCIA DO CONGRESSO
Se o Congresso errou no passado, negando as eleições direitas, fechando os ouvidos ao clamor popular, gerando graves consequências históricas, pode agora redimir-se através de verdadeiros representantes dos milhões de eleitores que acordaram e estão atentos.
Errou no passado porque ouviu o canto das sereias do dinheiro fácil, das negociatas, da lama corruptiva e do egoísmo perverso - gerando milhares de vitimas fatais, em função do mal exemplo e da falta de recursos para atendimento decente à população. Mas pode fazer História, no presente!
Muitos parlamentares não passaram de vilões e como traidores no roda pé da História do Brasil - e foram derrotados nas ultimas eleições. O Congresso foi expressivamente renovado e apenas uma vil minoria tem coragem de olhar para trás, como a mulher que virou uma estátua de sal por amar a decadência e a corrupção da cidade condenada.
Sejam os membros nobres do Congresso como os marinheiros que, ao navegarem próximos da ilha de sereias malignas tiveram seus ouvidos vedados com cera, para não serem atraídos pelos alaridos às profundezas da morte. Odisseu, o capitão das nave, após proteger seus amigos, pediu a eles que fosse amarrado no lastro da nau, para não se deixar seduzir pelo canto dos seres inimigos. Podemos comparar essa história do clássico grego à politica brasileira atual. Se voltar atrás o governo será imobilizado; se o Congresso ouvir o canto das sereias, na travessia do caos para a esperança, da crise e das armadilhas para os bons ventos onde o temporal dá lugar à luz do dia?.
Com certeza o velho "Centrão" deixou de ser. Surgem novos marinheiros nesse mar encapelado, homens de brio e de valor, obstinados em salvar a embarcação em sua trajetória política. Podemos dizer que o Congresso, reciclado, vem fortalecendo o CENTRÃO DO BEM, vencendo os dragões da maldade, como diria Glauber Rocha.
É normal existir uma pequena parcela da população indivíduos capciosos, apesar de inteligentes, extremamente egoístas e friamente calculistas - sem emoção ou sentimento gregário - que a Psicologia chama de psicopatia: "Doença mental grave em que o enfermo apresenta comportamentos antissociais e amorais, sem demonstração de arrependimento ou remorso, incapacidade de amar e se relacionar com outras pessoas com laços afetivos profundos, egocentrismo extremo e incapacidade de aprender com a experiência".
São homens ou mulheres com tal poder de convencimento que, se alçados ao poder por cordões de seguidores organizados politicamente, e alçados ao poder, seriam autores de tragédias como o nazismo de Hitler e seus psicopatas, Mussolini e seu bando fanatizado ou Lênin, com seu exercito alucinado de assassinos de milhões de inocentes - que ousaram pensar ou crer diferentemente. O clamor de nossos vizinhos da Venezuela é um exemplo frente a nossa realidade!
O Brasil clama por homens de verdade e de caráter nobre, honrados, que coloquem o Brasil acima de seus projetos pessoais ou interesses mesquinhos, independentemente de suas prioridades ou visões de mundo. É hora de estarmos fraternalmente unidos, como Nação em busca de um país melhor, mais justo e solidário capaz de espelhar ao mundo o melhor do caráter generoso de seu povo (José Julio/Editor)
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| QUE O SOL DA LIBERDADE SEJA O GUIA PARA UM BRASIL DIGNO DE SUA POPULAÇÃO |
Com certeza os primeiros vitimados pela desconstrução ardilosa da Democracia brasileira serão os primeiros a ser vitimados pela falta dela. A situação do Brasil exige cautela e bom senso, diálogo responsável e boa vontade - independentemente de partidos ou posição politica. O atual Ministro da Economia, um técnico, alerta para os riscos de uma "venezuelização" do País caso os atores do Parlamento não se unam para suprimir as necessidades urgentes do Brasil - vitimado pela corrupção, a obsessão pelo poder ad infinitum - característica de caudilhos que se rendem a tentações ditatoriais.
Mais do que nunca a população brasileira está mobilizada e, com certeza, utilizará de meios constitucionais rigorosos para evitar que a Nação seja prejudicada por aventureiros.
O Brasil se encontra em grande processo de mudança. Depois da Constituição de 1988, com seus acertos e deficiências, retrato de um tempo de transição, em que a cidadania atuante buscava firmar e reafirmar o regime Democrático como alternativa - deixando para trás os anos de autoritarismo civil-militar - o Pais passou por mudanças e novas crises. Com a morte de Tancredo Neves, eleito indiretamente por um Congresso que se fez surdo ao clamor popular por eleições diretas - talvez em função de uma alegada necessidade de transição - o seu vice, José Sarney, codinome de José Ribamar Ferreira de Araújo Costa - tomava posse em 15 de março de 1985, (des)governando até 1990. Uma de suas célebres frases, para justificar a falência de seus planos econômicos, Cruzado, em 1986 e Plano Verão, em 1990, foi dizer que "a inflação" seria um aspecto da cultura brasileira - e não resultado da falência politica eivada de vícios corruptivos. Na verdade ele tentava se justificar frente a uma inflação acumulada, que em 1990 passava de 4.850% - penalizando sempre os mais pobres.
Assim foi o desastrado primeiro mandato civil, depois de mais de duas décadas de estabilidade econômica do regime civil-militar, à despeito de seus excessos no combate a agentes que queriam a desestabilização - sem levantar aqui as motivações de cada lado. Essa desgraça brasileira deve ser, em grande parte, debitada ao Congresso (refiro-me as negociatas do velho e nada saudoso "Centrão".)
Hoje o Brasil, depois de 4 mandatos de governos ideologicamente à esquerda, democraticamente eleitos pela maioria dos eleitores, em eleições diretas - vive em um regime Democrático, cujas instituições devem ser fortalecidas. Após um grave atentado, em que um cidadão, agora definido judicialmente como "doente mental", sendo que a vitima, o ex-capitão do Exército Jair Messias Bolsonaro, foi eleito com grande margem de votos. Cremos que , pela ampla rejeição popular a governos do PT-PMDB, cuja herança maior foi os cerca de 13 milhões de desempregados e comprovadas denuncias de larga corrupção entre líderes de governo e empresários fominhas - unindo a fome com a vontade de comer! Palavras como "Mensalão" e "Lava-Jato" viraram sinônimo de corrupção sistêmica, na boca do povo. Essa doença desconstruiu a economia do País - gerando um fenômeno eleitoral sem precedentes no Brasil, e também uma grande oxigenação no Congresso.
Ao contrário de Sarney, que recebeu o Brasil fortalecido por boa infraestrutura e uma economia estável, apesar de crescente inflação provocada por conjuntura externa e endividamento, o atual governo herdou uma República falida, à beira do abismo, como afirma o atual Ministro da Economia, Paulo Guedes. A dívida de empresas, inclusive de políticos, banqueiros, etc., chega perto de um trilhão - uma afronta a centenas de milhões de brasileiros que pagam os maiores impostos do Planeta, recebendo migalhas em serviços públicos!
Grande parte, pois, dos trunfos que deram espetacular vitória eleitoral ao atual presidente, veio justamente das ações desastradas que levaram o País a atual situação. Não apenas em função da corrupção - seja no Mensalão como no Petrolão, cuja operação Lava-Jato já resgatou bilhões ao cofre da União - mas também a um obsessivo projeto de poder onde todas as cartas foram jogadas, com o aparelhamento politico do Estado e suas instituições, como o BNDES - usado como caixa para garantir enriquecimento ilícito e permanência no poder por parte do grupo, ora derrotado. Por outro lado devemos honrar aqueles que, enquanto governo, souberam honrar a confiança dos eleitores.
A IMPORTANCIA DO CONGRESSO
Se o Congresso errou no passado, negando as eleições direitas, fechando os ouvidos ao clamor popular, gerando graves consequências históricas, pode agora redimir-se através de verdadeiros representantes dos milhões de eleitores que acordaram e estão atentos.
Errou no passado porque ouviu o canto das sereias do dinheiro fácil, das negociatas, da lama corruptiva e do egoísmo perverso - gerando milhares de vitimas fatais, em função do mal exemplo e da falta de recursos para atendimento decente à população. Mas pode fazer História, no presente!
Muitos parlamentares não passaram de vilões e como traidores no roda pé da História do Brasil - e foram derrotados nas ultimas eleições. O Congresso foi expressivamente renovado e apenas uma vil minoria tem coragem de olhar para trás, como a mulher que virou uma estátua de sal por amar a decadência e a corrupção da cidade condenada.
Sejam os membros nobres do Congresso como os marinheiros que, ao navegarem próximos da ilha de sereias malignas tiveram seus ouvidos vedados com cera, para não serem atraídos pelos alaridos às profundezas da morte. Odisseu, o capitão das nave, após proteger seus amigos, pediu a eles que fosse amarrado no lastro da nau, para não se deixar seduzir pelo canto dos seres inimigos. Podemos comparar essa história do clássico grego à politica brasileira atual. Se voltar atrás o governo será imobilizado; se o Congresso ouvir o canto das sereias, na travessia do caos para a esperança, da crise e das armadilhas para os bons ventos onde o temporal dá lugar à luz do dia?.
Com certeza o velho "Centrão" deixou de ser. Surgem novos marinheiros nesse mar encapelado, homens de brio e de valor, obstinados em salvar a embarcação em sua trajetória política. Podemos dizer que o Congresso, reciclado, vem fortalecendo o CENTRÃO DO BEM, vencendo os dragões da maldade, como diria Glauber Rocha.
É normal existir uma pequena parcela da população indivíduos capciosos, apesar de inteligentes, extremamente egoístas e friamente calculistas - sem emoção ou sentimento gregário - que a Psicologia chama de psicopatia: "Doença mental grave em que o enfermo apresenta comportamentos antissociais e amorais, sem demonstração de arrependimento ou remorso, incapacidade de amar e se relacionar com outras pessoas com laços afetivos profundos, egocentrismo extremo e incapacidade de aprender com a experiência".
São homens ou mulheres com tal poder de convencimento que, se alçados ao poder por cordões de seguidores organizados politicamente, e alçados ao poder, seriam autores de tragédias como o nazismo de Hitler e seus psicopatas, Mussolini e seu bando fanatizado ou Lênin, com seu exercito alucinado de assassinos de milhões de inocentes - que ousaram pensar ou crer diferentemente. O clamor de nossos vizinhos da Venezuela é um exemplo frente a nossa realidade!
O Brasil clama por homens de verdade e de caráter nobre, honrados, que coloquem o Brasil acima de seus projetos pessoais ou interesses mesquinhos, independentemente de suas prioridades ou visões de mundo. É hora de estarmos fraternalmente unidos, como Nação em busca de um país melhor, mais justo e solidário capaz de espelhar ao mundo o melhor do caráter generoso de seu povo (José Julio/Editor)

Um texto par ser lido, relido e seguido. Um texto atual e vibrante. Meus cumprimentos ao editor e amigo José Júlio de Azevedo.
ResponderExcluirPrecisamos de gente que nos mostrem, constantemente, a necessidade de lutarmos por uma Nação que tenta sair do lodo político e administrativo. Que ainda respira e demonstra enorme vontade de viver.
Que se acabem os "daqui-não-saio-e-daqui-ninguém-me-tira", dando lugar a uma política coerente com os anseios atuais dos que realmente amam este País.
Com certeza, a velha classe política corrupta vai cair de podre. Cada um colhe o que semeia. Se o poder emana do povo é em seu nome que deve ser exercido... E não parece isso tem que haver luta obstinada contra a CORRUPÇÃO, os Corruptos, com cadeia e devolução dos roubos, inclusive com repatriação de bilhões como tem ocorrido com a operação Lava Jato.
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