segunda-feira, 9 de maio de 2022

A NOVELA DO INQUÉRITO NÃO SIGILOSO DA PF SOBRE MESES DE INVASÃO DE UM HACKER AOS COMPUTADORES DO TSE

O STF parece querer impor uma cortina de fumaça sobre o caso da invasão do sistema cibernético do TSE - denunciado pelo próprio autor das invasões, que afirmou que seus longos meses de passeios pelas vias eletrônicas do sistema - ocorreram em diversas ocasiões.

O Deputado Felipe Barros, relator da Comissão Parlamentar do Voto Impresso,  que investiga o ocorrido (que revela a fragilidade do sistema do TSE) mostrou ao vivo e em cores, o documento da investigação, que historia a ocupação do hacker,  garantindo que o teor do mesmo não tinha qualquer sigilo - até sua divulgação na rede da Internet!

Deputado Felipe Barros: Sem sigilo!

Conforme a CNN, "a Corregedoria da Polícia Federal (PF) concluiu que o delegado Victor Neves, responsável por entregar ao deputado Filipe Barros o inquérito que apura um ataque hacker que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sofreu em 2018, não cometeu irregularidades". Segundo a sindicância, o delegado atendeu a um pedido do relator  da COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO - que trata sobre o voto impresso" - e investiga também a fragilidade do sistema de votação e apuração do TSE, então sob a presidência do Ministro Barroso, do STF.


NARRATIVAS PARA DESGASTAR O DEPUTADO  E O PRESIDENTE, E TIRAR O FOCO DA INVASÃO DO HACKER NO SISTEMA DE INFORMÁTICA DO TSE
 

Apesar da declaração, notória e comprovada, de que NÃO HAVIA SIGILO - como teimam afirmar alguns ministros do TSE, bem como jornalistas militantes de esquerda - o fato é que há gravíssimas suspeitas de que o sistema é frágil e manipulável - e que tentam desautorizar o VOTO IMPRESSO, - ferramenta que melhora a confiabilidade das apurações, e que já é uma realidade na vizinha ‘República del Paraguay’ _ nesse e em outros aspectos mais civilizada que a nossa. Mais uma evidência da má vontade e cumplicidade com um sistema facilmente fraudável - como disse o hacker, que "até com um celular ele entra nos computadores do TSE"

Em entrevista à CNN, gravada em vídeo, o deputado Felipe Barros garantiu que "o inquérito do ataque hacker ao TSE foi recebido - também -  sem sigilo pela Câmara".

O Blog RADAR, da Revista Veja, sob responsabilidade de Robson Bonin, contraria a informação da PF, afirmando que "o deputado bolsonarista vazou inquérito para ajudar Bolsonaro a colocar sob suspeita o sistema eleitoral, diz a delegada Denisse Ribeiro" - porém Veja não lembra a seus leitores que o sigilo imposto foi bem posterior a entrega do mesmo a Comissão Parlamentar, cujo relator foi Felipe Barros. Quanto a "suspeita" - é clara a suspeição de ministros dirigentes do TSE, que agem parcial e politicamente - como o futuro presidente do TSE, seja para impedir o voto impresso, seja para prender e censurar varios jornalistas, sem processo, como no caso de Oswaldo Eustáquio, que deixou a penitenciaria "Papuda" em cadeira de rodas _ depois de humilhaçoes e tortura! - além da perseguição a blogs da Internet que não rezam cartilhas marxistas, forçando provedores  a reter a monetização dos mesmos _ sob perfido argumento de "atos antidemocráticos". Lembram-se do jargão marxista: "acuse-os do que você faz !?"

O blog da  Veja, pois, replica a mentira quanto a um "sigilo" - então inexistente - ao acusar o Deputado Felipe Barros como "responsável pelo possível crime de quebra de sigilo". Mais adiante repete a mentira: "A Policia  Federal forneceu o material sigiloso ao deputado bolsonarista que, por sua vez, de forma ilegal, vazou o conteúdo a Jair Bolsonaro".

            Nesse mesmo tipo de narrativa Rafael Neves, do UOL, em Brasília, no dia 28.01,e atualizada em 28.01.22, descreve: “A PF (isto é a delegada Denisse) avalia que o Presidente Jair Bolsonaro (PL) teve participação direta, voluntária e consciente", no vazamento de um inquérito "sigiloso" divulgado em suas redes sociais, em agosto do ano passado. A afirmação foi feita em despacho assinado pela delegada Denisse Dias Ribeiro, responsável pela investigação". 

A delegada – talvez também militante de esquerda, como os jornalistas citados - vai mais longe: "O documento datado de 24.11.21, foi anexado aos autos do inquérito que apura o caso junto ao STF (Supremo Tribunal Federal). A delegada afirma que Bolsonaro e o deputado Felipe Barros (PSL-PR) participaram do crime de "violação de sigilo funcional", mas não chegou a indiciá-los "porque ambos possuem foro privilegiado".

           O caso baseado, na fake (mentira) de que havia sigilo no documento entregue pela PF, levou o famigerado ministro deMoraes a intimar  o Presidente Bolsonaro "a prestar esclarecimentos hoje à tarde na sede da PF em Brasília, mas faltou ao depoimento e recorreu contra a decisão de Moraes".

 

JORNALISTAS DA CNN TEIMARAM EM DIZER QUE O INQUERITO DA POLICIA FEDERAL ERA “SIGILOSO”

 A âncora Roberta, da CNN - conforme vídeo do youtube - 3.2.2022 - entrevistou o Deputado Felipe Barros sobre a investigação feita pela Denisse (PF). Ela começa afirmando que "o inquérito era sigiloso", acusando-o de "crime", e contrariando, mais uma vez o diretor da PF e o próprio Deputado, que responde: "...peguei toda a documentação para mostrar para você e a nossos telespectadores. No dia 16.06 eu já era relator da Comissão do Voto Impresso, nós aprovamos um requerimento por unanimidade, por todos os membros da CPI - Solicitando a Policia Federal de todo o Brasil os inquéritos e cópias de todos os inquéritos que estivessem em andamento, desde o início da implementação das urnas eletrônicas, que tivessem como objeto a invasão aos sistemas eleitorais. O requerimento solicitado foi protocolado por unanimidade. Um mês depois, no dia 14.07, eu reiterei esse pedido, tendo em vista que estava chegando a data do fim da Comissão Especial, eu reiterei esse pedido a Superintendência da Policia Federal, aqui no Distrito Federal, onde deveria estar o inquérito sobre a invasão do hacker. Pedi o acesso, capa a capa, dos autos do inquérito para subsidiar os debates da Comissão, mas eu fiz também um pedido alternativo, eu disse para ele, escrito aqui no oficio, "caso o franqueamento do amplo acesso ao teor do inquérito em questão, prejudique o andamento das investigações, requer-se o conteúdo parcial de cópias, devendo ser excluída a parte de diligencia ainda cumprida (...) Quinze dias depois o Delegado Vitor Feitosa respondeu, também oficialmente, a Comissão dos Deputados, fornecendo cópia integral desse oficio, desse inquérito, melhor dizendo. Está aqui: "Encaminho a V.Exa. cópia integral dos autos do Inquérito Policial 1361 de 2018. Então, em primeiro lugar, os pedidos foram feitos oficialmente pela Câmara dos Deputados, aprovado integralmente pela Comissão da Câmara dos Deputados, não apenas eu, como relator, e também recebemos esse pedido oficialmente. E o segundo ponto é a questão do "sigilo", que a delegada Denisse tem levantado (...). Eu gostaria de ler para vocês esse depoimento do delegado Vitor Neves Feitosa Campos, prestado a delegada Denisse, e ele é muito categórico: "Indagado se o referido inquérito se encontrava sob segredo de justiça, ele respondeu que "não" - que no inquérito não existe nenhuma medida cautelar, bem como não existe nenhuma manifestação judicial quanto Decretação de segredo de justiça". Indagado se o referido inquérito constava na polícia judiciária ele disse que "após a divulgação do mencionado inquérito, na ‘live’ do dia 4, o policial federal Bruce alterou por iniciativa própria o status de tal inquérito, para sigiloso. Então, ou seja, não era sigiloso e passou a ser, depois da live".

Veja como a delegada Denisse foi capciosa: alegou que não poderia incriminar o Deputado ou o Presidente, “porque eles têm imunidade" - o que não corresponde a verdade dos fatos! Não o fez porque não havia o tal sigilo!

Tanto no resumo sob a postagem do vídeo da CNN, como em duas ocasiões, a âncora e uma repórter da CNN continuaram afirmando o pertenço "sigilo do inquérito" - que ainda não resultou em nada concreto, até agora. Pelo contrário, a mentira prevaleceu na boca inclusive do ministro do STF, que intimou, inutilmente, o Presidente da República a "prestar esclarecimentos na Policia Federal" -  o que foi negado por Jair Messias Bolsonaro.



MARCOS ROBERTO CORREIA                                  SILVA: TESTEMUNHO EM VIDEO                            DO HACKER PRESO PELA INVASÃO

        Em um vídeo, divulgado pelas redes sociais pelo  Deputado  Felipe Barros, relator da CPI e sua equipe apareceu entrevistando o hacker, que está preso em uma unidade prisional de Uberlândia-MG. Marcos Roberto Correia da Silva testemunha sobre sua participação no ataque ao sistema cibernético do TSE e afirma ter tido acesso aos dados de eleitores. Apesar das afirmações, ao longo da entrevista, não é apresentada nenhuma evidencia (física) de que ele foi capaz de violar as urnas eletrônicas.

Hacker Marcos Roberto







O hacker afirma que os equipamentos seriam ligados à internet - apesar de um "desmentido feito pelo TSE". Ele disse: "Quando eles vão contar os votos, ela já é sim ligada na Internet, e se ele estiver em algum lugar, e alguém estiver na rede, ele consegue fazer a invasão, e aí consegue manipular a ação".

O Deputado Felipe Barros, em postagem em seu Twitter, afirmou que, além de sua equipe, participaram da entrevista cientistas e especialistas em segurança de sistemas de votação que teriam "confirmado a veracidade técnica das respostas do hacker, bem como a gravidade da invasão".

O Deputado, relator da Comissão Parlamentar do Voto Impresso, entregou requerimento ao Ministro da Justiça, Anderson Torres, e ao Secretário da Segurança de Minas Gerais, Rogério Grecco. No documento ele pediu proteção extra ao hacker - em função da gravidade de seu testemunho - gravado em vídeo. 

REPÚBLICA DAS BANANAS

Essa é a "República das Bananas” que, em pleno século 21, tenta prevalecer no exercício da magistratura e em parte da justiça brasileira (com j minúsculo). Essa sequência de "fake news" - para replicar o malfadado inquérito do "fim do mundo" - tentou prevalecer sobre a verdade de fatos e de documentos. Porém, uma mentira mil vezes repetida continua sendo mentira!

Esperamos que haja pleno entendimento entre o Ministerio da Defesa e os mentores do TSE. O grupo de militares, altamente preparado na ciência da Cibernetica, oficialmente convidado pelo Ministro Barroso, apresentou um robusto questionamento quanto a fragilidades encontradas no sistema do TSE - porém, ate o presente o mesmo TSE sob o Ministro Edson Fakin, rejeitou a colaboração desses militares. Se era para aperfeiçoar o sistema, porque fez oTSE fez o convite e depois bateu as portas na cara desses técnicos das Forças Armadas?  (EDITOR). 

 FONTES

 .https://www.cnnbrasil.com.br/politica/sindicancia-da-pf-diz-que-inquerito-sobre-ataque-hacker-nao-estava-sob-sigilo/

 .https://www.cnnbrasil.com.br/politica/inquerito-de-ataque-hacker-ao-tse-foi-recebido-sem-sigilo-pela-camara-diz-deputado/

 .https://www.cnnbr.tv/2ybMGDH (CNN)

 .https://24h.com.br/politica/congresso/para-provar-fraude-nas-urnas-filipe-barros-divulga-video-bombastico-com-hacker/

.Veja/ Radar:  google.com/amp/s/veja.abril.com.br


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