quinta-feira, 17 de outubro de 2019

STF & CONGRESSO DANÇANDO À BEIRA DO ABISMO

STF & CONGRESSO BRASILEIRO:
JEITINHO BRASILEIRO, CORRUPÇÃO
E O JOGO SUJO DA IMPUNIDADE

O Brasil é um dos países com as maiores populações carcerárias do planeta. No entanto o apartheid oficialóide sempre foi parcial e conivente com a ladroagem grossa de bandidos de estimação, daqueles que jantam caviar e bebem vinhos premiados em mesas de amizade e negociações espúrias.
Essa parcialidade nociva é uma das geratrizes, que faz do Brasil um dos países mais violentos do planeta. Essa violência não é fruto das classes média ou dos mais pobres - cuja grande maioria honra o País com seu trabalho, criatividade e perseverança. É fruto justamente da impunidade escancarada em manchetes, noticiários e redes sociais. Há um fio condutor entre a marginalidade pé de chinelo e a corrupção de fino trato, gerada pelos malfeitos de "pacientes" de grife - isto é, como alguns ministros do STF gostam de, respeitosamente, chamar os processados, investigados e autores de falcatruas milionárias e/ou bilionárias,  que nos últimos governos federais - e também estaduais - viraram rotina, práxis, sob alegação de projetos e ambições politicas tendo com o objetivo a implantação de  "socialismo" capaz de trazer felicidade, justiça e paz para marginalizados da sociedade - aquela balela e cantinela que canastrões da politica gostam de discursar, como se os fins justificassem os meios ilícitos, corrosivos, do tecido social e da estabilidade Democrática. 


NO BRASIL DIZEM MINISTROS DO STF
PRISÃO EM 2ª INSTANCIA É INSUFICIENTE
PARA GARANTIR JUSTIÇA NA CONDENAÇÃO DE
BANDIDOS E CORRUPTOS

Enquanto Augusto Aras continuava em Roma, tomando ares das fontes e o verniz da cultura europeia, conforme noticiou O Antagonista de 16.10.19, o STF voltava a discutir a prisão em 2a Instancia - cuja jurisprudência favoreceu o começo da redenção do Brasil, como um País sério - já que até então era chamado de República de Bananas, tal a impunidade de bandidos de grosso calibre e felpudas contas bancárias, malas cheias, cuecas transbordantes, etc.
Enquanto pipocam nas redes sociais ressentimentos justos com relação a tentativa de retrocesso, Ministros do STF querem espezinhar suas próprias decisões, que levaram a prisão um ex-presidente da República, ex-presidente do Parlamento federal, empresários, deputados, narcotraficantes do crime organizado - que gostam de cripto-moedas que em um dos lados tem estilizada a folha da maconha (Bitcoin).
O Antagonista, 16.10, afirma que o CNJ - Conselho Nacional de Justiça - diz que "só 4,9 mil vão deixar a cadeia com fim da prisão em 2ª instância": "Eis que hoje, na véspera do julgamento que poderá por fim à prisão em 2a instância, o órgão diz que seriam beneficiados somente 4.895 presos.
O que mudou? O CNJ explicou que os números anteriores misturavam detentos presos em razão da condenação em segunda instância com outros condenados em qualquer grau (inclusive na primeira instância), mas encarcerados em razão de decretos de prisão preventiva.
O número divulgado hoje, afirmou o órgão, comportaria apenas os “mandados de prisão expedidos pelo segundo grau dos Tribunais Regionais Federais e dos Tribunais de Justiça”.
Questionado, o órgão ainda não explicou em detalhes a metodologia usada no passado e a que agora gerou tamanha discrepância" entre os números.


CONGRESSO IRMANADO
COM A BANDIDAGEM ORGANIZADA?

Parte do STF quer livrar milhares da prisão em segunda instancia - isto é, condenados já duas vezes). Na maioria dos países civilizados as prisões se dão na 1ª instancia, no máximo admitem uma 2ª instancia, quando necessário. Esse grau de civilidade parece não ser a mentalidade de vários ministros que têm certa fixação compulsiva-obsessiva de soltar condenados ricos, seja traficantes ou ladrões de bilhões da República, em dueto com bancas  milionárias de advogados (que também detestam a prisão em segunda instancia para seus "pacientes", que regiamente pagam seus serviços advocatícios). Gilmar Mendes, famoso por sua terna bondade para com corruptos de estimação, nega que a manobra do STF de acabar com o instituto da prisão em segunda instancia possa soltar 170 mil presos. Segundo cálculos da assessoria do STF, divulgados pelo jornalista Merval Pereira, "a soltura de condenados em segundo grau pode beneficiar, no máximo 85.500 presos". O que essa gente quer é bagunçar o coreto, desestabilizar o País com tantos marginais de grosso calibre - pois os pés de chinelo - talvez mais vitimas que criminosos - é que, com um triunfo da corrupção, continuariam a apodrecer nos presídios miseráveis do Brasil! Afinal, qual o objetivo central dessa soltura em massa de criminosos de vários matizes e especialidades: pedófilos ricos, contrabandistas, doleiros, políticos presos por corrução passiva e ativa, traficantes de drogas, etc? Esses capa-pretas seriam adeptos do niilismo, doutrina alienante que prega, atua e advoga a necessidade de reduzir a nada o que existe, para substituir por novo paradigma, supostamente melhor. Sob o prisma da politica a afirmação niilista é de que "o progresso da sociedade requer a destruição do que socialmente existe" - isto é abrir uma porta para gerar o caos e colocar fim a Democracia. Seriam pois, esses militantes da capa-preta, "revolucionários" adeptos do niilismo? Tudo indica que sim - tal o disparate em querer desconstruir a Lava-Jato e os avanços que, pela primeira vez na história tem colocado na cadeia  gente da "nata" politico-econômica, no País.
Não bastasse essa dupla sigla STF-OAB - agora corre no Congresso a CPI - Comissão Parlamentar de Inquérito - do BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - que, nas ultimas décadas, foi transformado em braço estratégico-politico para manutenção e conquista de poder.
Essa CPI do BNDES começa com pernas tortas e olhos vesgos, livrando figurões dos inquéritos. Na verdade gasta-se muito tempo e dinheiro nesses teatros nominados CPIs - que geralmente não dão em nada, ficando tudo como dantes da República dos farsantes.
Conforme a heroica revista eletrônica O Antagonista, o STF tenta sair da saia justa em que se meteu: "A manobra do STF para impedir a prisão em segunda instancia deve livrar 100 condenados da Lava-Jato. Segundo o Estadão, esse é o numero de criminosos que já foram julgados pelo TRF-4".
O ex-Comandante do Exército das forças armadas o General Villas-Bôas, replicando manifestações de grande parte dos brasileiros, sob ameaça dessa decisão do STF, manifestou-se também em seu twitter, referindo-se ao risco "dos brasileiros caírem outra vez no desalento e na eventual convulsão social". Diante do alerta, Ricardo Noblat em seu blog (revista Veja) mandou o General "calar a boca" . O que é isso companheiro? - diria  o ex-guerrilheiro de tanga de  crochê. Censura que tanto combatem?
Quer viver verá! Uns dizem que a "cobra vai fumar", outros dizem que "onça não gosta  de cutucada de vara curta". Com certeza o Brasil vive em tempos de descredito de algumas instituições dominadas por indicações politicas, onde ministros vassalos se submetem a caprichos, verbalizando pomposamente filigranas para justificar o injustificável. 

Alguém defendeu a protelação de julgamento de delinquentes que podem, geralmente com recursos ilícitos, pagar contas milionárias a bancas de advogados por anos e anos - protelando até o decurso de prazo, perversamente  anticonstitucional. No plenário esse ex- ministro da justiça defende dispositivo caducado pelo  STF - jaboti manhosamente embutido na "constituição cidadã" - que nunca funcionou para delinquentes pobres - apenas para "pacientes", resultando em impunidade - que a Constituição e o Código Criminal claramente condenam!
Que Deus nos livre do mal, venha de onde vier!
(Editorial/JJA)

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