A LIBERDADE SEMPRE TRIUNFA SOBRE O ATEÍSMO MILITANTE ,
E AOS QUE QUEREM AMORDAÇAR A VERDADE, NO BRASIL
O regime comunista ateu na URSS e outras ditaduras comunistas : 110 milhões de vítimas Segundo o escritor Aleksandr Solzhenitsyn no livro "Arquipélago Gulag" - O perverso regime durou cerca de 70 anos e desabou, porem deixando sequelas, pelas que o povo russo ainda sofre. A Rússia era um país cristão e centenas de milhares deles foram cruelmente assassinados por Stalin e outros ditadores do ateísmo ideológico. Se você quer isso para o Brasil fique calado, não se manifesta e saiba que estará contribuindo para o fim da liberdade de filhos e netos. Meia dúzia de ditadores poderiam amordaçar quase 200 milhões de habitantes?
Assim escreveu o ex-ateu, C.S.Lewis, sobre sua conversão “Cedi enfim admitindo que Deus era Deus, e ajoelhei-me e orei: talvez, naquela noite, o mais deprimido e relutante converso de toda a Inglaterra. Não percebi então o que se revela hoje a coisa mais ofuscante e óbvia: a humildade divina que aceita um converso mesmo em tais circunstâncias”
(C.S.Lewis : “Surpreendido pela Alegria”)

COSMOVISÕES EM CONFLITO
O ateísmo, como movimento ideológico e filosófico – crente de que “o homem é a medida de todas as coisas” – conforme reza o soberbo modernismo - parece empreender uma verdadeira cruzada antirreligiosa, tentando minar a fé das pessoas com seu racionalismo obsessivo e, quiçá, desesperado. Por exemplo, o jovem autor do livro “Ateísmo & Liberdade”, André Cancian, afirma: “Desfecho críticas à religiosidade e à religião, pois as julgo como algo extremamente pernicioso – um grilhão, uma verdadeira travanca ao progresso do conhecimento humano. Fazer da credulidade irrestrita, desse fechar-os-olhos, par excellence – mais conhecido como fé – uma virtude foi a mais indecente perversão já perpetrada contra a liberdade humana”.
Flui desse modismo editorial uma verdadeira maré de publicações que tentam vulgarizar o ateísmo como o caminho certo para uma humanidade “oprimida pelos religiosos”. O jornalista britânico Christopher Hitchens publicou um livro chamado “deus não é GRANDE”. Afirma ele: “Se eu não posso provar definitivamente que o sentido da religião desapareceu no passado, que seus livros fundamentais são fábulas transparentes, que é uma imposição criada pelo homem, que tem sido inimiga da ciência e da pesquisa e que sobreviveu principalmente de mentiras e medos e foi cúmplice da ignorância e da culpa, bem como da escravidão, do genocídio, do racismo e da tirania, eu quase certamente posso afirmar que a religião hoje está plenamente consciente dessas críticas. Também está plenamente consciente das provas cada vez mais numerosas, referentes às origens do universo e à origem das espécies, que a relegam à marginalidade, quando não à irrelevância”.
Manipulando palavras e citando a pseudociência (como a teoria de Charles Darwin – que por não encontrar sustentação cientifica continua apenas como teoria - que definha a cada nova descoberta cientifica - e não verdade cientifica comprovada) não apenas nega Deus, nega o valor da maioria das religiões – que buscam na transcendência não apenas a origem da realidade e da vida, como também o sentido da existência humana.
O biólogo Richard Dawkins, considerado um dos papas do ateísmo, publicou no passado o livro “Deus – Um delírio”. Em seu fanatismo racionalista ateu compara a “educação religiosa ao abuso infantil”. Vai mais além, conforme uma sinopse da editora: “Em 'Deus, um delírio', seu intelecto afiado se concentra exclusivamente no assunto e acusa "como a religião alimenta a guerra, fomenta o fanatismo e doutrina as crianças". O objetivo deste texto mordaz é provocar os religiosos convictos, mas principalmente provocar os que são religiosos 'por inércia', levando-os a pensar racionalmente e trocar sua 'crença' pelo 'orgulho ateu' e pela ciência”. Na verdade esse ateísmo proselitista parece firmar-se, cada vez mais, ironicamente, como uma nova religião – como mostra outra obra, “Tratado de Ateologia”, de Michel Onfray: “Deus não está morto, nem moribundo – ao contrário do que pensam Nietzsche e Heine. Nem morto nem moribundo porque não mortal. Uma ficção não morre, uma ilusão não expira nunca, não se refuta um conto infantil”. Conforme a Revista Veja, ele chegou a blasfemar, do alto de sua arrogância intelectual: “Jesus Cristo é só “puro delírio” !
Há, desde há muitos anos, uma verdadeira guerra às tradições judaico-cristãs, cuja difusão deu origem a civilização ocidental, fantásticas conquistas na ciência e elevando a dignidade humana através de valores éticos e morais – que muitos querem banir da consciência humana porque confrontam pressupostos da velha e decadente condição humana.
Em sua obra “Civilização em Transição”, C.G.Jung lembra a Revolução Francesa como “não tanto uma revolução política mas muito mais uma revolução dos espíritos, uma explosão generalizada da energia armazenada pelo iluminismo francês”. Observa: “A primeira destituição oficial do cristianismo pela Revolução deve ter causado uma profunda impressão no pagão inconsciente que existe em nós, pois desde então ele não teve mais sossego. E, desde então, a descristianização da cosmovisão fez rápidos progressos”.
Cientista Dr. Marcos Eberlin: 67% dos ganhadores dos Prêmios NOBEL são cristãos e 22% Judeus e apenas 10% são ateus - mesmo assim vários deles agnósticos, e não exatamente ateus. As grandes descobertas da ciência foram feitas majoritariamente por cristãos! (Hope Hour Podcast). A inteligencia de homens e mulheres que creem em Deus e fazem, pois, toda a diferença, seja na ciência como na História da Humanidade.
Não podemos negar, no entanto, que a religião, em si, como prática humana, é sujeita a erros e manipulações – que tem ocorrido na História. Vemos, no entanto, como a Bíblia, revelando a presença de Deus e sua vontade – intervindo na História e na vida de seus personagens – não esconde as misérias da condição humana, nem a fragilidade e pecados de seus heróis. Nesse sentido confronta os mitos, fantásticos e manipuladores, da tão celebrada Grécia, pelos racionalistas, e sua cultura. Quando a religião, como instituição humana, se afasta dos preceitos áureos da Bíblia, as Sagradas Escrituras, torna-se em inimigas da verdade – e é fato que isso vem ocorrendo através dos séculos. No entanto a verdadeira Igreja de N.S.Jesus Cristo vem prevalecendo há mais de dois mil anos, mesmo que em meio ao trigo haja muito joio – como alertou Jesus a seus discípulos: “Pelos frutos os conhecereis”.
Os teóricos do ateísmo, em sua vertente que ostenta nomes como Sigmund Freud, Friedrich Nietzsche, David Hume, Henry L. Mencken, Arthur Schopenhauer, Mikhail Bakunin, Sebastièn Faure, Bertrand Russell, Richard Dawkins e Geoffrey Miller, vêm influenciando uma nova safra de niilistas, nessa cruzada contra a realidade, o poder e a sabedoria da fé cristã– tentando desconstruí-la na mente nas novas gerações utilizando falsos pressupostos. Se há grandes contradições no seio de instituições religiosas esse fato não limita o poder, a presença benéfica e salutar para a vida das nações. Cremos e defendemos o valor da mensagem do Evangelho de Jesus Cristo, que coaduna com os ideais mais elevados da consciência humana – criada à “imagem e semelhança de Deus”. Jesus também se referiu aos inimigos da fé, que combateriam utilizando os mais diversos meios.
Desde seus primórdios a Igreja de Cristo foi martirizada pelos seus opositores: Vários apóstolos, muitos pais da Igreja, quase toda a geração de crentes, no primeiro século, os protestantes, no Século XVI, foram alvos do ódio irracional de potentados terrenos. A gloriosa galeria dos mártires continua a fulgurar heróis da fé em pleno século 21 (dois missionários coreanos, por exemplo, foram sacrificados por grupos fanatizados no Afeganistão, há alguns anos – porque expressavam com serviço seu amor a Cristo e ao seu semelhante, em ações humanitárias). Nunca, porém, ouvimos dizer que houve pessoas martirizadas por defenderem o ateísmo e seus ideais de uma vida sem Deus!
Por outro lado, a filosofia, desde o advento da equação hegeliana, vem influenciando uma geração para a qual nada faz sentido e o vazio deve ser preenchido pelo hedonismo (culto do prazer) e crescente sede de um consumismo desesperado – fortalecendo a indústria das drogas e da violência, bem como um consumismo que degrada os ecossistemas. Devemos também lembrar que Jesus ensina à prática da fé, expressa através de um novo estilo de vida, não mais guiado pela velha natureza, nem sustentado por hierarquias tradicionais. Propôs um modus vivendi cuja máxima resumiu em dois preceitos: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, com todas as tuas forças, com todo teu entendimento, e, amarás a teu próximo como a ti mesmo”. Desde seus primórdios a Igreja cristã tornou-se o seio de todos os excluídos: escravos, presidiários, assassinos arrependidos, mulheres discriminadas, crianças desamparadas, mendigos e aflitos, doentes e endemoninhados. Jesus disse para um grupo de religiosos: “Eu vim para os doentes e não para os que não necessitam de médico” – negando a autossuficiência humana que, presa a rituais, negava o verdadeiro culto a Deus.
Jesus observou as multidões como rebanhos sem pastor e atribuiu a seus discípulos o nobre papel de liderar os povos desamparados de todas as nações. A humanidade não pode se esquecer dos horrores causados pelo ateísmo de Estado: Cerca de 100 milhões de mortos, assassinados, deportados e submetidos a campos de concentração, na Rússia e países do leste europeu – que até hoje é assombrado pelos seus traumas. Milhões de judeus foram exterminados barbaramente por um regime soberbo liderado por um homem sem temor a Deus, chamado Adolf Hitler. Jesus garantiu a vitória a seus seguidores: “Edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Devemos, pois, entender um princípio básico: A Igreja cristã transcende às denominações religiosas; ela deve se responsabilizar pelas falhas de seus seguidores, porém não pode ser responsabilizada pelas mazelas de instituições ou de governos apenas nominalmente “cristãos” – porque as instituições passam, mas a Igreja (o Corpo místico de Cristo) prevalece, sendo continua e crescentemente consolada, perdoada, santificada e glorificada. A Igreja de Cristo é caracterizada por aquele que nega a si mesmo em benefício do próximo; é aquela que oferece a outra face e não revida a acusações e afrontas; é aquela que chora pelos seus mártires, mas não martiriza ninguém; clama pela justiça, mas não apela para a violência para fazer valer algum direito. Sua missão é ser sal da terra e luz do mundo – o amor é seu motivo e o serviço abnegado o coração de seu Evangelho. Vive para a glória de Deus e é essencialmente livre pois “onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade”. Devemos nos aliar aos ateus na denúncia a injustiça e a barbárie, ao fanatismo intolerante e a discriminação – sem, no entanto, abrir mão da liberdade de reafirmar nossa fé e prosseguir na missão de fazer discípulos para Cristo. Há muitos ateus que são homens honrados e beneméritos - da mesma forma que muitos os que ostentam um verniz religioso, porém são como "túmulos caiados" - como disse nosso Senhor e Mestre. Esses são os piores, porque depõem contra o verdadeiro cristianismo. Por isso, devemos ser radicalmente comprometidos com a fé que dizemos professar.
Os estados que se autodenominam ATEUS foram os que mais fizeram vítimas no século 20, e continuam neste século, como é o caso da Coréia do Norte - o regime mais cruel e desumano - cujas atrocidades a cristãos não aparecem na grande imprensa ocidental. União Soviética, Romênia, Tchecoslováquia, Hungria, entre outras, foram ditaduras perversas, governadas por ateus do materialismo dialético.
Os ateus da Europa são mais civilizados – mas nem por isso menos perigosos - por estarem submersos na mentalidade cristã, de onde extraem força espiritual para sobreviver e combater a cultura cristã, que os beneficia. No entanto sua influência na Cultura e na Educação tem sido de grande maleficio para as últimas gerações – pela manipulação e imposição de práticas que negam o berço cristão das novas gerações. Um perigo que também ameaça a nossa precária democracia, eivada de ‘homens de palha’ nos poderes da República. Com certeza, sem sabedoria pois “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Rei Salomão, em Provérbios 9.10).
O Brasil hoje navega em águas tumultuadas em função de novas tentativas de destruir a Liberdade. Há presos políticos, inocentes presos. A Constituição do nosso País foi sendo devorada pela trama maligna instalada _ de forma absurda e violenta _ por uma ala marginal do STF - Supremo Tribunal Federal. Temos muitos jornalistas que não abandonaram a coragem, nem se acomodaram a escuridão que querem impor um regime perverso, que já fez centenas de milhares de vitimas. Esses flertam com o abismo, acomodados ou vendidos por dinheiro, a exemplo de Judas Iscariotes ou Silvério dos Reis - que traiu Tiradentes, na inconfidência mineira.
Mas a Liberdade é irresistível para homens e mulheres de verdade, que honram sua vocação e divulgam e expõem a verdade e insidia dos traidores da Nação. O Brasil é maior que essa meia dúzia de conspiradores. E, como sempre na História humana, verdade, a justiça e a Liberdade triunfarão. Seus traidores, como sempre, vão figurar no rodapé da História!
José J. de Azevedo




DESTAQUE DO ARTIGO EM REFERÊNÇIA A CITAÇÕES DE FIGURAS ATÉIAS E SEUS COMENTÁRIOS DEBOCHADOS CONTRA A FÉ EM DEUS:
ResponderExcluirCientista Dr. Marcos Eberlin: 67% dos ganhadores dos Prêmios NOBEL são cristãos e 22% Judeus e apenas 10% são ateus - mesmo assim vários deles agnósticos, e não exatamente ateus. As grandes descobertas da ciência foram feitas majoritariamente por cristãos! (Hope Hour Podcast). A inteligencia de homens e mulheres que creem em Deus e fazem, pois, toda a diferença, seja na ciência como na História da Humanidade.