O STF parece querer impor uma cortina de fumaça sobre o caso da invasão do sistema cibernético do TSE - denunciado pelo próprio autor das invasões, que afirmou que seus longos meses de passeios pelas vias eletrônicas do sistema - ocorreram em diversas ocasiões.
O Deputado Felipe Barros,
relator da Comissão Parlamentar do Voto Impresso, que investiga o ocorrido (que revela a
fragilidade do sistema do TSE) mostrou ao vivo e em cores, o documento da
investigação, que historia a ocupação do hacker, garantindo que o teor do mesmo não tinha qualquer
sigilo - até sua divulgação na rede da Internet!
Deputado Felipe Barros: Sem sigilo!
Conforme a CNN, "a Corregedoria da Polícia Federal (PF) concluiu que o delegado Victor Neves,
responsável por entregar ao deputado Filipe Barros o inquérito que apura um
ataque hacker que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sofreu em 2018, não
cometeu irregularidades". Segundo a sindicância, o delegado atendeu a um pedido
do relator da COMISSÃO PARLAMENTAR
DE INQUÉRITO - que trata sobre o voto impresso" - e investiga também a
fragilidade do sistema de votação e apuração do TSE, então sob a presidência do
Ministro Barroso, do STF.
NARRATIVAS PARA DESGASTAR O DEPUTADO E O PRESIDENTE, E TIRAR O FOCO DA INVASÃO DO HACKER NO SISTEMA DE INFORMÁTICA DO TSE
Apesar da declaração, notória e comprovada, de que NÃO HAVIA SIGILO - como teimam afirmar alguns ministros do TSE, bem como jornalistas militantes de esquerda - o fato é que há gravíssimas suspeitas de que o sistema é frágil e manipulável - e que tentam desautorizar o VOTO IMPRESSO, - ferramenta que melhora a confiabilidade das apurações, e que já é uma realidade na vizinha ‘República del Paraguay’ _ nesse e em outros aspectos mais civilizada que a nossa. Mais uma evidência da má vontade e cumplicidade com um sistema facilmente fraudável - como disse o hacker, que "até com um celular ele entra nos computadores do TSE"
Em entrevista à CNN, gravada em
vídeo, o deputado Felipe Barros garantiu que "o inquérito do ataque hacker
ao TSE foi recebido - também - sem
sigilo pela Câmara".
O Blog RADAR, da Revista Veja, sob responsabilidade de Robson Bonin, contraria a informação da PF, afirmando que "o deputado bolsonarista vazou inquérito para ajudar Bolsonaro a colocar sob suspeita o sistema eleitoral, diz a delegada Denisse Ribeiro" - porém Veja não lembra a seus leitores que o sigilo imposto foi bem posterior a entrega do mesmo a Comissão Parlamentar, cujo relator foi Felipe Barros. Quanto a "suspeita" - é clara a suspeição de ministros dirigentes do TSE, que agem parcial e politicamente - como o futuro presidente do TSE, seja para impedir o voto impresso, seja para prender e censurar varios jornalistas, sem processo, como no caso de Oswaldo Eustáquio, que deixou a penitenciaria "Papuda" em cadeira de rodas _ depois de humilhaçoes e tortura! - além da perseguição a blogs da Internet que não rezam cartilhas marxistas, forçando provedores a reter a monetização dos mesmos _ sob perfido argumento de "atos antidemocráticos". Lembram-se do jargão marxista: "acuse-os do que você faz !?"
O blog da Veja, pois, replica a mentira quanto a um "sigilo" - então inexistente - ao acusar o Deputado Felipe Barros como "responsável pelo possível crime de quebra de sigilo". Mais adiante repete a mentira: "A Policia Federal forneceu o material sigiloso ao deputado bolsonarista que, por sua vez, de forma ilegal, vazou o conteúdo a Jair Bolsonaro".
A delegada – talvez também militante
de esquerda, como os jornalistas citados - vai mais longe: "O documento
datado de 24.11.21, foi anexado aos autos do inquérito que apura o caso junto
ao STF (Supremo Tribunal Federal). A delegada afirma que Bolsonaro e o deputado
Felipe Barros (PSL-PR) participaram do crime de "violação de sigilo funcional",
mas não chegou a indiciá-los "porque ambos possuem foro privilegiado".
O caso baseado, na fake (mentira) de que havia sigilo no documento entregue pela PF, levou o famigerado
ministro deMoraes a intimar o
Presidente Bolsonaro "a prestar esclarecimentos hoje à tarde na sede da PF
em Brasília, mas faltou ao depoimento e recorreu contra a decisão de
Moraes".
JORNALISTAS DA CNN TEIMARAM EM DIZER QUE O INQUERITO DA POLICIA FEDERAL ERA “SIGILOSO”
Veja como a delegada Denisse foi
capciosa: alegou que não poderia incriminar o Deputado ou o Presidente, “porque
eles têm imunidade" - o que não corresponde a verdade dos fatos! Não o fez porque não havia o tal sigilo!
Tanto no resumo sob a postagem do vídeo da CNN, como em duas ocasiões, a âncora e uma repórter da CNN continuaram afirmando o pertenço "sigilo do inquérito" - que ainda não resultou em nada concreto, até agora. Pelo contrário, a mentira prevaleceu na boca inclusive do ministro do STF, que intimou, inutilmente, o Presidente da República a "prestar esclarecimentos na Policia Federal" - o que foi negado por Jair Messias Bolsonaro.
MARCOS ROBERTO CORREIA SILVA: TESTEMUNHO EM VIDEO DO HACKER PRESO PELA INVASÃO
Em um vídeo, divulgado pelas redes sociais pelo Deputado Felipe Barros, relator da CPI e sua equipe apareceu entrevistando o hacker, que está preso em uma unidade prisional de Uberlândia-MG. Marcos Roberto Correia da Silva testemunha sobre sua participação no ataque ao sistema cibernético do TSE e afirma ter tido acesso aos dados de eleitores. Apesar das afirmações, ao longo da entrevista, não é apresentada nenhuma evidencia (física) de que ele foi capaz de violar as urnas eletrônicas.
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| Hacker Marcos Roberto |
O hacker afirma que os equipamentos seriam ligados à internet - apesar de um "desmentido feito pelo TSE". Ele disse: "Quando eles vão contar os votos, ela já é sim ligada na Internet, e se ele estiver em algum lugar, e alguém estiver na rede, ele consegue fazer a invasão, e aí consegue manipular a ação".
O Deputado Felipe Barros, em postagem em seu Twitter, afirmou que, além de sua equipe, participaram da entrevista cientistas e especialistas em segurança de sistemas de votação que teriam "confirmado a veracidade técnica das respostas do hacker, bem como a gravidade da invasão".
O Deputado, relator da Comissão Parlamentar do Voto Impresso, entregou requerimento ao Ministro da Justiça, Anderson Torres, e ao Secretário da Segurança de Minas Gerais, Rogério Grecco. No documento ele pediu proteção extra ao hacker - em função da gravidade de seu testemunho - gravado em vídeo.
REPÚBLICA DAS BANANAS
Essa é a "República das Bananas” que, em pleno século 21, tenta prevalecer no exercício da magistratura e em parte da justiça brasileira (com j minúsculo). Essa sequência de "fake news" - para replicar o malfadado inquérito do "fim do mundo" - tentou prevalecer sobre a verdade de fatos e de documentos. Porém, uma mentira mil vezes repetida continua sendo mentira!
Esperamos que haja pleno entendimento entre o Ministerio da Defesa e os mentores do TSE. O grupo de militares, altamente preparado na ciência da Cibernetica, oficialmente convidado pelo Ministro Barroso, apresentou um robusto questionamento quanto a fragilidades encontradas no sistema do TSE - porém, ate o presente o mesmo TSE sob o Ministro Edson Fakin, rejeitou a colaboração desses militares. Se era para aperfeiçoar o sistema, porque fez oTSE fez o convite e depois bateu as portas na cara desses técnicos das Forças Armadas? (EDITOR).
.Veja/ Radar: google.com/amp/s/veja.abril.com.br


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