Hoje o Brasil viu mais um pastelão da CPI da COVID-19. Dessa vez o depoente foi o Deputado Federal Ricardo Barros. A motivação do convite a depor nessa CPI foi a afirmação do deputado Luis Miranda, que disse que Barros "sabia" a respeito do processo de compra da vacina COVAX - que não ocorreu, mas serve para os objetivos escusos e suspeitos da tal CPI, comandada pelo trio: Aziz (presidente); Renan Calheiros (relator) e Randolfe (vice-presidente). Tanto Aziz como Calheiros são alvos de investigações, processos e indiciamentos por parte da Policia Federal - sendo que, entre centenas de outros políticos, tem processos arquivados - ou aguardando um nunca mais? - por parte dos supremos! Quem é quem no capítulo de hoje, 12.8.2021? Veja a íntegra no YouTube - e tire suas conclusões. Porém, veja abaixo o perfil do acusador de Bolsonaro e Ricardo Barros, abaixo:
Conforme G1, da Globo, “A Polícia Federal enviou nesta terça-feira (20) ao Supremo Tribunal Federal o pedido do ministro da Justiça, Anderson Torres, para que o deputado Luis Miranda (DEM-DF) seja investigado por possível denunciação caluniosa contra o presidente Jair Bolsonaro”. Hoje a deturpada e hilariante CPI do COVID-19 – da qual o STF livrou governadores e prefeitos envolvidos em investigações e desvios milionários de recursos da Saúde, faz uma inquirição ao Deputado Paranaense Ricardo Barros, tentando incrimina-lo por denuncia do deputado Luiz Miranda. 'O combate à corrupção está no DNA do governo Bolsonaro' – declarou Ricardo Barros na CPI da COVID no Senado colheu nesta quinta-feira o depoimento do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR). Durante os vexames de mais uma sessão inquisitória o presidente da CPI ameaçou o depoente: "Ele foi alertado por mim que, na minha terra, o tucunaré morre pela boca. E aí o 'gran finale' dele foi querer fazer uma narrativa de que a CPI está atrapalhado a compra de vacina. Aí não dá. A própria empresa chinesa desmentiu dois minutos depois", afirmou Aziz.
Quem é o deputado Luiz Miranda? - Nome Civil: LUIS CLAUDIO
FERNANDES MIRANDA; E-mail: dep.luismiranda@camara.leg.br;
Telefone: (61) 3215-5241; Endereço: Gabinete 241 - Anexo IV - Câmara dos
Deputados; Data de Nascimento: 27/03/1980; Naturalidade: Brasília – DF (https://www.camara.leg.br/deputados/204381).
1.
Tribunal de Justiça do Distrito Federal: “O
juiz titular da 25ª Vara Cível de Brasília negou o pedido do deputado federal
Luis Miranda para revogar a liminar que o obrigou a devolver o veículo de luxo,
Porsche Cayenne, sob pena de multa, bem como seu requerimento para substituir a
entrega do carro por um equipamento de depilação. O magistrado determinou ainda
que o parlamentar pague à autora, multa por litigância de má-fé, fixada em 8%
do valor da causa, por ter atuado com deslealdade no processo” (https://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/noticias/2020/novembro/deputado-processado-por-nao-pagar-carro-de-luxo-e-multado-por-litigancia-de-ma-fe).
2.
Cultura/UOL: “A Polícia Federal enviou ao
Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (20), pedido para investigar
o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) por denunciação caluniosa no caso
Covaxin. Miranda foi responsável por denunciar, ao lado de seu irmão, o
servidor Luis Ricardo Miranda, suspeitas de corrupção na aquisição do
imunizante pelo Ministério da Saúde” (https://cultura.uol.com.br/noticias/31691_pf-envia-pedido-para-investigar-luis-miranda-ao-stf.html).
3.
Focus.jor: Ministra do STF Rosa Weber
aciona PGR contra Luis Miranda por denunciação caluniosa. Weber determinou que
Procuradoria Geral da República se manifeste sobre pedido de investigação
contra o deputado no caso Covaxin (https://www.focus.jor.br/ministra-do-stf-rosa-weber-aciona-pgr-contra-luis-miranda-por-denunciacao-caluniosa/).
4.
GLOBO - Deputado federal do DF é acusado
de aplicar golpes milionários no Brasil e nos EUA reportagem do Fantástico
entrevistou 25 pessoas que se dizem vítimas de Luis Miranda, do DEM; 11
gravaram entrevista. Parlamentar nega as acusações. (Por Maurício Ferraz, Diego
Zanchetta e Adriano Ferreira, TV Globo) – (https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2019/09/08/deputado-federal-do-df-e-acusado-de-aplicar-golpes-milionarios-no-brasil-e-nos-eua.ghtml
)
5.
Fantástico/Globo: Vitimas denunciam o Deputado
federal é “acusado de aplicar golpes milionários em 8 set 2019. Luís Miranda
ganhou fama ao postar vídeos na internet quando morava nos Estados Unidos. Ele
oferecia investimentos com a promessa de lucros elevados. Nossos repórteres
encontraram vítimas que acreditaram nele e perderam tudo” (https://globoplay.globo.com/v/7906971/).
6.
Correio Brasiliense – O Deputado “Luis
Miranda ((DEM-DF) é acusado de dar golpe
milionário em investidores. Ao programa da Rede Globo, 25 pessoas disseram ser
vítimas de promessas não cumpridas de investimentos prometidos pelo
parlamentar, quando ainda morava nos Estados Unidos, até o ano passado”. (https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2019/09/09/interna_politica,781456/deputado-luis-miranda-e-acusado-de-golpes-a-clientes-aponta-fantasti.shtml)
7.
GLOBO: Celular de ex-presidente da Câmara
tinha sido clonado e golpista tentou receber dinheiro de deputado federal” (https://oglobo.globo.com/brasil/veja-conversa-em-que-luis-miranda-da-contragolpe-em-homem-se-passando-por-rodrigo-maia-ganha-50-25142157).
Nascido em Maringá, no norte do Paraná, Ricardo Barros é filho de Silvio Magalhães Barros, ex-prefeito de Maringá, e Bárbara Cecily Netto Barros. É irmão de Silvio Barros, também ex-prefeito de Maringá.
Entre 1977 e 1981, cursou Engenharia civil na Universidade Estadual de Maringá e, entre os anos de 1999 e 2000, especializou-se em Políticas Públicas na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Iniciou a vida profissional trabalhando como gerente financeiro da "Sílvio Magalhães Barros Empreendimentos", empresa da família. É casado com Cida Borghetti, ex-governadora do Paraná, com quem teve três filhas, dentre elas a deputada Maria Victoria Barros. É sócio proprietário da Rádio Jornal de Maringá e da Magalhães Barros Radiodifusão. É autor do livro De Olho no dinheiro do Brasil – Orçamento da União, agora você pode participar, publicado em 2007.
Carreira pública
Iniciou sua trajetória política em 1988, quando filiou-se ao Partido da Frente Liberal. Naquele mesmo ano, então com 29 anos de idade, elegeu-se como o mais jovem prefeito de Maringá. Durante o tempo em que permaneceu na prefeitura, liderou algumas comitiva brasileira em vários países europeus e no Japão.
Em 1994, assumiu o cargo de secretário-geral do PFL do Paraná e, em outubro do mesmo ano, foi pela primeira vez eleito deputado federal pelo seu estado com 54.049 votos. Durante o mandato, integrou como titular as comissões de Educação, Cultura e Desporto e de Viação e Transportes e, como suplente, as comissões de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias, e de Constituição e Justiça e de Redação. Em 1997, mudou sua filiação para o Partido Progressista Brasileiro e atuou como vice-líder do partido na Câmara dos Deputados tornando-se, no ano seguinte, vice-presidente do diretório nacional da legenda. No ano seguinte, reelegeu-se deputado federal com 68.919 votos. Logo após ser empossado, assumiu como vice-líder da bancada governista na Câmara dos Deputados tornando-se, em 2002, líder do governo no Congresso Nacional.
Em 2002, reelegeu-se deputado federal pela terceira vez, alcançando 118.036 votos.7] Durante esse mandato, ocupou o cargo de vice-líder do partido até o ano de 2005 e, entre os anos de 2003 e 2006, atuou no processo de elaboração da Lei de diretrizes orçamentárias.
Em 2006, elegeu-se deputado federal pela quarta vez consecutiva com 130.855 votos pelo Partido Progressista (ex-PPB).[7][8] A partir de 2007, assumiu o posto de vice-presidente do diretório nacional do PP e presidente do diretório estadual do partido e, em maio do mesmo ano, tornou-se vice-líder do governo na Câmara. Nesse mandato, foi membro titular das comissões de Desenvolvimento Urbano e Interior, de Educação, Cultura e Desporto, de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC), de Finanças e Tributação, de Viação e Transportes (CVT), e suplente das comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e de Meio Ambiente e Minorias. Além disso, presidiu a Frente Parlamentar das Agências Reguladoras e atuou como membro do Conselho Superior de Infraestrutura e vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná. Foi autor de projetos de lei como o PL 7994/2010, que pedia o estabelecimento de deveres e responsabilidades à criança e ao adolescente estudante, o PL 7911/2010 que propunha o aumento da pena de quem utilizasse menores de idade em delitos, e o PL 7968/2010 que reivindicava que alunos dos anos finais do ensino fundamental regular, maiores de quatorze anos, pudessem fazer estágio.
Após quatro mandatos consecutivos na Câmara dos Deputados, ele disputou uma vaga para o Senado nas eleições de 2010, tendo obtido mais de dois milhões de votos, mas não conseguiu se eleger para o cargo. No ano seguinte, ele foi assumiu o cargo de secretário da Indústria e Comércio do Paraná na gestão de Beto Richa, permanecendo até 31 de março de 2014.
Naquele mesmo ano, concorreu a uma vaga para deputado federal e foi eleito pela quinta vez pelo seu estado natal, com 114.396 votos. Durante esse mandato, integrou o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, votou contra a admissibilidade do processo que pedia a cassação do mandato do deputado Eduardo Cunha, então presidente da Câmara dos Deputados e votou pela abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Também relator do Orçamento da União, chegou a propor um corte de 10 bilhões de reais no Bolsa Família como medida para cumprir a meta do governo de superávit de 0,7% do PIB de 2016, mas a proposta foi abandonada pelo governo. Já sob o governo Michel Temer, assumiu o cargo de Ministro da Saúde em maio de 2016, naquilo que foi entendido como um gesto de retribuição do novo presidente da república ao PP por ter votado a favor do impeachment de Rousseff. No ministério, defendeu uma redução na cobertura do Sistema Único de Saúde, defendendo que bastariam 1.500 hospitais para resolver todos os problemas da saúde no Brasil, e informou que a pasta não fiscalizaria a qualidade dos planos de saúde.]
Em 2018 pelo Progressistas, elegeu-se pela sexta vez como deputado federal, com a soma de 80.025 votos. Nesse mandato, tornou-se líder do governo Jair Bolsonaro na casa a partir de agosto de 2020.
CONCLUSÃO
Se você pesquisar no Google
encontrará outras “qualidades” do caráter do deputado Luiz Miranda, que
acusou tanto o Presidente Bolsonaro, como ao depoente o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR). Compare
os curruculuns, tanto de Aziz (‘o palestino’), o presidente da CPI, o seu relator, Senador Renan
Calheiros e o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR). Quem é que gosta de trair, falsificar, mentir,
difamar e trapacear? (Pesquisa JJA/Editor).



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