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| OS CIDADÃOS BRASILEIROS, CIVIS OU MILITARES EXIGEM HONRA E RESPEITO |
Há os que apostam no caos, pesadelando um Brasil semelhante à cleptocracia da Venezuela – agindo contra a Democracia, da qual se servem para seus fins malignos, em grupos ideológicos soberbos, que andam em marcha ré da História, como caranguejos. São como abutres ou urubus que sobrevivem da carniça e da podridão.
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| OS CIDADÃOS PAGAM OS SERVIDORES PÚBLICOS:EXIGEM RESPEITO! |
Há os que usam a liberdade para sua própria fama, como quem
joga lenha na fogueira, para se sentirem grandes por provocarem rijas e
divisões. Há os que fomentam a
discórdia, como se não fossemos irmãos vivendo um destino comum, fermentando
com palavras malditas a divisão e a mesmice de uma elite politico-patrimonial sempre virada de
costas para milhões de cidadãos que confiaram e pelos quais foram eleitos.
Está na hora de separar o joio – que ao frutificar revela
seu caráter perverso – e o trigo, cujo fruto alimenta as multidões. Com certeza
a grande maioria pensa um Brasil com saúde econômica, verdadeiro
progresso, justiça social e oportunidade
de vida, estudo e trabalho para todos.
Não queremos um País onde cidadãos pagadores de impostos
morrem em filas por falta de vagas em hospitais; vítimas da violência cega
provocada pela ignorância, falta de oportunidade, ressentimento em função do
desprezo dos que governaram – ou governam muito mal, em função do próprio
umbigo – seja no Judiciário, Câmara dos Deputados, Senado do Federal, Ministérios
e repartições, etc. Está na hora de honrar e valorizar os que têm talento, os que
sobressaem em função de mérito e competência e não por apadrinhamento político -
os que vestem sua bandeira, cantam seu Hino e amam o País.
Devemos honrar a Democracia – que tem poderosos inimigos, à esquerda e à direita. Os pais
devem ser exemplo para seus filhos e os filhos devem respeito a seus pais. A
educação deve ser voltada para o exercício da cidadania, da pacificação. Os
pais devem disciplinar seus filhos, especialmente aqueles que ocupam cargos eletivos
e representam a Nação.
Deve haver perdão em lugar do ressentimento e da mágoa e da
fofoca inconsequente. Não podemos mudar o passado - mas juntos construir uma pátria verdadeira. Neste momento de crise financeira que o País atravessa
deve haver grandeza, sem lugar para a pequenez ou para uma síndrome palavras
torpes, boatos e revanches. Cerca de 220 milhões de brasileiros sustentam a
máquina administrativa. Sejam como servidores leais e não como comadres
ressentidas à beira de um ataque de nervos. Nós Brasileiros, pagamos talvez a
maior carga tributária do mundo. E o que temos recebido em troca?
O Brasil tem que honrar e investir em suas prioridades, e
não em obras desnecessárias e superfaturadas - através das quais bilhões foram roubados da República. Os governadores dos estados devem ser aliados da Presidência, em busca do que seja melhor para o País.
Banqueiros e empresários que dão calotes na Previdência ou sonegam impostos são
inimigos do País e devem ser rigorosamente coibidos e juridicamente
processados. Qualquer pequeno empresário, empreendedor, luta com dificuldades para sobreviver - chega de desonerações de impostos para os que já são privilegiados. A Receita Federal deve agir no sentido de forçar os caloteiros a honrar o Brasil, pagando suas dividas milionárias.
O desafio está no presente, que não espera. O futuro do
Brasil depende da soma e não da divisão. Tem que haver um ponto de confluência
entre civis e militares, entre políticos eleitos de todos os partidos. O que
vivemos agora será o que colheremos no futuro – seja na juventude, velhice ou
na eternidade. Em toda crise, seja pessoal ou nacional, há também um caminho
para a oportunidade – conforme o ideograma chinês.
Sejamos, pois, no tempo curto de nossa existência, pessoas
de valor, homens e mulheres de verdade – e não joguetes em mãos da consciência
alheia. Muitos dos que pensam serem reis e príncipes, rodopiando nas
fogueiras da vaidade, estarão no rodapé da História – mas o que realmente amarem
e lutarem obstinadamente por um Brasil mais justo, próspero, digno, que honra
as populações tradicionais, protegem suas riquezas - humanas, naturais, minerais - solo, água, florestas - abrem espaços de oportunidade para a juventude,
esses serão honrados como heróis e estão no coração do povo. A prioridade deve ser a população, o Brasil precisa de estadistas e não de oportunistas inconsequentes.
Joga, pois água fria nas fogueiras da vaidade – e, juntos,
construamos um Brasil que será respeitado e admirado pelas nações do mundo –
assim como o é sua população mais humilde – onde mora um jeito simpático de ser
que cativa gente de muitos países de todo o Planeta. “De Deus não se zomba, o que o homem plantar, isso colherá” –
vaticina o Livro Sagrado de mais de 90% da população do Brasil.
José Julio de Azevedo / 08.05.2019



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