No dia 16.08.21 ocorreu mais um avanço autoritário no Brasil. Não bastou intimidações com prisões de jornalistas, como Osvaldo Eustáquio, como a do deputado Daniel Silveira - mesmo com imunidade parlamentar - o que é inconstitucional. Dessa vez foi usado o TSE - Tribunal Superior Eleitoral - para mais esse ataque as liberdades democráticas, o Estado de Direito - negando claramente a Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 19. Dessa forma os talibãs e os ayatolás tupuniquins continuam sua cruzada anti-liberdade de imprensa e opinião, e divulgação de ideias liberais. Esses ataques a liberdade de opinião e expressão são claramente unilaterais: não penalizam fakes tendenciosas da "velha imprensa" ou blogs de esquerda, muitos deles que difamam o Presidente da República, chamando-o de "genocida". Voltam suas armas contra o que chamam de "fake news" da opinião nas redes sociais - velha justificativa de negar a perseguição. Trata-se, pois, claramente de ativismo político, engajado, que ameaça a Democracia, dizendo que "a defendem"!
UOL-SP divulga lista de blogs, jornalistas e comunicadores sob ameaça do Supremo através do TSE
- YouTube: "Adilson Nelson Dini - RAVOX, Alberto Junio da Silva 1, Alberto Junio da Silva 2, Bárbara Zambaldi Destefani, Camila Abdo Leite do Amaral Calvo, Emerson Teixeira de Andrade, Fernando Lisboa da Conceição (Vlog do Lisboa1), Fernando Lisboa da Conceição (Vlog do Lisboa2), Folha Política, Jornal da Cidade On Line, Oswaldo Eustáquio, Roberto Boni - Canal Universo 1, Roberto Boni - Canal Universo 2, Terça Livre";
- Facebook: "Adilson Nelson Dini - RAVOX, Alberto Junio da Silva, Allan dos Santos, Allan Lopes dos Santos, Bárbara Zambaldi Destefani, Camila Abdo Leite do Amaral Calvo 1, Camila Abdo Leite do Amaral Calvo 2, Emerson Teixeira de Andrade, Fernando Lisboa da Conceição (Vlog do Lisboa), Folha Política, Jornal da Cidade On Line, Marcelo Frazão de Almeida, Nas Ruas, Oswaldo Eustáquio 1, Oswaldo Eustáquio 2, Oswaldo Eustáquio 3, Terça Livre".
- Instagram: "Adilson Nelson Dini - RAVOX, Alberto Junio da Silva, Allan dos Santos, Allan Lopes dos Santos, Bárbara Zambaldi Destefani, Camila Abdo Leite do Amaral Calvo, Emerson Teixeira de Andrade, Fernando Lisboa da Conceição (Vlog do Lisboa), Folha Política, Jornal da Cidade On Line, Marcelo Frazão de Almeida, Nas Ruas, Oswaldo Eustáquio 1, Oswaldo Eustáquio 2, Terça Livre";
- Twitter: "Adilson Nelson Dini - RAVOX, Allan dos Santos, Allan Lopes dos Santos, Bárbara Zambaldi Destefani, Camila Abdo Leite do Amaral Calvo, Emerson Teixeira de Andrade, Fernando Lisboa da Conceição (Vlog do Lisboa), Fernando Lisboa da Conceição (Vlog do Lisboa2), Folha Política, Jornal da Cidade On Line, Marcelo Frazão de Almeida, Nas Ruas, Oswaldo Eustáquio, Roberto Boni - Canal Universo, Terça Livre".
- Twitch.TV: "Terça livre e Vlog do Lisboa";
Segundo a mídia a PF obedecendo o TSE determinou a “desmonetização”
dos perfis e canais da Imprensa Livre - não instrumentalizada
Uol: "Salomão determinou a interrupção dos pagamentos
após pedido da Polícia Federal ao TSE". Teria sido mesmo iniciativa da PF
ou Alexandre do Supremo querer evitar mais desgaste e ações de impeachment, que o
presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, teima engavetar, mesmo que tenha cerca de 3
milhões de assinaturas!? Seria ele também refém de processos arquivados no
Supremo? Trai seus pares e os brasileiros na cara dura e hipócrita! Nessa semana, ainda, ele esteve em reunião com membros do Supremo - quebrando a regra de "independência entre os poderes". Esses perfis, censurados - dessa forma indireta - “recebem dinheiro das plataformas
principalmente por meio da veiculação de publicidade em seus conteúdos" _ com a desmonetização pelo infeliz STF querem estrangular a opinião!
O ministro também mandou as plataformas pararem de recomendar canais e vídeos de conteúdo político "relacionados aos ataques ao sistema de votação e à legitimidade das eleições", sem proibir, no entanto, a pesquisa feita por usuários por meio de palavras-chave". Todos os canais e perfis citados seriam “apoiadores” do Presidente da Republica (sem partido), que, conforme a UOL, "tem atacado publicamente o TSE - porque denunciou o processo referente a invasão do sistema eleitoral por um hacker, que, durante meses, circulando no coração cibernético que comanda as eleições em
todo Brasil. Essas invasões foram colocadas em "segredo de justiça" - o que contraria a lisura e a transparência da coisa pública (Res-publica). Barroso, atual ministro do TSE, e Bolsonaro mantiveram polêmica sobre a suposta segurança do aparato eleitoral. A pedido do TSE, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, incluiu o Presidente Bolsonaro, na "investigação" aberta pela Corte sobre "notícias falsas" sobre ministros do Supremo e a burocracia do TSE. Esconder esse caso gravíssimo e muito suspeito e requer profunda investigação, seria e imparcial!Uol: "Na decisão, Salomão (ministro do TSE) disse que os alvos das
medidas não veiculam "críticas legítimas" ou propõem soluções para
aperfeiçoar o processo eleitoral, mas sim denúncias falsas de fraude que já
foram desmentidas ". Segundo o ministro, tal prática, "em larga
escala, tem o potencial de comprometer a legitimidade das eleições". Ainda
de acordo com o corregedor-geral do TSE, "quanto mais se atacam as
instituições e o sistema eleitoral, mais proveito econômico os envolvidos
obtêm." Isso lembra a política do Ministerio da Verdade", do livro 1984!
Uol comenta: "A receita auferida pelos criadores dos canais, páginas
e perfis encontra-se diretamente relacionada ao alcance e à repercussão do
material disponibilizado. Quanto mais views e audiência, maior o retorno
financeiro. Isso acaba por estimular a continuidade dos ataques, os quais
notadamente tornam-se cada vez mais fortes, virulentos e despropositados, a fim
de não só manter engajada a base original de "apoiadores" como também trazer
novos ouvintes e/ou leitores", escreveu Salomão. O ministro tenta encobrir
suas verdadeiras intenções, dizendo "que sua decisão não representa
"ofensa" ao direito de livre manifestação porque não impede "o
livre trânsito das ideias", mas "apenas se retira a possibilidade
momentânea de aferição de lucro por meio de desinformação: "O magistrado
deixou de fora da decisão os canais, páginas e perfis mantidos por autoridades
públicas, "porque tais instrumentos são relacionados ao exercício de suas
funções".





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