quarta-feira, 17 de maio de 2017

PRESIDENTE TEMER, CUNHA E AÉCIO, ALÉM DE LULA, NO OLHO DO FURACÃO

BRASIL: Trama envolvendo uma das maiores empresas pecuárias do mundo, ex-presidentes da República, senadores e muitos deputados. Tal foi o montanha de dinheiro do BNDES derramado na empresa que o banco teve que, fugindo de sua função, tornar-se um dos donos da processadora de carnes. O Brasil paga centenas bilhões de dólares em juros da dívida, boa parte fruto dessas bondades sórdidas e interesseiras.  De outro lado, nessa guerra surda entre visões de mundo e ganancia por dinheiro e poder, uma das maiores empresas do Brasil, a Odebrecht, o mesmo BNDES - Banco Nacional do Desenvolvimento Economico e Social, empenhando bilhões de dólares da Nação, através da esperteza política, para financiar grandes obras, no Brasil? Não, em países como Venezuela, Panamá, Bolívia, Cuba e outros países na África. O capítulo de hoje caiu como uma bomba, repercutindo na mídia após reportagem de Lauro Jardim, envolvendo o presidente da JBS - Friboi - Wesley Batista e Josley - além do encarcerado ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, supostamente, de trás das grades, chantageando Temer em troca de propinas milionárias, pelas mãos da bilionária JBS, uma das dona da boiada de Brasília. Vejam só!

Wesley Batista: Gravador e boca no trombone
DeputadoFederal Rodrigo Rocha Loures e seu amigo, Temer
Temos mais caroços no angu da política brasileira – que mais se assemelha a briga de facções criminosas. O País, acostumado aos solavancos provocados por escândalos que se sucedem, está ligado nos telejornais e na Internet. Hoje, mais uma vez, personagens dos poderes da República, ficaram atônitos com mais uma bomba midiática. Comentaristas de plantão recorrem, diante de uma possível renúncia de Temer, a especular sobre sua sucessão.
Denúncias e indiciamentos mostram, ao vivo e a cores, a prática de deputados federais e senadores, negociando a peso de ouro seus votos para tal ou qual Projeto de Lei, PEC – Projeto de Emenda Constitucional, etc., - que foram incriminados nos casos do Mensalão, Lava-Jato, etc. – revelando a sordidez de negociatas envolvendo empresários – interessados em obras públicas com superfaturamento – e políticos flagrados em crimes de corrupção e caixa-2   A Constituição  atribui a escolha de um substituto a Câmara, no caso seu presidente,  deputado Rodrigo Maia, ou mesmo o presidente do Senado, o indiciado na Operação Lava-Jato, Eunicio Oliveira. Nas ruas e em sites da rede de computadores levantam-se os que querem o fim da democracia de fachada por uma regime militar, moralizante, capaz de organizar o País e realizar eleições de forma menos suja e viciada e mais transparente, com oportunidade para uma nova safra de brasileiros. Nesse embalo a Nação sofre com 14 milhões de desempregados pois "a corda arrebenta do lado mais fraco". Já dizia Lao-Tse, sábio chinez, há mais de 1.500 anos,  que "o melhor governo é o que menos governa" - isso no sentido da não interferencia, tendo os recursos da Nação como prioridade para o povo e não para gente viciada no poder, com gana insaciável de dinheiro e mordomias escandalosas. A economia popular sofre sangria cada vez maior em função dos impostos cavalares, em cada compra que faz na farmácia, supermercado, além de taxas, imposto de renda, etc. Quem paga a conta dos descalabros tem sido os milhões por causa de sonegação dos grandes, mal uso dos recursos da Previdencia e desperdicio de recursos em obras megalomaniacas, contrastando com milhares de vitimas, principalmente crianças e idosos - por falta de atendimento no SUS, hospitais lotados, falta de medicamentos, escolas depauperadas, remuneração vil a milhares a professores de 1º grau, etc.

Homologação: Ministro Fachin, do STF, relator da Operação Lava-Jato

O GLOBO E O ALVOROÇO NO ENTARDECER DE BRASÍLIA



Conforme o jornal “O Globo”, em reportagem do colunista Lauro Jardim, “os donos do frigorífico JBS, Joesley e Wesley Batista, disseram em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR) que gravaram o presidente Michel Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cassado, depois que ele foi preso na operação Lava Jato”. Verdade ou revide de adversários políticos?
O site G1, da Globo replicou a notícia bombástica: “Segundo o jornal, o empresário Joesley entregou uma gravação feita em 7 de março deste ano em que Temer indica o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver assuntos da J&F, uma holding que controla o frigorífico JBS. Posteriormente, Rocha Lourdes foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil, enviados por Joesley” – uma das três prestações da bagatela de R$ 500 milhões cada. Especula-se se a delação da cúpula da JBS já foi homologada. Porta-voz do STF comunicou que esse poder da República não iria se pronunciar sobre o assunto, hoje.

JBS: Beneficiária dos emprestimos generosos do BNDES nos governos do PT

LULA NA BERLINDA E A OUSADIA CONTUMÁS DE POLITICOS 


Conforme O GLOBO, em uma das gravações, de março, “o empresário diz a Temer que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada para que permanecessem calados na prisão. Diante dessa informação, Temer diz, : "tem que manter isso, viu?".

Outro suposto envolvido nesse mega-escândalo é o senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, conforme a delação de Joesley. Ele foi gravado pedindo ao empresário R$ 2 milhões: “No áudio, o presidente nacional do PSDB justifica o pedido dizendo que precisava da quantia para pagar sua defesa na Lava Jato. A entrega do dinheiro foi feita a Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, e filmada pela Polícia Federal (PF). A PF rastreou o caminho do dinheiro e descobriu que foi depositado numa empresa do senador Zezé Perrella (PSDB-MG)”. Por sinal, José Perrella, do mesmo partido, é o político maior devedor da União, com dívida rolando em R$ 1, 7 bilhões de reais! O cheiro de enxofre também permeia bastidores da comissão mista do Congresso, que analisa o PRT - Programa de Regulamentação Tributária - que apresentou o texto do relator Newton Cardoso – que deve 67,8 milhões  - que fraudaria a União com bondades a longo prazo e descontos generosos  a 190 parlamentares do calote, além de empresários e banqueiros, que lucram dando sonegando a República – isto, contra os cidadãos brasileiros que sofrem diuturnamente com os desmando de uma classe que virou as costas para o Brasil e seus cidadãos. Dezenas de parlamentares, além disso, estão na lista do Caixa 2 e da corrupção que vem sendo esmiuçada nas fases da Operação Lava-Jato.

O GLOBO no pé da reportagem, destaca a nota da SECS – Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência - sobre as denuncias: “O presidente Michel Temer "jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar".  Também o Senador, Aécio Neves, declarou: ”... No que se refere à relação com o senhor Joesley Batista, ela era estritamente pessoal, sem qualquer envolvimento com o setor público. O senador aguarda ter acesso ao conjunto das informações para prestar todos os esclarecimentos necessários". O senador José Perrella, vulgo Zezé e caloteiro da União, declarou: "Eu quero dizer para os que me conhecem e para os que não me conhecem que eu nunca falei com o dono da Friboi. Não conheço ninguém ligado a esse grupo– referindo-se a JBS-Friboi.
Conforme O GLOBO, o deputado federal, Rodrigo Rocha Loures-PR, está em Nova York e, segundo sua assessoria, só irá se pronunciar quando voltar ao Brasil. O retorno está programado para esta quinta-feira (18). Segundo o jornal, “em duas ocasiões em março deste ano Joesley Batista conversou com Temer e com Aécio levando um gravador escondido. Lauro Jardim escreveu que Joesley e Wesley Batista estiveram na quarta-feira passada no Supremo Tribunal Federal (STF) no gabinete do ministro relator da Lava Jato, Edson Fachin – responsável por homologar a delação dos empresários. Diante dele, os empresários teriam confirmado que tudo o que contaram à PGR em abril foi de livre e espontânea vontade. Conforme o texto do colunista, “Joesley contou ainda que seu contato no PT era Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff. Segundo "O Globo", o empresário da JBS contou que era com Mantega que o dinheiro da propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados, e também era o ex-ministro que operava os interesses da JBS no BNDES  – Banco Nacional de Desenvolvimento Economico e Social, alvo de uma profunda investigação em andamento. Enquanto muitas obras apodrecem inacabadas, no Brasil, mega empresários, como OAS e Odebrechet,  recebiam empréstimos fraudulentos e bilionários para obras de países amigos da presidência, no governo Dilma: Venezuela, Cuba, Bolivia, Panamá, etc.
As denúncias são de extrema gravidade. Vamos ver como esse angu de caroço poderá virar uma suculenta polenta na mesa de 14 milhões de brasileiros, e suas famílias, prejudicados por essa busca insana, desonesta e corrupta de poder entre partidos e politicos que passam a ser chamados, na boca da mídia e do povo, de "organizações criminosas". 



NOTA DA PRESIDENCIA DA REPÚBLICA COM RELAÇÃO AS DENUNCIAS


O presidente Michel Temer jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar. O encontro com o empresário Joesley Batista ocorreu no começo de março, no Palácio do Jaburu, mas não houve no diálogo nada que comprometesse a conduta do presidente da República. O presidente defende ampla e profunda investigação para apurar todas as denúncias veiculadas pela imprensa, com a responsabilização dos eventuais envolvidos em quaisquer ilícitos que venham a ser comprovados.


Assinado: SECRETARIA ESPECIAL DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA PRESIDÊNCIA



SAIBA MAIS


- http://g1.globo.com/politica/noticia/dono-da-jbs-gravou-temer-dando-autorizacao-para-comprar-silencio-de-cunha-diz-jornal.ghtml
- http://designedarwinismo.blogspot.com.br/2017/05/devedores-da-uniao-e-previdencia-querem.html






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