segunda-feira, 20 de junho de 2016

KID ABELHA VERSUS DEMÔNIOS DO AGROTÓXICO E OUTROS DEPREDADORES DO BRASIL

https://secure.avaaz.org/campaign/po/save_the_bees_canada_g21/?chpRdbb

COPIE O LINK ACIMA E COLE NO SEU NAVEGADOR PARA APOIAR AS ABELHAS DO CANADÁ CONTRA OS VENENOS AGROTÓXICOS! eis o manifesto urgente:


Ao Ministro da Saúde do Canadá, Philpott, ao Ministro do Meio Ambiente, Mckenna, e ao Primeiro-Ministro Trudeau:

Pedimos que os senhores proíbam imediatamente o uso do Imidacloprid e de todos os pesticidas neonicotinoides, conhecidos por serem letais para as abelhas e outros insetos. O catastrófico desaparecimento de colônias de abelhas pode colocar toda a nossa cadeia alimentar em perigo.
 CARTA ABERTA AO PRESIDENTE E/OU A PRESIDENTA
E/OU PRÓXIMO PRESIDENTE DA REPUBLICA DO BRASIL


Copias: SBPC- Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência
ESG – Escola Superior de Guerra (Defesa Nacional)
Congresso Nacional (Câmara Federal / Senado)
O Brasil é o País mais privilegiado do planeta com relação à biodiversidade. Porém vem poluindo sua água, derrubando suas florestas, infestando o ar com poluentes e venenos herbicidas – entre os quais os agrotóxicos, considerados os principais vilões pela degradação ambiental no campo, comprometendo o maior tesouro animal da humanidade: as abelhas! Sem as abelhas o alimento acaba, ou ficará restrito a uma seleta elite minoritária – a maioria não terá o que comer, além de insetos. Trata-se de uma questão urgente de segurança nacional, estratégia de ação coordenada, fim da impunidade para devastadores ambientais do patrimônio, APPs - áreas públicas de preservação permanente, biomas, etc. Quanto mais longe da natureza, quanto mais o  homem interfere nela, maior a sua perdição e piores as consequencias dos desequilibrios. Há um alerta mundial com relação a esse problema, tanto que a França já tem dispositivos legais para a proibição de agrotóxicos, especialmente os neonicotinoides. Conforme o site “Sem Abelhas, Sem Alimentos[i], a União Europeia restringiu o uso de agrotóxicos desde 2013, mas os neonicotinoides ainda são largamente utilizados. No entanto, os ambientalistas argumentam que centenas de estudos científicos comprovaram sua nocividade não apenas para abelhas e polinizadores silvestres, mas também para os invertebrados aquáticos e terrestres, os peixes, as aves e, consequentemente, para o ser humano. Para além da “responsabilidade” com relação às gerações futuras, invocada por vários politicos da União Européia, incluindo a relatora, a socialista Geneviève Gaillard, os defensores da proibição salientaram que os próprios agricultores pagam os “custos” desses produtos. Essas moléculas, muito mais poderosas que o DDT, “abolido”, têm um mecanismo semelhante ao da nicotina, alegou Gérard Bapt, médico de profissão, perguntando “quem aconselharia uma mulher grávida a fumar?” Os resultados financeiros causados pela  manipulação da vida e do meio ambiente não compensam a degradação ambiental.Com a palavra, pois, os cientistas, brasleiros, o Congresso Nacional, a Escola Superior de Guerra e a nova geração pensante e idealista do nosso Brasil!
Kid Abelha é o nome de uma banda da MPB: Um nome apropriado para ilustrar a matéria.

 CRISE E OPORTUNIDADE
O Brasil poderá ser um grande celeiro biogenético e de alimentos para o mundo, nessa crise anunciada, se tomar iniciativas responsáveis que preservem suas florestas, biomas e sua fantástica biodiversidade. A água potável será um recurso escasso, porém o Brasil tem dois dos maiores aquíferos do planeta   – isso poderá representar a salvação do país, tanto biológica como economicamente. Porém, se a burrice e a estupidez materialistas prevalecerem – e é o que tem acontecido – estaremos condenando as próximas gerações de brasileiros a ser quintal de corporações, em um ambiente degradado, hostil e miserável: Rios assoreados, água poluída, esgotos a céu aberto, lixo contaminante sem controle, solo com sua micro biodiversidade arrasado pela indústria dos venenos, rejeitos químicos, etc. O Brasil paga caro, em impostos diretos e indiretos, para ver uma elite governante virando as costas para ele? O Brasil tornou-se paraíso dos fabricantes e vendedores de venenos agrícolas – o maior consumidor de agrotóxicos do planeta, pois há um establishment – mafiosamente incrustrado no sistema - que ainda cultiva uma visão ultrapassada e nociva de progresso, em função de interesses pessoais, propinas, contribuição financeira politica, etc. Por trás desse “êxito” [paraíso dos venenos agrotóxicos] há nos bastidores, lobbies, estratégias perniciosas, ancorados em modelo agrícola imposto ao Brasil desde os anos do chamado “milagre econômico”. Porém agravado por uma democracia de fachada contaminada pelo egoísmo pedante.Temos que sair do parlatório para a ação definida,com metas esoluções reais.
O Brasil precisa de estadistas honrados e capazes de ouvir a voz de seus cientistas, especialistas em questões sócio-ambientais e opções ambientalmente corretas – para as quais não falta tecnologia, para formar um projeto voltado para a um modelo racional de sustentabilidade – que deixa em segundo lugar o lucro aparente do imediatismo. Creio que ainda há tempo de salvar as abelhas e a fantástica biodiversidade – deixando o atrelamento submisso e corrupto a grandes empreiteiras, quanto à produção de energia. O Brasil, o país do sol, poderá sair dessa tecnologia atrasada e maléfica ao meio ambiente a população, adotando modelos que já fazem parte do mundo civilizado com a geração massiva de energia solar - que não agride o meio ambiente como a hidroeletricidade.
Esse é um assunto sério demais para ser deixado de lado. Há necessidade da ação cooperativa dos três poderes, projetos de lei que disciplinem o uso predatório da terra e da natureza, a cooperação cientifica, o investimento na pesquisa e ampliação do acervo de medidas que vem dando certo em países escandinavos, na Alemanha (que substitui a energia nuclear e hidrelétrica pela energia solar e eólica, mesmo sob o rigoroso inverno europeu).
Até quando o Brasil vai colocar-se de forma submissa e subserviente às corporações? O interesse desses grupos econômicos, e seu poder de marketing, é maior do que os interesses estratégicos do País e as necessidades reais da Nação? O que está errado nisso tudo? Somos um País de verdade, que honra sua bandeira e seu povo  ou uma terra de ninguém, sob a “lei de Gerson” – que é a mentalidade individualista de tirar vantagem em tudo? Está na hora de repensar valores, prioridades – a continuar a reboque de interesses do lucro corporativo.
Creio que o Brasil está mudando – para melhor – exorcizando esses demônios que fazem da Pátria Amada um canteiro de desgraças como a "Belo Monte", imposta. O que vale mais, por exemplo, a biodiversidade que alimenta e promove a vida ou o lucro de multinacionais na exploração do ouro na Amazônia? [projeto Belo Sun, com investimento de R$ 1,5 bilhão e área equivalente a 1.700 campos de futebol, junto ao rio Xingu] Quem come ouro? Quem ganha com a sucatização da natureza?  Conforme reportagem da G1-Pará: “Para extrair o ouro da rocha, a mineradora vai extrair uma substância tóxica, o cianeto. “Se o cianeto chegar no rio ou cair no solo, vai ter quase uma catástrofe ambiental, dependendo do volume de cianeto que vão ser derramados". O que aconteceu no rio Doce poderá voltar de maneira mais monstruosa e devastadora no Xingu! Parece suspeito dizer que a hidrelétrica de “Belo Monte” foi construída [e agora embargada pelo MPF] para suprir de energia regiões mais ao sul – foi feita para o avanço sobre terras da União, povos indígenas e para extração de minérios e especialmente o ouro – possivelmente algum acordo secreto de interesses locais e internacionais.  Não houve respeito ao rio Xingu, as tribos donas da terra e aos biomas da mais fantástica biodiversidade.O Brasil caminha na contra-mão do conhecimento e da sustentabilidade.
Só com a mudança de paradigmas de desenvolvimento é que as maiores aliadas do homem e da natureza poderão sobreviver.
Mas, voltando ao Kid Abelha, um verdadeiro herói de todos os humanos! Leiam abaixo a situação, descrita pela ONU – Organização das Nações Unidas – definida como muito preocupante [preocupar: ocupar-se antecipadamente]:
Uma grande gama de fatores está contribuindo para o desaparecimento de animais polinizadores no mundo todo, o que ameaça a produção de alimentos para o ser humano, revelou nesta sexta-feira (26/2)  um relatório do organismo da Organização das Nações Unidas (ONU) encarregado de proteger a biodiversidade.O documento da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços de Ecossistemas (IPBES) identificou uma série de medidas que governos e o setor privado deveriam tomar de forma "urgente" para remediar o desaparecimento animais como abelhas, borboletas e alguns mais complexos como as aves. De acordo com o vice-presidente do IPBES, Robert Watson, não existe um fator único que seja responsável pelo desaparecimento dos polinizadores: "Há uma série de razões que explicam o declive, como a mudança do uso do solo, o uso de pesticidas e a mudança climática. Não se pode dizer que há uma ameaça maior que outra para cada animal polinizador ou para cada lugar do mundo onde estão desaparecendo. É um conjunto de ameaças".
O relatório, intitulado "Avaliação Temática sobre Polinizadores, Polinização e Produção de Alimentos", é o primeiro feito pelo IPBES e é fruto de dois anos de trabalho do organismo da ONU que foi fundado há quatro e é integrado por 124 países, incluindo o Brasil. Existem milhares de espécies que são polinizadoras, animais que transportam pólen do órgão masculino de uma flor ao estigma, o órgão feminino, o que permite a fertilização. "Nos últimos anos, os cientistas observaram o alarmante desaparecimento das abelhas, das que existem mais de 20 mil espécies silvestres, e borboletas, especialmente na Europa Ocidental e na América do Norte, o que foi atribuído a pesticidas e ao crescente uso de plantas modificadas geneticamente” Com certeza isso também está acontecendo no Brasil.  Vamos agir responsavelmente ou vamos continuar dormindo “em berço esplendido” até tudo virar um pesadelo irreversível?

 O relatório confirmou que pesticidas, incluindo os neonicotinoides - quimicamente relacionados à nicotina -, representam uma ameaça mundial para os polinizadores, apesar de seus efeitos em longo prazo ainda não serem conhecidos. O IPBES destacou a importância econômica dos organismos polinizadores ao assinalar no estudo que 75% dos cultivos para alimentos do mundo dependem, pelo menos parcialmente, da existência de polinizadores. O valor anual dos cultivos diretamente afetados por polinizadores é estimado entre US$ 235 bilhões e US$ 577 bilhões.
"Os polinizadores são grandes colaboradores da produção mundial de alimentos e segurança nutricional", disse Vera Lúcia Imperatriz Fonseca, professora de Ecologia no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo e uma das diretoras do relatório de IPBES. Segundo ela, o relatório "oferece opções sobre o que fazer de acordo com o problema específico de cada lugar do mundo em relação aos polinizadores, a polinização e a produção de alimentos". Entre as soluções estão a criação de uma maior diversidade dos habitat dos polinizadores tanto no ambiente rural quanto no urbano, o apoio a práticas tradicionais de rotação de cultivo e manutenção de áreas não exploradas e a redução da exposição dos polinizadores a pesticidas. O professor holandês Koos Biesmeijer, um dos autores do relatório, reconheceu que existem "vazios de conhecimento" com relação com a finalidade dos pesticidas e outros fatores que impactam negativamente nos polinizadores. "Embora não saibamos tudo, em muitos casos, há claras conclusões", afirmou.
A professora da USP, por sua vez, destacou a gravidade da situação: "Deveríamos atuar agora para deter o declive dos polinizadores", afirmou. Já o vice-presidente do IPBES acrescentou que todas as ações, desde as que podem ser tomadas por agricultores até às que podem ser feitas pelos governos, poderiam começar o quanto antes. "Não precisamos de novas tecnologias. Todas estas são opções que podem nos ajudar a sair na frente", alertou. Ele deu com exemplo o efeito negativo que têm as grandes extensões de monoculturas: "Necessitamos uma agricultura mais sustentável. Eliminemos esses enormes extensões de monoculturas e asseguremos que estão salpicadas com zonas de habitat natural que atrairão os polinizadores nos campos de cultivo". [ii]
             Com a palavra, pois, os que assumiram cargos e privilégios relativos ao Estado Brasileiro, em defesa de sua integridade, soberania e segurança alimentar e ambiental da Nação brasileira. (JJA).

OUTROS LINKS:


VIDEO: SUMIÇO DE ABELHAS CHEGOU AO BRASIL

https://youtu.be/QyvQtCzHlNQ (Copie e cole no seu navegador)

DENUNCIAS CONTRA MONSANTO E SEUS VENENOS

Recebemos o sguinte Email, com SERÍSSIMAS DENUNCIAS E ALGUMAS CONQUISTAS E AVANÇOS CONTRA A DITADURA DOS VENENOS TENEBROSOS QUE OBRIGAM SERES HUMANOS A DIGERIR NOS ALIMENTOS E QUE ESTÃO ARRAZANDO COM  PLANTAS E SERES VIVOS QUE COMPÕE A TERRA SADIA, SEM A QUAL NÃO PODEREMOS VIVER COM SAÚDE.

 "Queridos amigos da Avaaz,

Minha cabeça está dando voltas com esse assunto. Em questão meses, a Europa pode vir a proibir o herbicida que está na base do modelo de negócios da Monsanto!
O glifosato mata *tudo*, exceto as lavouras geneticamente modificadas da Monsanto. Seu uso está transformando nosso planeta em um grande deserto, onde nada além de culturas geneticamente manipuladas consegue sobreviver. Chega a ser apocalíptico.
O pior ainda é que a substância, cuja utilização tem aumentado, foi encontrada em 90% de nossos organismos e uma nova pesquisa afirma que ela provavelmente causa câncer!
Na semana passada, vencemos uma batalha importante para bloquear a renovação da licença de uso do glifosato na Europa. Embora todo mundo tenha dito que uma vitória como essa era impossível, conseguimos virar o jogo! Segundo Pavel Poc, líder político da União Europeia, "a Avaaz é, sem sombra de dúvidas, a força condutora da luta contra a utilização do glifosato".
Em questão de meses, a União Europeia vai decidir sobre a proibição do produto. A hora chegou: se 40 mil pessoas contribuírem nas próximas 24 horas, poderemos elaborar um plano para financiar pesquisas independentes, manter a pressão sobre os líderes e conseguir uma vitória na Europa que vai impulsionar o resto do mundo. Ao fazer uma doação no valor de um café ou uma refeição, essa campanha pode se tornar uma realidade:

      Há um ano em andamento, a nossa campanha está sendo elogiada pela imprensa por ter "surpreendido" a Monsanto, que achava que a renovação da licença do glifosato estava garantida. Agora, entretanto, a multinacional vai partir para cima com todas as armas. Para encará-la de frente nos próximos meses, será preciso:

  • .Financiar pesquisas independentes, que são altamente necessárias para fazer o contraponto com os estudos financiados pela indústria.
  • .Aumentar a pressão sobre os principais países e políticos para que mantenham-se firmes contra o glifosato.
  • .Articular alternativas sustentáveis e limpas para herbicidas como o glifosato, o que é crucial para convencer fazendeiros e políticos.
  • .Organizar mobilizações rapidamente a cada comissão, cada reunião do conselho, cada processo burocrático nos bastidores onde a União Europeia tente sair sem tomar uma decisão clara (uma dessas ocasiões acontece já na próxima semana!)
  • .Começar a tornar essa luta mundial: os Estados Unidos, o Canadá, o Brasil e uma série de outros países podem vir a decidir em breve se o glifosato também será proibido.
Quando afirmamos que a Cúpula do Clima de Paris poderia mudar o mundo, algumas pessoas nos chamaram de loucos. Mas tivemos o atrevimento de cultivar a esperança, investimos nosso tempo e dinheiro e vencemos. Depois, nos disseram que estávamos loucos quando afirmamos que poderíamos *acabar* com o modelo de agricultura química da Monsanto. O que vai acontecer na sequência depende de todos nós"
FONTES

Recall de Roundup da Monsanto é possível depois que União Europeia recusa aceitar uso limitado de glifosato (The Guardian) (em inglês)
http://www.theguardian.com/environment/2016/jun/06/recall-of-monsantos-roundup-likely-as-eu-refuses-limited-use-of-glyphosate

Glifosato – golaço contra a Monsanto!
https://secure.avaaz.org/po/nothing_we_cant_do/

O que realmente sabemos sobre o herbicida Roundup? (National Geographic) (em inglês)
http://news.nationalgeographic.com/2015/04/150422-glyphosate-roundup-herbicide-weeds/

Bill Nye fala sobre glifosato: ‘Dizimamos acidentalmente a população de borboleta-monarca’ (EcoWatch) (em inglês)
http://ecowatch.com/2015/07/22/bill-nye-glyphosate/

A ascensão de poderosos herbicidas – e o que fazer quanto a isso (Union of Concerned Scientists) (em inglês)
http://www.ucsusa.org/sites/default/files/legacy/assets/documents/food_and_agriculture/rise-of-superweeds.pdf




MP QUER BANIR GLOFOSATO DO DF E DO BRASIL

Notícias Naturais
Ministério Público no Distrito Federal (MPF/DF) acionou a Justiça pedindo a suspensão do uso do glifosato – o herbicida mais utilizado no Brasil. Além dele, a procuradoria quer impugnar ainda o 2,4-D e os princípios ativos: parationa metílica, lactofem, forato, carbofurano, abamectina, tiram e paraquate.

São duas ações protocoladas. “A primeira medida visa obrigar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a reavaliar a toxidade de oito ingredientes ativos suspeitos de causar danos à saúde humana e ao meio ambiente. Em outra frente, o órgão questiona o registro de agrotóxicos que contenham o herbicida 2,4-D, aplicado para combater ervas daninhas de folha larga”, explica o MP em seu site.

Nas duas ações é solicitada a antecipação de tutela. A procuradoria pede a concessão de liminar para que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspenda o registro dos produtos até a conclusão definitiva sobre sua toxidade pela Anvisa.

Na ação civil que contesta o registro do herbicida 2,4-D, o MP pede que a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) seja proibida de liberar a comercialização de sementes transgênicas resistentes à substância até um posicionamento definitivo por parte da Anvisa.

Se for mantida a mesma proporção de resultado das avaliações anteriores, presumivelmente, cerca de dois terços (dos ingredientes impugnados na ação do MPF) também serão banidos do país por demonstrarem alto risco e grau de toxidade”, justifica o órgão na ação civil.

Em março, em uma decisão histórica, desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região – TRF4 decidiram, por unanimidade, anular a decisão da Comissão Nacional Técnica de Segurança – CTNBio que liberou o milho transgênico Liberty Link, da multinacional Bayer. Também no mês passado, a França proibiu a venda, o uso e cultivo de milho transgênico da Monsanto MON 810 após uma nova pesquisa que descobriu que os insetos nos EUA estão desenvolvendo uma resistência ao milho transgênico.

Em relação ao glifosato, novas evidências sugerem que ele pode tornar-se muito tóxico para o rim humano, uma vez que é misturado com a água "dura " ou metais como o arsénio, cádmio, magnésio, estrôncio e ferro, assim como outros. O glifosato é tóxico suficiente por si só.

Outras nações que também estão proibindo o Glifosato

O glifosato foi desenvolvido como um herbicida pela Monsanto no início de 1970, e foi trazido para o mercado usando a marca "Roundup", que agora é o herbicida mais utilizado em todo o mundo.

No entanto, enquanto novas pesquisas surgem indicando o seu potencial em amplificar toxicidade, mais nações estão tomando nota - e agindo.

No início de março, o governo do Sri Lanka proibiu o glifosato por suas ligações com uma doença renal - conhecida como "Doença renal crônica de etiologia desconhecida", ou CKDu, de acordo com o Centro de Integridade Pública. A doença já matou milhares de trabalhadores agrícolas, muitos no Sri Lanka e em El Salvador.

O poder legislativo de El Salvador aprovou uma proibição de glifosato em setembro, assim como muitos outros agroquímicos, mas a medida ainda não é lei.

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